Sexta-feira, 15th Novembro 2019
3:32:26pm
O Jornal da Cidade

O Jornal da Cidade

O sargento João Batista Firmo Ferreiro, tio da primeira-dama do Brasil Michelle Bolsonaro, foi preso nessa quarta-feira (29). Ele e outros seis policiais militares são suspeitos de integrar uma milícia que atua na região do Sol Nascente, em Ceilândia, no Distrito Federal.

João Batista Firmo Ferreira, é primeiro sargento, e um dos alvos da Operação Horus, que investiga PMs por crimes de loteamento irregular do solo, extorsão e até homicídio, relacionados à grilagem de terras. O militar reformado é irmão de Maria das Graças, mãe de Michelle.

A operação foi feita pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal, juntamente com a Coordenação Especial de Repressão à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes contra a Administração Pública e contra a Ordem Tributária da Polícia Civil DF e com a Corregedoria Militar do Distrito Federal.

Fonte:Bahia Notícias

Professores e estudantes de Salvador realizaram na manhã desta quinta-feira (30), no Centro da cidade, um protesto contra os bloqueios de recursos da educação. A manifestação faz parte de um ato nacional.

A concentração começou por volta das 9h, no Largo do Campo Grande. Às 10h30, os manifestantes tomaram todas as faixas da via, e dez minutos depois o grupo iniciou uma passeata tendo como destino a Praça Castro Alves, um trajeto de cerca de dois quilômetros.

O grupo chegou até a praça por volta das 12h30, e às 13 a manifestação começou a dispersar.

De acordo com a Transalvador, a caminhada deixou o trânsito bastante engarrafado. Os veículos ficaram atrás dos manifestantes e avançavam conforme o grupo andava. O órgão ainda afirmou que viaturas da Transalvador ficaram em vários pontos do trajeto do protesto, para monitorar o tráfego.

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) informou em um primeiro momento que teve R$ 37,3 milhões bloqueados, mas depois divulgou que, na verdade, o bloqueio foi de mais de R$ 55 milhões.

Além da Ufba e de institutos federais, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) e a Universidade Federal do Sudoeste da Bahia (Ufsb) também relataram cortes orçamentários, que chegam a cerca de R$ 40 milhões.

Interior do estado
Em Feira de Santana, cidade localizada a cerca de 100 km de Salvador, a concentração também começou por volta das 9h, na Praça Tiradentes. Por volta das 10h, os manifestantes saíram da praça e iniciaram uma caminhada pelas ruas da cidade.

Em Alagoinhas, a concentração começou às 8h, na Praça Rui Barbosa. Posteriormente, o grupo saiu em caminhada pelo centro da cidade, com destino à sede da prefeitura.

Na cidade de Serrinha, a manifestação começou às 8h, na Praça Luiz Nóbrega. O protesto, entretanto, ocorreu em formato de aula pública e não há previsão de que os manifestantes saiam em passeata.

Em Teixeira de Freitas, manifestantes bloquearam trecho da BR- 101, perto da sede do Instituto Federal da Bahia (Ifba). A cada 20 minutos, o grupo liberava o trânsito por cinco minutos e depois voltava a fechar a rodovia. O protesto foi encerrado por volta das 10h.

Na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, também teve protesto na manhã desta quinta-feira. Os manifestantes ficaram em frente à sede da prefeitura, gritando palavras de ordem e exibindo cartazes. Por volta das 11h, o ato já havia sido encerrado.

Fonte: G1/Bahia

O homem que foi condenado por júri popular, em 23 de maio, a 7 anos de prisão em regime semiaberto por matar o bailarino Augusto José da Purificação Conceição, conhecido como Augusto Omolú, já havia morrido um ano antes da realização do julgamento.

A informação foi divulgada ao G1 pela Defensoria Pública da Bahia (DPE), que defendia o réu, e pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que só ficaram sabendo do óbito depois de proferida a sentença dele.

O júri popular de Cleverson Santos Teixeira, que confessou ter matado Augusto Omolú, foi realizado em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador.

