Segunda-feira, 30 de Novembro 2020
1:54:33am

Uma das saídas para amenizar os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19, as vendas online tem no Nordeste o grande destaque do país. Segundo o índice MCC-ENET, a região registrou em setembro uma alta de 92,25% no volume de transações pela internet e um crescimento de 101,68%. Em ambos os casos, a avaliação foi feita no comparativo com o período base (2017).
Os dados garantiram ao Nordeste o quinto mês seguido na liderança do índice, medido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) e o Neotrust|Movimento Compre & Confie. No índice de vendas feitos, o segundo maior avanço aconteceu no Norte (66,88%), seguido do Centro-Oeste (64,42%), Sul (60,19%) e Sudeste (47,58%).

“O e-commerce vem crescendo em todas as regiões do país em 2020, com maior destaque para o Nordeste, onde tivemos inclusive o decreto de lockdown para algumas cidades, o que fez com que novos consumidores migrassem suas compras para o canal online por necessidade, porém acabassem criando o hábito de comprar através do e-commerce”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust|Compre & Confie.

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Agora que já foram concluídas as etapas formais para a criação do Consórcio do Nordeste, que visa representar os governos da região no âmbito jurídico, os membros começaram a debater os primeiros projetos. Um deles é firmar contrato com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que exporta profissionais da área, a fim de retomar um programa nos moldes do “Mais Médicos”.

Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que eles já consultaram a identidade para fazer um contrato regional.

A organização rescindiu o acordo com o Brasil, logo após a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no ano passado. O capitão fazia duras críticas ao programa, que tinha, em sua maioria, médicos cubanos atuando no Brasil. O problema é que o governo federal não deu conta de repor os profissionais nas unidades antes assistidas pelos estrangeiros. De acordo com a publicação, o New York Times estima que 28 milhões de brasileiros ficaram sem atendimento médico.

Fonte: Bahia Notícias

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