Quinta-feira, 3 de Dezembro 2020
7:10:03pm
Final da Sul-Americana será no dia 23 de janeiro, na Argentina

Final da Sul-Americana será no dia 23 de janeiro, na Argentina

A final única da Copa Sul-Americana será disputada no dia 23 de janeiro de 2021, no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, na Argentina. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (9) pela Conmebol, após reunião com dirigentes da entidade e da Associação de Futebol Argentino (AFA).

O Bahia é um dos dois representantes brasileiros nas oitavas de final do torneio, junto com o Vasco. O Esquadrão medirá forças com o Unión de Santa Fé, com partidas marcadas para o dia 24 de novembro, na Arena Fonte Nova, e no dia 1º de dezembro, em Santa Fé, na Argentina. Já o cruz-maltino encara o Defensa y Justicia.

"Estamos comprometidos e vamos fazer o maior esforço para que, apesar do que estamos vivendo, seja uma final que fique na história e que transmita a paixão do futebol sul-americano", disse Claudio Tapia, presidente da AFA. Além dele, esteve na reunião Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol.

A entidade ainda não confirmou a data e o local da final da Libertadores, que, inicialmente, aconteceria no Maracanã. Quando anunciou o retorno dos dois torneios, a Conmebol tinha reservado três datas: 23 de janeiro, 24 de janeiro e 30 de janeiro de 2021. Assim, a tendência é que a última seja a escolhida para abrigar a decisão da principal competição de clubes da América do Sul.

A Conmebol também não se manifestou sobre a possibilidade de que as finais recebam público. Atualmente, os jogos da Copa Sul-Americana e da Libertadores não têm a presença da torcida.

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    "A previsão é de que ele tenha alta do hospital na terça-feira, 1º de dezembro. Mais atualizações serão fornecidas quando as informações estiverem disponíveis", informou a equipe americana

    Grosjean se enroscou com o russo Daniil Kvyat na primeira volta da corrida no Bahrein. Seu carro pegou fogo e ele ficou dentro do cockpit em chamas por 29 segundos. O piloto francês foi resgatado rapidamente e conseguiu se livrar de problemas mais graves de saúde.

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  • Argentinos se despedem de Maradona na Casa Rosada

    Uma multidão de torcedores e personalidades do esporte e da política começou a chegar à mítica Casa Rosada nesta quinta-feira (26) para se despedir do ícone do futebol Diego Armando Maradona, que morreu ontem, aos 60 anos, após sofrer um ataque cardíaco.

    A morte de um dos melhores e mais carismáticos jogadores de futebol da história, ocorrida em sua casa no subúrbio de Buenos Aires, gerou profundas reações e homenagens, incluindo líderes mundiais e o papa Francisco.

    "Obrigado por ter jogado futebol, porque é o esporte que mais me dá alegria, mais liberdade. É como tocar o céu com as mãos. Graças à bola", disse Maradona em 2005 durante um programa de televisão que apresentava, referindo-se ao que diria em seu próprio funeral.

    A mídia argentina espera que até 1 milhão de pessoas se despeça do ídolo na Casa Rosada, um grande número em meio à pandemia do novo coronavírus que está abalando o mundo.

    Antecipando-se ao velório de três dias, milhares de argentinos saíram às ruas ontem para homenagear o craque, deixando flores e mensagens em lugares emblemáticos de sua vida na Argentina.

    "Sou um torcedor do Racing Club, mas, para mim, isso transcende o que os clubes são. [Maradona] é a Argentina, ele é o povo. É basicamente tudo para mim", disse à Reuters Gonzalo Vera, de 21 anos, em frente ao estádio do Boca Juniors, do qual Maradona era um conhecido torcedor.

    O polêmico ídolo alcançou fama global após o grande desempenho que teve na Copa do Mundo do México, em 1986, quando levou a Argentina ao seu segundo título mundial com alguns dos gols mais memoráveis ​​da história dos mundiais.

    "Diego" ou "Pelusa", como era conhecido, teve vários problemas de saúde devido ao abuso de drogas e álcool e, semanas atrás, foi submetido a uma cirurgia no cérebro. Em mais de uma ocasião nas últimas décadas, ele teve que ser hospitalizado de emergência para salvar sua vida.

    O governo da Argentina decretou três dias de luto nacional, enquanto as homenagens - que começaram com minutos de silêncio na Copa Libertadores e na Liga dos Campeões, além de inúmeras demonstrações de carinho nas ruas e nas redes sociais - se repetem em todo o mundo.

  • Morre Diego Maradona, maior ídolo do futebol argentino

    Aos 60 anos, o ex-jogador Diego Maradona morreu nesta terça-feira (25) após parada cardiorrespiratória. Ele estava em sua casa quando teve um mal súbito e não resistiu.

    Maradona já vinha enfrentando problemas de saúde desde o início do mês, quando esteve internado por conta de um hematoma cerebral. Ele passou por cirurgia na Clínica Olivos, hospital de Buenos Aires, e recebeu alta após oito dias. Seu médico particular, o neurocirurgião Leopoldo Luque, que acompanhou seu procedimento e recuperação, afirmou que Maradona iria começar um um tratamento de reabilitação para combater o alcoolismo.

    Maradona fez história com a camisa do Boca Juniors, Napoli e da seleção da Argentina, quando foi campeão mundial em 1986. Sua carreira começa em outro clube do seu país natal, o Argentino Juniors, onde ficou de 1976 a 1981, disputando 166 jogos e marcando 116 gols. O carinho do clube pelo ex-jogador é tão grande que o estádio leva seu nomes: Diego Armando Maradona.

    De lá, ele parte para um dos maiores clubes da Argentina, o Boca. Apesar de ter passado apenas duas temporadas na La Bombonera, Maradona dedicou sua marca com um título de campeonato argentino (1981) e o prêmio de melhor jogador do país. A partir de 1982 Diego atuou na Europa, com as camisas de Barcelona, Napoli e Sevilla.

    No clube catalão, foram três títulos conquistados e 38 gols em 58 partidas disputadas. Mas seu auge jogando por um clube foi na equipe italiana. Foram 7 temporada no Napoli, quando conquistou duas vezes o Campeonato Italiano, uma Taça da Itália, uma Supercopa da Itália e uma Copa da UEFA. Foram 259 jogos e 115 gols

    Antes de retornar para a argentina, Diego Maradona teve uma rápida passagem pelo Sevilla, com 29 partidas disputadas e sete bolas na rede. Mais rápida que a passagem pelo Sevilla, só os cinco jogos disputados pelo Newell´s Old Boys, quando não fez nenhum gol. Ele encerra sua carreira no Boca Juniors, em 1997.

    Atualmente Maradona treinava o Gimnasia La Plata, mas interrompeu o trabalho por conta do hematoma cerebral. O ex-jogador deixa 5 filhos.

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