O réu morreu no dia 16 de abril de 2018, no Hospital Prado Valadares, em Jequié, no sudoeste baiano, após ter sido agredido com arma branca. Consta na certidão de óbito que a causa da morte foi a "instabilidade hemodinâmica secundaria, abdome agudo hemorrágico e inflamatório, instrumento perfuro contudentes".

Não há informações sobre quem cometeu o crime e nem a motivação.

A Defensoria Pública disse que não tem acesso ao sistema no qual consta o óbito do réu e que, por conta disso, não ficou sabendo da morte dele. Afirma que, antes do julgamento, tentou entrar em contato com Cleverson e com a família dele. No entanto, ninguém compareceu à Defensoria.

Segundo a Defensoria, não houve uma consulta ao cartório, que tem acesso ao sistema que informa todos os óbitos no país, antes da realização do julgamento. Ainda de acordo com o órgão, como a lei permite que o Júri seja feito sem a presença do réu, o julgamento foi, então, realizado.

No dia do julgamento, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) disse que Cleverson não participaria do júri e que era considerado foragido, porque, até então, o órgão também não sabia do falecimento dele.

O TJ-BA divulgou que Cleverson Santos Teixeira esteve presente em uma audiência em 12 de novembro de 2014 e que, após esta data, em 14 de janeiro de 2015, o réu foi pronunciado, ou seja, ficou decidido que existem indícios de um crime doloso contra a vida e que o acusado pode ser o culpado e que o processo será julgado por um tribunal do júri.

Em 21 de agosto de 2015, segundo o TJ-BA, foi tentada a intimação da decisão de pronúncia, mas o réu não foi encontrado no endereço fornecido nos autos.

O órgão diz que ele foi intimado da sentença por meio de edital. Ainda segundo o órgão, a Defensoria Pública recorreu da decisão de pronúncia e os autos foram encaminhados ao TJ-BA. Em 15 de maio de 2017, ocorreu o trânsito em julgado da decisão de pronúncia, ou seja, a decisão não poderia mais ser revertida.

Após ser designada a sessão do júri, o TJ informou que tentou novamente intimar o réu, mas que, mais uma vez, ele não foi encontrado.Nesse caso, segundo o órgão, quando o réu não é encontrado, a intimação é feita por edital e o júri pode ser realizado sem a sua presença.

O TJ afirmou que não havia qualquer informação nos autos do falecimento do réu antes do julgamento. Disse que o cartório tem acesso ao sistema SCC (Sistema de Controle de Certidão), que informa os óbitos ocorridos no Estado da Bahia, mas não foi consultado o referido sistema antes do julgamento.

Somente três dias após o júri, o órgão disse que ficou sabendo da morte de uma pessoa de nome Cleberson Santos Teixeira, mas que não encontrou dados suficientes para determinar se esse homem morto foi Cleverson. O órgão disse que não havia, por exemplo, dados como RG ou nome da mãe para fosse confirmado se realmente se tratava do réu.

O Tribunal de Justiça disse que atestou o óbito do réu após solicitar uma cópia da certidão de óbito de Cleverson ao cartório de Jequié.

O órgão informou que, agora, após juntada da informação aos autos, será extinta a sua punibilidade e, consequentemente, haverá arquivamento dos autos.

Julgamento
Familiares e amigos do dançarino acompanharam o júri vestidos com blusas que tinham a foto de Augusto Omolú – como o artista era conhecido. Eles também levaram cartazes com pedidos de justiça.

Inicialmente, a pena de Cleverson para o assassinato foi fixada em oito anos. No entanto, seis meses foram atenuados porque ele estava com menos de 21 anos na época do crime, e outros seis meses porque ele confessou o delito.

Caso

Cleverson confessou à polícia que matou o bailarino com três golpes de faca no pescoço, em junho de 2013, após uma briga entre eles. Em depoimento, o homem disse que a vítima pagaria R$ 100, referente a um programa. O suspeito teria aceitado, mas quando chegaram no sítio de Omolú, em Lauro de Freitas, houve uma discussão entre os dois e, em seguida, o assassinato.

Omolú foi achado pelo caseiro do sítio, de bruços, entre a sala e a cozinha do imóvel. Segundo a polícia, o suspeito morava ao lado de um bar onde conheceu a vítima, em Portão, também em Lauro de Freitas.

