Veja o calendário do ciclo de pagamentos do Auxílio Brasil em dezembro

Veja o calendário do ciclo de pagamentos do Auxílio Brasil em dezembro

A Caixa, responsável pelo pagamento das parcelas do programa Auxílio Brasil, já disponibilizou o calendário de pagamentos para o mês de dezembro. De acordo com a instituição, famílias que já recebiam o Bolsa Família e estão com os dados atualizados no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico) não precisam fazer nenhum novo cadastro para receber os valores.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

O calendário de recebimento segue o padrão do antigo Bolsa Família, e usa o último dígito do NIS para definir a data do crédito.

Confira abaixo a tabela atualizada:

NIS final 1 -  10 de dezembro
NIS final 2  - 13 de dezembro
NIS final 3  - 14 de dezembro
NIS final 4  - 15 de dezembro
NIS final 5  - 16 de dezembro
NIS final 6  - 17 de dezembro
NIS final 7  - 20 de dezembro
NIS final 8  - 21 de dezembro
NIS final 9  - 22 de dezembro
NIS final 0  - 23 de dezembro

Itens relacionados (por tag)

  • Brasileiro bebeu mais, ganhou peso e fez menos exercício físico na pandemia

    Os efeitos da pandemia na saúde dos brasileiros foi arrasador, mesmo entre aqueles que não contraíram a covid-19. Durante o ano de 2020, quando o Brasil passou mais tempo em isolamento social para frear o avanço do coronavírus, houve aumento no consumo abusivo de bebidas alcoólicas e no sedentarismo entre a população brasileira, o que desencadeou a elevação da taxa de pessoas com doenças crônicas, como a obesidade. Isso é que mostra a pesquisa Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção: Tendências Recentes no Vigitel, realizada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).

    Em 2019, a obesidade atingia 20,3% dos adultos nas capitais do País, mas, em 2020, a doença passou a afetar 21,5% deste grupo, com maior prevalência nos Estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Manaus (24,9%), Cuiabá (24,0%) e Rio (23,8%) lideram o ranking de maior incidência da obesidade. Até 2011, nenhuma capital havia ultrapassado 20%.

    O índice nacional chega a quase o dobro do que foi registrado 14 anos antes, em 2006, quando só 11,8% da população era portadora desse tipo de comorbidade.

    O ano marca a primeira vez que foi feito o levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) pelo Ministério da Saúde, de onde os dados do IEPS foram extraídos. Foram entrevistadas 27 077 pessoas nesta edição do estudo.

    Alerta
    Especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo afirmam que a alteração no estilo de vida dos brasileiros, provocada pela pandemia, foi determinante para o surgimento - e até agravamento - de hábitos prejudiciais à saúde, assim como transtornos psíquicos que desencadeiam outras doenças.

    A vestibulanda de Artes Visuais Isabella Stael, de 19 anos, atribui o aumento do consumo de bebidas alcoólicas na pandemia ao que chama de "desgaste psicológico". Ela afirma que o álcool é usado como refúgio para relaxar e se divertir em meio ao estresse causado pela covid e pelos estudos, sem que haja, necessariamente, uma ocasião especial.

    "Em grande parte, o consumo de álcool que faço está ligado a aliviar a pressão e não precisar pensar no futuro", afirma ela. "Também está relacionado a dias em que estou muito cansada, ou em outros em que o esgotamento mental é tão grande que fico frustrada por não conseguir estudar direito e chego ao final do dia querendo beber", acrescenta a jovem.

    O psiquiatra Guido Palomba, da Associação Paulista de Medicina, vê relação direta entre a pandemia e a alta da taxa de doenças crônicas. Para ele, isso ocorre porque as pessoas precisam restringir a locomoção e lidar com a superexposição a notícias negativas, o que desencadeia transtornos psiquiátricos que colaboram para surgirem comorbidades.

    A demanda excessiva de trabalho criada pelo home office também é apontada por Palomba como fator inerente ao "novo normal", que estimula hábitos pouco saudáveis. "Alimentação e álcool são formas de gratificação em momentos ruins. Consequentemente, há aumento de obesidade, diabete e problemas cardíacos", afirma.

    Diagnóstico
    Beatriz Rache, mestre em Economia pela Universidade Columbia (EUA) e autora da pesquisa do IEPS, destaca o aumento dos fatores de risco à saúde, como o consumo de ultraprocessados (biscoitos, chocolate, salsicha, margarina, entre outros), em praticamente todos os segmentos da pesquisa. Só o tabagismo se manteve estável em 2020 ante 2019. Em contrapartida, o consumo abusivo de álcool partiu de 18,8% para 20,4%, mesmo cenário observado em relação ao sedentarismo (de 13,9% para 14,9%).

    "A gente vê, entre 2019 e 2020, piora de todos os indicadores de riscos comportamentais e, por isso, é possível associar ao aumento da obesidade. Apesar de a Vigitel não permitir fazer essa correlação, os dados mostram que a pandemia parece estar associada aos resultados de 2020, ano tanto de estresse econômico quanto sanitário", afirma Beatriz.

