Globo convida Tadeu Schmidt para assumir BBB após saída de Tiago Leifert, diz site

Globo convida Tadeu Schmidt para assumir BBB após saída de Tiago Leifert, diz site

A TV Globo parece já ter definido seu nome favorito para assumir o comando do Big Brother Brasil (BBB) a partir do ano de 2022: Tadeu Schmidt. De acordo com o portal TV Pop, a emissora dos Marinho, inclusive, já realizou o convite ao jornalista pouco depois da confirmação da saída de Tiago Leifert.

O portal segue explicando que a Vênus Platinada está sendo pressionada pelo mercado publicitário para anunciar logo o novo comandante do reality. Um nome de peso, do quilate de Tadeu, daria segurança aos anunciantes de que a próxima temporada do reality também será um sucesso.

O convite a Tadeu teria sido feito no fim de semana. A ideia da alta cúpula da Globo seria deixar o apresentador no Fantástico até o final do ano. Em janeiro, o irmão de Oscar assumiria o reality.

A mudança também envolveria um generoso aumento nos recebíveis de Tadeu, que hoje estão na casa de R$ 200. Ao migrar para o entretenimento, o salário dele dobraria - sem contar com as porcentagens recebidas com publicidade no BBB.

Outro ponto positivo é que a Globo proíbe que seus profissionais da área de jornalismo façam propaganda. No entretenimento esta barreira cai, abrindo espaço para uma nova fonte de renda para Tadeu. Além disso, ele garantiria sua permanência na empresa por, no mínimo, mais quatro anos.

Indecisão
A oferta é generosa e tentadora, mas, ainda de acordo com o TV Pop, Schmidt pediu mais tempo para pensar na proposta e dar uma resposta aos executivos. Para amigos próximos, o jornalista admitiu ter medo de deixar a sua zona de conforto para se aventurar em um projeto onde ele poderia ser 'cancelado' facilmente caso não entregue 'entretenimento' a altura.

Do outro lado da balança, está a insegurança de sua manutenção como âncora do programa dominical. A tendência é que o Fantástico passe por uma reformulação em 2022, com Maju Coutinho e Thiago Oliveira assuindo a atração no lugar de Tadeu e Poliana Abritta.

Tradição
Os dois últimos apresentadores do BBB foram Pedro Bial e Tiago Leifert. Em comum, ambos são jornalistas e passaram por esse setor da empresa antes de migrar para o entretenimento. Tadeu repetiria este trajeto.

Ainda de acordo com a reportagem, parte dos caciques da Globo entendem que é importante que o apresentador do Big Brother tenha credibilidade e não seja visto como uma espécie de “mico de circo”, já que eventualmente o programa pode acabar abordando temas que fogem do espectro de entretenimento. Outros diretores, porém, defendem que a pessoa não precisa ser jornalista para que seja respeitada pelo público.

Itens relacionados (por tag)

  • Tiago Leifert vai deixar a Globo após o The Voice Brasil

    Depois de 16 anos na Globo, o apresentador Tiago Leifert não renovou seu contrato com a emissora. Ele vai apresentar a décima temporada do The Voice Brasil na TV Globo até o dia 23 de dezembro. Os novos apresentadores do BBB22 e do próximo The Voice Brasil ainda serão definidos.

    Em comunicado, Tiago amadureceu a vontade de deixar as portas abertas para futuras parcerias.

    “A ideia de parar surgiu no meio do ano passado e venho conversando com calma com a Globo desde então, esperando o momento ideal. E é agora! A sensação é a de sair da casa dos pais para encarar o mundo. Eu tenho um caso de amor com a Globo. E por isso saio com a absoluta certeza de que posso me dar esse tempo e de que vou continuar sendo bem-vindo aqui a qualquer momento. Meu muito obrigado a todos que estiveram comigo. E em especial ao público, que sempre me acolheu”.