Cleverson foi preso cerca de dois meses após o crime, depois de vender o celular do dançarino. Entretanto, ele conseguiu responder o crime em liberdade e, em 2015, ficou definido que ele iria à júri popular.

Quando foi morto, Omolú tinha 50 anos. Ele era professor, bailarino e um dos coreógrafos do Balé do Teatro Castro Alves (BTCA). O corpo dele foi velado no foyer do TCA, no Campo Grande. Augusto Omolú foi enterrado na Ordem Terceira de São Francisco, na Quinta dos Lázaros, em Salvador.

Fonte: G1/Bahia

Se não foi perfeito, foi quase. Em três partidas contra o São Paulo, o Bahia não levou gols, empatou pela Série A e eliminou o clube paulista da Copa do Brasil com duas atuações seguras. Na noite desta quarta-feira, 29, passou poucos sustos na Arena Fonte Nova e garantiu vaga nas quartas de final com 1 a 0 em um contragolpe mortal – igualzinho na ida.

O jogo

Agora, o Esquadrão espera a definição dos outros times, que estarão nas quartas de final, para que seja feito o sorteio dos jogos e, assim, conhecer o adversário. Internacional e Grêmio estão classificados.

Sem receio de se defender, o técnico Roger se armou com uma linha de cinco defensores, com Gregore no meio dos zagueiros. E a postura do Esquadrão freou o ímpeto dos paulistas durante parte do 1º tempo. A primeira chance foi de Gilberto, que ganhou da marcação num contra-ataque e chutou mascado.

As melhores oportunidades da etapa inicial, porém, foram do São Paulo. Aos 35, Helinho mandou no travessão. Nos acréscimos, Arboleda cabeceou por cima do gol de Douglas.

O time paulista voltou mais ligado para o 2º tempo e começou a pressionar o Bahia. Mas foi o Esquadrão quem marcou: aos 8, Artur puxou contra-ataque, ganhou de Arboleda e tocou para um surpreendente Ernando, que acreditou desde o início no lance e apareceu sozinho: 1 a 0.

Soberano, o Bahia cozinhou o jogo. Aproveitando que o São Paulo sentiu o gol sofrido, o Tricolor controlou a partida. Para melhorar, aos 40, Fernandão ainda descolou a expulsão de Arboleda, que o impediu de ficar de cara para o goleiro Tiago Volpi. À essa altura, a torcida do Esquadrão já comemorava a classificação.

Fonte: A Tarde

Após dois anos de seguir carreira solo, a cantora Sol Almeida entrou com um processo contra o Grupo Aviões na Vara Cível na Comarca de Fortaleza. A artista era sócia da banda e foi integrante do conjunto por 15 anos. De acordo com informações do O Povo, a baiana pede cota de participação de 25% referente ao patrimônio da banda, com valor estimado de R$ 5 milhões.

A justificativa para tal atitude seria que "ela foi expulsa sem acordo prévio". “Ocorre que em setembro de 2016 os sócios Carlinhos Aristides e Isaias CD – sem qualquer justificativa para tanto! – comunicaram a cantora Solange Almeida que a ‘banda’ não tinha mais interesse na sua permanência, como se isso fosse possível, e que a mesma só era bem vinda até o término do carnaval de 2017, o que de fato se concretizou em 28/02/2017”, detalha o processo.

Ainda no documento, Sol pediu que os bens como ônibus, valores bancários e empreendimentos fossem bloqueados para que garantissem a cota de direito. Entretanto, o juiz responsável pela análise da tutela de urgência indeferiu o pedido, pelo fato dela ter entrado com o processo após dois anos da saída do grupo.