    Presidente da Associação Médica Brasileira, César Fernandes destaca a importância de grandes campanhas de conscientização sobre riscos da alimentação inadequada e da falta de atividade física. "Muitas famílias mudaram hábitos alimentares para pior, com o teor de gordura e caloria aumentado. As pessoas começaram a se servir por meio de delivery. Não bastasse isso, se privaram de atividades físicas habituais, como pequenas caminhadas no cotidiano", acrescenta.

  • Brasil recebe 1º lote da vacina contra covid-19 da Pfizer para crianças

    O primeiro lote da vacina da Pfizer contra Covid-19 para crianças chegou ao Brasil na madrugada desta quinta-feira (13). A remessa, com 1,248 milhão de doses, desembarcou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

    Na segunda-feira (10), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que a Pfizer vai antecipar a entrega de 600 mil doses. Com isso, o total de vacinas previstas para chegar em janeiro passou de 3,7 milhões para 4,3 milhões. A previsão é de que as doses cheguem aos estados até essa sexta-feira (14).

    A distribuição das doses por estado e Distrito Federal, coordenada pelo Ministério da Saúde, seguirá o critério populacional. A prioridade é de crianças com comorbidades e com deficiências permanentes; indígenas e quilombolas; crianças que vivem com pessoas com riscos de evoluir para quadros graves da covid-19; e em seguida crianças sem comorbidades.

    O esquema vacinal será com duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações. O tempo é superior ao previsto na bula da vacina da Pfizer. Na indicação da marca, as duas doses do imunizante poderiam ser aplicadas com três semanas de diferença. Será preciso que a criança vá vacinar acompanhada dos pais ou responsáveis ou leve uma autorização por escrito.

    Vacina em Salvador
    Em toda a Bahia, são 1.447.163 crianças nessa faixa etária registradas no Sistema Único de Saúde (SUS), sendo 149.214 delas em Salvador. É possível consultar o nome da criança ou fazer o recadastramento através do portal da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou presencialmente, em uma das 155 unidades básicas da rede municipal, de segunda a sexta, a partir das 8h.

    No caso das crianças que não têm cartão SUS de Salvador ou estão com cadastro em outra cidade, os pais ou responsáveis devem procurar uma unidade da prefeitura-bairro para conseguir o documento ou fazer a transferência de domicílio. Para esse serviço, é preciso fazer agendamento pelo site do Hora Marcada.

    No momento da vacina, além dos originais e cópias dos documentos do adulto e da criança e do cartão de vacina, será necessário apresentar uma declaração de um dos pais autorizando a proteção. A declaração pode ser preenchida e assinada no ato da vacina ou impressa no site da SMS, para quem preferir levar pronta.

    Entenda o passo a passo:

    Antes de se dirigir ao posto de imunização confira se seu filho está registrado no SUS de Salvador, através do portal da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou presencialmente nas unidades.
    Caso não esteja registrado ou o registro seja de outra cidade, faça esse cadastro nas prefeituras-bairro. É necessário levar documentação dos pais e da criança, e comprovante de residência.
    No dia da vacina não esqueça: máscara, documentos dos pais, da criança, originais e cópias do cartão de vacina e uma declaração de um dos pais autorizando a proteção. A declaração pode ser assinada no ato da vacina ou impressa no site da SMS e preenchida em casa.
    A documentação exigida dos pais é a carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e Cartão SUS. Para as crianças, é necessário apresentar certidão de nascimento e cartão SUS (se houver).
    Depois da imunização contra a covid, a criança deve esperar 15 dias para receber qualquer outro tipo de vacina. A segunda dose será aplicada oito semanas após a primeira.

  • Pequenos negócios foram os maiores empregadores em 2021

    Em outubro do ano passado, as micro e pequenas empresas (MPE) baianas tiveram um saldo líquido de 9.553 oportunidades, representando 76,7% dos postos de trabalho gerados no Estado. No acumulado do ano, esse quantitativo foi de 92.511, correspondendo a 77,9% das vagas geradas.

    Os segmentos que mais geraram empregos foram serviços e comércio com, respectivamente, 41,7% e 27,4%. Nos dados disponibilizados desagregados por munícipio (mais atualizados), em setembro/2021, as MPE da capital baiana tiveram um saldo líquido de 2.681 oportunidades, representando 248%. No acumulado do ano, até setembro/2021, esse quantitativo foi de 16.669 postos de trabalho, correspondendo a 75% das vagas geradas.

    De acordo com a gerente adjunta da Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae-Bahia Isabel Ribeiro, em novembro de 2021, a Bahia possuía 19.132.675 empreendimentos de micro e pequeno porte. Esses empreendimentos representam cerca de 98% das empresas no país, que respondem por cerca de 50% dos empregos com carteira assinada. Os micro empreendedores individuais (MEI) correspondem a quase 70% do universo das MPEs.