    Carreira
    O começo foi em 2004 como apresentador e editor na Rede Vanguarda, afiliada da Globo no interior de São Paulo. Depois, Tiago Leifert chegou ao SportTV, em 2006, como repórter e logo virou editor-chefe do Globo Esporte, apresentador e foi o responsável pela mudança no formato do jornal.

    Com um estilo único, chamou atenção e foi convidado para alçar novos voos como apresentador da versão brasileira do The Voice, em 2012. Em 2015, assumiu o matinal É de Casa. Esteve à frente, ainda, da Central da Copa, em 2010, 2014 e 2018, e participou do crescimento da franquia The Voice, apresentando a primeira temporada da versão Kids.

    Em 2016, trouxe sua paixão pelos games e pelo universo geek para a TV Globo, com o Zero 1. E, em 2017, assumiu um de seus maiores desafios: comandar o Big Brother Brasil.

    BBB
    Apresentando as últimas cinco edições do BBB, Tiago deixou sua marca não apenas com seus bordões como “fogo no parquinho” e “textão não decide paredão”, mas também pela empatia com os jogadores e na condução de edições históricas – a última garantiu o recorde mundial de votação popular em um reality show.

    No Domingão
    Por diversas vezes substituiu colegas em seus programas e, mais recentemente, encarou a missão de comandar as tardes de domingo durante uma licença médica de Fausto Silva e, depois, no Super Dança dos Famosos antes da chegada de Luciano Huck.

    “Eu cresci aqui, como pessoa e como profissional. Aliás, faz 20 anos que saí de casa para estudar nos EUA com a missão de um dia trabalhar na Globo. Eu consegui muito mais do que imaginava, e estou no momento perfeito, pessoal e profissionalmente, para encerrar esse capítulo que durou duas décadas. Tudo deu certo, foi lindo demais. Saio maduro, sem pressa, feliz e pronto para o mundo que está à minha frente.”

    “Aqui dentro construí uma história linda no esporte, onde pude criar novos estilos e narrativas, fazer parte de três Copas do Mundo e uma Olimpíada. No entretenimento, pude estar presente na implementação de quatro formatos e estar à frente de 16 temporadas de realities, uma paixão do Brasil e também minha. Mais lindo ainda foi comandar o ‘Big Brother Brasil’, um fenômeno apaixonante, do qual sempre fui fã, e que teve edições recentes consideradas históricas.”

    No seu perfil do Instagram, Tiago também se pronunciou e agradeceu o apoio da emissora e dos fãs.

  • Mau uso da internet pode potencializar questões emocionais, alerta psicóloga

    No mês em que é realizada a campanha “Setembro Amarelo”, dedicada à prevenção ao suicídio, especialistas alertam sobre o mau uso da internet e das redes sociais como forma de potencializar questões emocionais.

    Diversos casos são divulgados na mídia sobre jovens que pensam em tirar a própria vida ou acabam cometendo o ato por não saber lidar com as repercussões geradas na web.

    Segundo a psicóloga e professora do curso de psicologia da Faculdade Santa Casa, Cristiana Kaipper, a internet é um lugar que promove muita visibilidade, por isso, é importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos e tenham vigilância para evitar que eles se coloquem em situações difíceis de serem contornadas.

    “Se pessoalmente a pessoa lidava com o julgamento de um grupo pequeno de amigos ou colegas, na internet, o número de pessoas em que se interage se torna exponencial. Para um adulto essas reações já podem ser difíceis de sustentar, imagine para um adolescente que ainda está se estruturando emocionalmente e formando a identidade”, compara.

    De acordo com a psicóloga, existem alguns sinais que podem ser observados em pessoas que apresentam o risco para o suicídio.

    “Se a pessoa tem sinais depressivos ou o próprio diagnóstico, pode ser um indicativo. É comum que a tendência ao suicídio seja acompanhada de rigidez do pensamento, comportamentos impulsivos e ambivalência. Frequentemente a pessoa comunica que pensa sobre o assunto ou chega a ter comportamentos autodestrutivos, como se machucar, se cortar ou se envolver em atividades que ponham a vida em risco”, pontua.