O empresário do Grupo Aviões, Carlinhos Aristides, disse estar passando por um momento triste por conta da morte de Gabriel Diniz. “Amanhã vamos emitir uma nota sobre esse caso”, pontuou. Vale lembrar que em setembro de 2018, a cantora declarou que deixou a banda para evitar uma tragédia (relembre aqui). Confira a nota de posicionamento da cantora Sol Almeida:

Em face das notícias recentemente veiculadas nas redes sociais sobre um processo cível de apuração de haveres (Processo nº 0117685-22.2019.8.06.0001, em curso na 3ª vara cível da comarca de Fortaleza/CE) em que é Autora a Cantora Solange Almeida e são promovidos os seus ex-sócios Carlinhos Aristides, Isaias Cd´s, Xand Avião e Cláudio Melo, inicialmente temos a esclarecer que antes de ingressar como qualquer processo judicial a Artista Solange Almeida tentou de todas as maneiras resolver as questões existentes com seus ex-sócios através do diálogo, ocorre que passados mais de 02 (dois) anos de sua saída da banda Aviões do Forró a mesma não encontrou reciprocidade nas tratativas amistosas que fez.

O referido processo não é de natureza criminal e sim cível, não tratando de quaisquer questões pessoais entre os ex-sócios e nem muito menos fazendo acusações de qualquer natureza sobre os mesmos!

O único objetivo da ação judicial em questão é a de ver reconhecidos os direitos da artista Solange Almeida pelos seus mais de 11 (onze) anos de banda Aviões do Forró e que até agora não foram pagos pelos administradores da empresa e demais sócios que permaneceram na banda.

Importante esclarecer, ainda, que não existe qualquer outra ação judicial ou procedimento policial correndo em desfavor de qualquer das partes do processo, quer seja por questões patrimoniais, quer seja por questões criminais.

É absurda e leviana a afirmação de que Solange Almeida estaria se utilizando de um processo criminal por assédio sexual para com isso pressionar um de seus sócios a pagar o que lhe é devido.

Por fim, confiamos na justiça e estamos certos de que ao final do processo todos os direitos da artista Solange Almeida serão reconhecidos pelo Poder Judiciário do Estado do Ceará.

Os homens que foram presos após fazerem moradores reféns em uma casa no bairro de Santa Cruz, em Salvador, na noite de terça-feira (28), vinham sendo investigados há 2 anos por homicídios, roubos e tráfico de drogas, informou, nesta quarta (29), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Seis vítimas ficaram sob o poder do grupo na residência por cerca de 3h.

No final da manhã desta quarta, os dez presos foram apresentados à imprensa, no auditório do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro da Pituba. Cinco deles participaram da ação em que os moradores foram feitos reféns. Os outros cinco tinham sido presos horas antes e, segundo a polícia, indicaram o local onde estava um comparsa, e onde a polícia acabou encontrando outros cinco suspeitos.

Os homens presos por manter as seis pessoas reféns foram Fábio de Souza Costa, o 'Binho', 34, Mateus Santos Silva, 24, Jônatas Silva da Cruz Cerqueira Santos, 18, Renilson dos Santos Puridade, 2, e Gabriel Oliveira de Alcântara, 30. A polícia informou que eles vão responder por porte ilegal de arma, resistência, cárcere privado e tráfico de drogas.

Antes deles, já havia sido presos Alex de Oliveira Santos, o 'Arraia', 21 anos, e João Paulo Souza Santos, o 'JP', 22, Lucas dos Santos, o 'Amoeba', 20, André Caique Pereira Bispo Santana, 21, e Wesly Machado Soares, 21, apontados como pertencentes ao mesmo grupo criminosos. Eles foram autuados por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Conforme a SSP, Alex e João são suspeitos de liderar uma organização criminosa que atua com comércio de entorpecentes, homicídios, roubos e corrupção de menores, na localidade da Sucupira, no bairro da Santa Cruz.

O caso

Um grupo de homens armados invadiu uma casa e fez moradores reféns por mais de três horas, no bairro de Santa Cruz, em Salvador, na noite desta terça-feira (28). De acordo com a polícia, seis vítimas estavam no imóvel, entre elas, duas mulheres e duas crianças, que não tiveram as identidades e idades divulgadas.

Segundo a Polícia Militar, a situação começou depois que agentes foram ao imóvel para verificar informações colhidas após a prisão de cinco criminosos na região da Avenida Adhemar de Barros, em Ondina.