    “Quase nunca esses empreendedores viram oportunidades, geralmente, essas iniciativas surgem por uma necessidade de ocupação e geração de renda para sustentar a sua família”, afirma.

    Serviços e comércio


    Ela explica ainda que o comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, obras de alvenaria, promoção de vendas e comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios (minimercados, mercearias e armazéns e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar) concentram a maior quantidade de MEIs.

    “Estamos falando de atividades que requerem baixos níveis de investimento, geralmente com nível de abrangência restrita à região onde estão instalados, exceto se adotarem outros canais de entrega (drivethru, entregas a domicílio, vendas on line) ou realizem comercializações/prestações de serviços nas vias públicas”, explica Isabel.


    A representante do Sebrae salienta que, como se trata, em grande parte de empreendimentos iniciados com recursos próprios, com elevadas dificuldades em acessar o crédito, são liderados, geralmente, por pessoas de nível educacional mais baixo, com poucas qualificações técnicas ou gerenciais.

    “As exceções ocorrem com profissionais liberais, que adquirem formações universitárias, a exemplo de veterinários, fisioterapeutas, jornalistas, educadores físicos, tecnologia da informação, contadores e outras profissões correlatas que, ou iniciaram suas carreiras por conta própria, ou foram desligados dos empregados com carteira de trabalho e passaram a prestar serviços, em geral para as mesmas empresas que foram desligados, na condição de prestadores de serviços”, esclarece.


    Talento natural

    O presidente da ABRH-BA Vitor Igdal salienta o talento natural do brasileiro para empreende e destaca a sétima posição ocupada pelo país no Global Entrepreneurship Monitor. “Se olharmos para Salvador e para a Bahia, percebemos que nos destacamos pelo talento da criatividade, que se somado com o empreendedorismo, resulta no fortalecimento do segmento da economia criativa”, diz.


    O Superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Evandro Mazo reconhece que a realidade dos pequenos negócios é muito difícil em Salvador e na Bahia, com as restrições e adversidades da pandemia, falta de crédito, inflação em alta e demanda contida.

    “No entanto, mesmo com todas essas dificuldades, tem havido um movimento de recuperação da atividade em 2021. No Estado, vê-se uma expressiva contribuição do setor industrial, que vem sendo puxada pela construção e também pelos setores de calçados e produtos alimentícios, compensando a perda ocorrida no ano com o encerramento da Ford”, defende.

    Capacitação

    Mazo salienta que a maioria dos empreendimentos é de micro e pequenas empresas. “No entanto, é bom destacar que as grandes empresas, apesar de em número reduzido, também geram emprego, além de gerar demanda para os pequenos negócios”, completa.

    Isabel reconhece que apesar da importância socioeconômica desses empreendimentos, eles não apresentam potencialidades para o desenvolvimento de encadeamentos produtivos e incorporação de tecnologias mais modernas e robustas, capazes de contribuir para elevar a qualificação e produtividade da mão de obra, a produtividade e competividade da economia, o que deixa o país em uma situação pouco confortável nos indicadores de qualidade e produtividade quando comparada a outros países.

    “Na verdade, estamos falando de um cenário de precarização nas relações trabalhistas com níveis de produtividade e competitividade que comprometem o nosso desenvolvimento econômico, produtivo e social”, complementa.
    Para Igdal, os interessados em empreender precisam focar seus esforços na capacitação de habilidades como: empreendedorismo, gestão, marketing, liderança, inteligência emocional, vendas, comunicação, gestão de projetos e atendimento. “Só assim eles estarão na direção correta para realizar os seus objetivos pessoais”, acredita.


    A Secretária de Desenvolvimento Econômico Mila Paes acredita que os interessados em vagas como essas podem ainda se preparar para participar dos processos seletivos, através de oficinas que ensinam desde a elaboração de um currículo até como se comportar em uma entrevista. “Há vagas disponíveis no SIMM, que são ofertadas através do Instagram: @semdecsimmsalvador e o agendamento do atendimento através do site: agendamentosemdec.salvador.ba.gov.br.”, finaliza.

    Para garantir vagas:
    1. Mantenha seu currículo atualizado;

    2. Mantenha o seu processo de aprendizagem atualizado;

    3. Reúna e apresente certificados de qualificações;

    4. Reúna e apresenta Cartas de Recomendações;

    5. Busque no seu bairro e nas redes sociais informações sobre qualificações, não apenas o Sistema S como outras ONGs – Organizações Não Governamentais tem ofertado uma ampla gama de capacitações. Participar de capacitações também uma forma de desenvolver redes de contatos e relacionamentos que podem gerar indicações e informar sobre oportunidades de emprego;

    6. Acesse os sites de organismos públicos estaduais e municipais de intermediação de mão de obra;

    7. Acesse sites e aplicativos particulares de intermediação de mão de obra;

    8. Leia jornais e acesse outras mídias que informam sobre o mercado de trabalho.

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