    Segundo Cristiana, algumas doenças como depressão, transtorno bipolar ou transtorno borderline também são indicativos que é preciso ligar o sinal de alerta.

    “Estes transtornos em níveis mais graves comumente levam a pessoa a pensar em suicídio ou mesmo a cometê-lo como forma de se livrar da dor emocional”, avisa.

    A psicóloga também cita como fator de risco algum problema familiar. “O suicídio também pode refletir uma questão sistêmica familiar. Um trauma que é experimentado transgeracionalmente e não é resolvido pode criar uma tensão no sistema e trazer uma grande carga emocional em um dos membros da família, capaz de gerar algum transtorno ou mesmo levá-la ao suicídio, mesmo que ela, pessoalmente, não tenha experimentado um grande trauma”, observa.

    Busca por ajuda

    A psicóloga explica que familiares e amigos podem ajudar o indivíduo que apresenta pensamentos suicidas ficando atendo aos sinais e oferecendo ajuda através da escuta e empatia.

    “É importante estar atento às necessidades da pessoa e levar em consideração quando ela falar sobre suas dificuldades em lidar com questões da vida ou comunicar pensamentos suicidas. Geralmente a família tem muita dificuldade em lidar com sofrimentos desse tipo, ou desconsidera os pedidos de socorro por interpretar como drama ou tentativa de chamar atenção”, diz.

    Buscar auxílio terapêutico também é importante, caso a família perceba que há algum tipo de sofrimento emocional acontecendo ou algum comportamento disfuncional. “Frequentemente as pessoas banalizam o sofrimento emocional que, às vezes, com ajuda profissional poderiam ser resolvidos, manejados ou amenizados”, conclui.

  • A volta do circo: após 14 meses fechado, Le Cirque reabre dia 23 em Salvador

    O picadeiro ainda está vazio, mas as cadeiras já receberam a sinalização para o distanciamento durante as apresentações. Os 40 artistas, brasileiros e estrangeiros, que antes foram dispensados por conta da pandemia, já estão a caminho de Salvador. O trabalho para descarregar a estrutura e os equipamentos dos 10 caminhões e 20 carretas não param. Isso porque, no dia 23 vai ter marmelada, sim senhor. A bilheteria do Le Cirque volta a funcionar na Avenida Paralela, em Salvador, depois de um ano e quatro meses.

    “Foi muito difícil para nós. Chegamos aqui em março, no começou de tudo. Chegamos a funcionar, mas três dias depois a cidade fechou. Então, dispensamos a maioria dos nossos artistas”, declarou Priscila Ayres, 42, que pertence à geração da família que fundou o Le Cirque há 150 anos na França e que trabalha na administração do circo. Com a fase verde do plano de retomada das atividades econômicas da Prefeitura de Salvador, foi possível o funcionamento das atividades dos circos, teatros centros culturais, museus, galerias de arte, bibliotecas e similares, assim como parques públicos municipais, seguindo uma série de protocolos sanitários para garantir um retorno seguro.

    Os artistas que dependem da bilheteria para sobreviver foram os primeiros que tiveram as atividades interrompidas e estão sendo os últimos a retomar. “Foram momentos difíceis para manter tudo isso. Sem apoio algum, tivemos que vender três carros da família para se manter aqui”, disse Priscila. Ela é mãe da acrobata Amy Stevanovich, 12, que vai estrear no dia 23. “Estou muito ansiosa para isso. Venho treinando todos os dias”, disse a pequena artista durante um ensaio.