"Fomos informados de um veículo transitando na Avenida Garibaldi, por volta das 18h30. Efetuamos a abordagem do veículo e identificamos cinco suspeitos, dentre eles, três com mandado de prisão em aberto. [Os suspeitos] Foram conduzidos para o DHPP e lá eles deram a localização de uma casa [no bairro de Santa Cruz] que seria a residência de um deles, onde teria armas e drogas. Outras guarnições foram para o local e efetuaram a abordagem. Na tentativa de entrar na residência, os policiais foram recebidos a tiros e uma família foi feita de refém", relatou o comandante da Rondesp Atlântico, major Edmundo Assemany,

De acordo com a polícia, ao menos cinco suspeitos participaram da ação. Conforme detalhou Assemany, a negociação começou por volta das 20h, quando o imóvel foi isolado e o Bope, unidade responsável por ocorrências com reféns, acionado. O grupo foi preso por volta das 23h40, após liberar as vítimas. Foram 2h50 de negociação, informou a Secretaria de Secretaria Pública (SSP-BA).

Agentes da 40ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Nordeste de Amaralina), da Rondesp Atlântico e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) participaram da ação e negociaram com os suspeitos. Dezenas de moradores da região acompanharam a situação.

Terceiro caso
Este é o terceiro caso de invasão de imóvel com reféns na região em menos de seis meses. Em dezembro de 2018, quatro homens armados entraram em um posto de saúde, no mesmo bairro, após uma troca de tiros com policiais militares que deixou três suspeitos mortos.

Na época, dezesseis pessoas, entre funcionários e pacientes, ficaram em poder dos criminosos por mais de três horas. As vítima só foram liberadas após intensa negociação entre a polícia e os homens, que foram presos.

O segundo caso ocorreu em abril deste ano, no Vale das Pedrinhas, na mesma região. Uma mulher de 34 anos e os filhos, uma adolescente de 15 anos e um menino de 2, foram feitos reféns por cerca de três horas, na casa da família, após criminosos, que também estavam em fuga, invadirem o local.

Durante a ação, um tiro chegou a ser disparado dentro do imóvel, mas ninguém ficou ferido. Os seis suspeitos foram presos após a ação. Entre eles, um jovem que havia participado da invasão ao posto de saúde. Nas duas ocasiões foram apreendidas armas.

Fonte: G1/Bahia

Um homem procurado pela polícia por crimes como homicídios, tráfico de drogas e roubos foi preso na madrugada desta quarta-feira (29), após ter uma crise de hipoglicemia e buscar atendimento no Hospital Municipal de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.

De acordo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Fábio Falcão Ferreira foi reconhecido por policiais que ficam na unidade de saúde. O rapaz é o "7 de Espadas" do Baralho do Crime da SSP-BA, catálogo que reúne fotos dos criminosos mais procurados do estado.

Fábio Falcão, também conhecido como "Fabinho", possuía mandado de prisão em aberto por envolvimento em crimes que, segundo a SSP-BA, eram realizados no bairro de Periperi, em Salvador.

Ainda segundo a SSP, Fabinho permanece na unidade hospitalar, custodiado e recebendo os cuidados médicos. Após alta, ele será encaminhado para o sistema prisional.

Fonte: G1/Bahia

O cantor Agnaldo Timóteo, que desde 21 de maio está internado no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, teve uma "discreta melhora" no estado de saúde, na madrugada desta quarta-feira (29), mas permanece em estado considerado grave e entubado, conforme boletim médico divulgado pela unidade médica.

De acordo com o documento, o paciente permanece internado na unidade de terapia intensiva (UTI) e tem quadro de saúde instável.

Na terça, o boletim divulgado indicava uma piora no estado de saúde.

Na segunda-feira (27), o hospital informou que o cantor estava com um quadro de infecção urinária. Apesar disso, na ocasião, o artista tranquilizou fãs e admiradores, através de um vídeo, ao afirmar que estava bem.

Caso

Agnaldo foi internado, primeiro, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barreiras, cidade no oeste da Bahia, na tarde do dia 20 de maio.

Ele foi levado para a UPA pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ainda na UPA, o artista gravou um vídeo falando que não ia mais se apresentar em uma festa na cidade de Santa Rita de Cássia, no oeste baiano. O show estava previsto para o mesmo dia em que ele passou mal.