    Amy é irmã de Yam Deric, 20, o palhaço Tonelada. “A gente que era está acostumado e viver viajando, a gente passa três meses numa cidade e depois vai para outra, e depois outra, vendo o circo lotado e de uma hora para outra ter que baixar a lona é muito triste. Mas sempre mantivemos a esperança de um dia melhor e chegou”, disse ele, agora com motivos para sorrir e fazer a plateia gargalhar à vontade.

    Expectativa
    O Le Cirque está no Brasil há 25 anos e é quinta vez que o circo vem a Salvador. A reestreia será às 20h do dia 23 (sexta-feira) – haverá espetáculo também no sábado (24) e domingo (25) às 16h, 18h e 20h. “As pessoas estão ligando, enviando mensagens atrás de informações sobre o nosso retorno. Graças a Deus a busca está satisfatória. A expectativa é a melhor de todas”, contou a acrobata Stefany Stevanovich, 22, prima dos irmãos Amy e Yam.

    De acordo com o decreto municipal, os circos podem funcionar de segunda-feira a domingo, das 10h às 23h, sendo que a capacidade em cada sessão será baseada no distanciamento dos assentos, não podendo exceder o limite máximo de 50% da arquibancada ou 200 pessoas. O Le Cirque comporta 1.600 pessoas. “O nosso custo é grande e que 200 não suprem, porém só o fato de retomar a atividade já dá um fôlego para nós e acreditamos que as coisas tendem a melhorar porque a vacinação aqui em Salvador está sendo rápida e pretendemos ficar por aqui até o mês da criança, outubro”, pontuou Stefany. Para saber o valor da entrada e outras informações, basta acessar a página do Instagram @lecirquebrasiloficial. De acordo com o decreto, em um mesmo procedimento de compra de ingressos, podem ser adquiridos até quatro assentos vizinhos.

    A trupe é formada por pouco mais de 40 artistas, entre brasileiros, franceses, africanos, americanos, argentinos e chilenos. Hoje, em Salvador, estão cinco deles, entre palhaços e acrobatas. A grande maioria chega em Salvador até o 21. “Todos retornaram para as suas cidades de origem, mas já estão a caminho. Toda vez que a gente iniciai um espetáculo, há sempre uma surpresa. Nesse retorno, mesmo sem muitos recursos financeiros, porque ficamos parados, vamos tentar inovar de alguma forma. Estamos vendo isso com os artistas como a melhor forma de viabilizar”, declarou Stefany.

    Interação
    O público terá que estar com a máscara para ter acesso e permanecer no circo. As temperaturas serão checadas da entrada e haverá pontos com disponibilização de álcool em gel. Outra regra a ser observada é que o público deve permanecer sentado durante todo o espetáculo. Ou seja, aquela interação entre os artistas e a plantei não vai acontecer “ É estranho, pois a gente gosta que as pessoas participem literalmente do espetáculo, os palhaços faziam muito isso. Mas nada disso impede que a magia aconteça. Logo quando o circo surgiu, não tinha isso de chamar a plantei para o palco, era algo mais contido e mesmo assim o espetáculo era sucesso e está até hoje”, garantiu
    Priscila Ayres

    A saída das pessoas deverá será escalonada por fileiras de assentos. Além disso, devem ser evitados intervalos durante as apresentações. “É de praxe sempre quando acaba o espetáculo, os artistas ficam na saída para tirar foto com a plateia, mas infelizmente por conta protocolo isso não vai poder acontecer”, disse Priscila.

    Ainda de acordo com o protocolo, os serviços de preparação dos artistas para o espetáculo, como maquiagem, cabelereiro, auxílio para vestir e trocar figurinos, quando realizado por pessoas não pertencentes ao mesmo grupo familiar, devem ser feitos por profissionais usando os EPIs adequados. Nos camarins, deverá ser respeitado o limite de uma pessoa a cada quatro metros quadrados. Não devem ser compartilhados itens entre os artistas durante o espetáculo. Os microfones devem ser de uso exclusivo para cada artista e deverão ser higienizados ao final das apresentações.

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