Um dia após o mal-estar, Agnaldo foi transferido de Barreiras para o Hospital Roberto Santos, em Salvador, em uma UTI aérea. Inicialmente, o filho e assessor de imprensa do cantor disse que ele foi internado por causa da pressão alta. Após o artista ser atendido em Salvador, ficou confirmado que ele sofreu um AVC.

Fonte: G1

O cantor Gabriel Diniz, que morreu na tarde desta segunda (27) em um acidente de avião, tinha shows agendados até o final do período de São João em todo o Brasil. Ele ainda se apresentaria pelo menos seis vezes na Bahia. O site do cantor, com sua agenda oficial, está fora do ar desde que o acidente aconteceu.

Gabriel cantaria no sábado (1º) na 30ª edição do Arraiá do Galinho, em Salvador. A organização do evento informou que não haverá substituição ao cantor na grade de atrações. "Quando optamos por Gabriel Diniz entre nossas atrações, sabíamos do tamanho de seu talento e o quanto ele agregaria no nosso evento, por isso não conseguiríamos substituí-lo", diz nota enviada à imprensa.

Na nota, a organização do Arraiá lamenta a morte e diz que a "alegria e energia" de Gabriel serão exaltadas no evento através de homenagens de outros artistas, como Léo Santana, Marília Mendonça e Tayrone. "Nosso Gabriel Diniz será lembrado com muito carinho, alegria e admiração. Toda equipe do Galinho se sensibiliza e solidariza com os familiares e colegas do artista e das demais vítimas do acidente".

Além da capital, Gabriel participaria do São João em Santo Antônio de Jesus no dia 22 de junho, na praça da cidade; na mesma data, ele faria show no evento particular Forró do Lago. A agenda ainda incluia o Forró Ticomia, em Ibicuí, no dia 23. No dia 24, ele estaria no Arraiá da Ita, em Itaberaba. No finalzinho do período de festas, já em julho (dia 1º), viria mais um show na Bahia: o Forró do Bongo, em Catu.

A prefeitura de Itaberaba divulgou nota lamentando a morte. “O São João de Itaberaba perde uma estrela e o mundo perde um grande artista. No auge da carreira, aos 28 anos, Gabriel Diniz nos deixa ao som de uma atitude nobre, que foi lançar uma música que trata do empoderamento das mulheres de tamanhos especiais, provando que ousando e pensando fora da caixa também é possível mostrar trabalho e ser reconhecido. A família que chora agora é de milhões de brasileiros, que se renderam à irreverência e musicalidade desse grande talento. Gabriel, que estaria conosco na noite do dia 24 em nosso Arraiá da Ita, deixa uma lacuna, mas temos a certeza de que nesse dia o céu estará mais brilhante. Aos pais, entes queridos e fãs, nossos sentimentos. Vai em paz, Gabriel”, diz o texto.

Partida de Salvador
O voo de Gabriel Diniz partiu de Salvador e tinha destino a cidade de Maceió. Na capital alagoana, ele encontraria a família e a namorada, Karoline Calheiros. O motivo do encontro seria para comemorar o aniversário de 25 anos da jovem, que é psicóloga.

Na noite deste domingo (26), ele fez um show em Feira de Santana, a 108 km de Salvador, e voltou para a capital baiana na manhã desta segunda, onde pegou o avião com direção a Alagoas. Por volta das 10h, Gabriel compartilhou no Instagram que estava em uma sessão de ozonioterapia.

A queda do avião vai ser investigada pelo Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede no Recife e que abrange o estado de Sergipe. Mas, segundo informações prévias, o tempo estava fechado na hora do acidente, o que pode ter dificultado as condições de navegabilidade.

Despedida
O velório e o enterro do artista serão nesta terça-feira (28), em João Pessoa (PB). O cantor, que nasceu em Campo Grande (MS), se mudou ainda criança para a capital paraibana. Em 1º de abril deste ano, Gabriel Diniz recebeu o título de cidadão paraibano na Assembleia Legislativa do estado.

"Informamos que o velório do cantor Gabriel Diniz será amanhã, 28, no ginásio poliesportivo Ronaldo Cunha Lima (Av. Eng. Agrônomo Álvaro Ferreira) no bairro do Cristo Redentor em João Pessoa (PB). O horário ainda não foi confirmado devido à necessidade de se esperar a liberação oficial do corpo. O enterro também será aberto ao público no cemitério Parque das Acácias (Rua Luiz Lima Freire, 200)", diz nota da assessoria.

O avião que transportava o artista, dono do hit 'Jenifer', que foi a música mais tocada do último Verão, não tinha autorização para a realização de táxi aéreo.

Fonte: Correio24horas

Gabriel Diniz morreu na tarde de segunda-feira, 27 de maio, aos 28 anos, depois que o monomotor em que estava com mais dois tripulantes, um Piper prefixo PT-KLO, caiu em um mangue na região de Porto do Mato, em Estância, no sul de Sergipe. De acordo com a Polícia Militar, Linaldo Xavier e Abraão Farias, pilotos e diretores do Aeroclube de Alagoas, também estavam no voo e não resistiram ao acidente. Amigos do cantor estiveram no local e reconheceram o corpo do artista.

Gabriel Diniz se apresentou em um show em Feira de Santana, na Bahia, na noite de domingo (26) e queria aproveitar o dia de folga para visitar a namorada, Karoline Calheiros, que faz aniversário neste dia 27. Nas redes sociais, circulam imagens dos documentos do cantor, que foram encontrados por moradores na região.

Em nota oficial, a assessoria do cantor lamentou a morte. "A Luan Promoções, familiares, fãs, amigos e equipe estão todos muito abalados com está triste notícia que pegou todos de surpresa nessa manhã, 27. Com muito pesar confirmamos a morte do Gabriel Diniz e de todos tripulantes! O cantor estava em um bimotor que caiu no sul do estado de Sergipe no começo dessa tarde. Sua alegria estará para sempre em nossos corações! Não deixaremos perder a sua irreverência jamais, você conquistou uma nação com o seu trabalho e carisma! Estendemos nossos sentimentos também aos familiares dos outros tripulantes envolvidos!", dizia o comunicado.

CARREIRA EM ASCENSÃO
Nascido em Campo Grande, no Mato Grosso, e criado João Pessoa, na Paraíba, ficou conhecido do público com Jenifer, o single lançado no final de 2018 e que virou o hit do último verão. Gabriel sempre foi apaixonado por música e já na adolescência participava de bandas de garagem na capital paraibana. Ele chegou a cursar engenharia elétrica, abandonando a faculdade pelos palcos quando veio a proposta para assumira os vocais da Capim com Mel, banda de forró de Recife (PE). O cantor também passou pelos grupos Forró na Farra e Cavaleiros do Forró, até criar sua própria banda, a Gabriel Diniz e Forró na Farra.

Referência no forró e "forrónejo", um mix do estilo com o sertanejo, ele lançou seis álbums GD at the Park (Ao Vivo), GD Live (Ao Vivo), GD Verão, GD, Gabriel Diniz Na Ilha (Ao Vivo) e À Vontade, com sucesssMas o sucesso veio mesmo com "Jenifer". A divertida canção bateu recordes e ficou em 1° em rádios e serviços de streaming. Em entrevista ao programa The Noite, o músico cantou que o sucesso quase foi gravado por Gusttavo Lima. Na atração, ele afirmou ainda que era mais que um homem de um hit só e que o novo álbum, À Vontade, iria mostrar que tinha carreira após "Jenifer'. "Cantar está em mim. Levar alegria é minha missão de vida. Não sou um artista de uma música só", disse ele.

A boa fase na carreira já tinha rendido parcerias com nomes como Wesley Safadão, Léo Santana, duplas Maiara e Maraísa e Luiza e Maurílio - com outra dupla, Jorge e Mateus, ele fez o hit Paraquedas.

No começo do mês passado, ele recebeu o título de Cidadão Paraibano, na Assembleia Legislativa da Paraíba. “Estou imensamente feliz com esse título. É uma honra ser nomeado cidadão paraibano. Agradeço a toda Assembleia por essa linda homenagem”, disse Gabriel na ocasião.

Fonte: Revista Quem

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