Domingo, 19th Maio 2019
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Ingressos para show de Sandy e Junior em Salvador começam a ser vendidos no dia 20 de março

Ingressos para show de Sandy e Junior em Salvador começam a ser vendidos no dia 20 de março

Os ingressos de pré-venda para o show de Sandy e Junior em Salvador, que integra a turnê em para celebrar os 30 anos de carreira dos dois, serão vendidos nos dias 20 e 21 de março a partir das 10h pela internet e na bilheteria oficial, que fica no Shopping Paralela. A apresentação será realizado na Arena Fonte Nova, no dia 13 de julho. Os ingressos custam entre R$ 70 e R$ 340.

A pré-venda é exclusiva para clientes com cartão Elo. As vendas para o público em geral começam no dia 22 de março, a partir da 00h01 pela internet e 10h no Shopping Paralela.

Nesta quarta-feira (13), a dupla reuniu a imprensa e anunciou a turnê pelo Brasil. Os shows serão ao longo do segundo semestre de 2019. As datas e cidades anunciadas são:

Recife - 12 de julho
Salvador - 13 de julho
Fortaleza - 19 de julho
Brasília - 20 de julho
Rio de Janeiro - 3 de agosto
Belo Horizonte - 17 de agosto
São Paulo - 24 de agosto
Curitiba - 31 de agosto
Manaus - 13 de setembro
Belém - 14 de setembro
Junior explicou que será uma turnê pontual de celebração. Ele afirmou que não vai ter música das carreiras solo. O repertório será da dupla Sandy e Junior. "Não pretendemos gravar nenhuma música nova. Só revisitar o repertório antigo. A ideia é incluir todos os clássicos", ele disse.

Com a família presente, Junior explicou que Xororó foi o responsável pela decisão do encontro: "Ele que botou pilha. É o grande culpado de tudo isso".

Sandy disse: "O público estava sedento por isso há muito tempo, mas pela primeira vez nos sentimos prontos para viver isso". Depois, ela acrescentou: "Deu vontade de a gente se divertir".

Trajetória
A primeira aparição de Sandy e Junior aconteceu em 1989 cantando “Maria Chiquinha” em um programa de TV. Nos anos seguintes, os filhos do cantor sertanejo Xororó ainda emplacaram muitos outros sucessos, como "Dig-Dig-Joy", "Era uma vez", "A lenda", "imortal" e "As quatro estações".

Em 2007, Sandy e Junior anunciaram a separação, mas deixaram para os fãs um DVD acústico com participações de Ivete Sangalo, Lulu Santos e Marcelo Camelo.

Com o término do trabalho como dupla, Sandy se dedicou a sua carreira solo. O mais recente projeto, “Nós, voz, eles”, mostra a cantora sentadinha, cantando ao lado de diversos artistas como Maria Gadú, Anavitória, Melim, Iza, Thiaguinho, além do marido, Lucas Lima, e do pai Xororó.

Já Junior se dedicou a inúmeros projetos. O artista realizou exposição fotográfica, mostrou talento como youtuber na apresentação do programa “Pipocando Música” e rodou o país com o projeto de música eletrônica Manimal.

Confira os preços dos ingressos:
CADEIRA CENTRAL (TURU TURU) - R$ 140,00 e R$ 280,00

FRONTSTAGE (EU ACHO QUE PIREI) - 1º LOTE - R$ 150,00 e R$ 300,00

FRONTSTAGE (EU ACHO QUE PIREI) - 2º LOTE - R$ 160,00 e R$ 320,00

FRONTSTAGE (EU ACHO QUE PIREI) - 3º LOTE - R$ 170,00 e R$ 340,00

CADEIRA LATERAL (AS QUATRO ESTAÇÕES) - 1º LOTE R$ 100,00 e R$ 200,00

CADEIRA LATERAL (AS QUATRO ESTAÇÕES) - 2º LOTE - R$ 110,00 e R$ 220,00

CADEIRA LATERAL (AS QUATRO ESTAÇÕES) - 3º LOTE - R$ 120,00 e R$ 240,00

CADEIRA SUPERIOR (A LENDA) - 1º LOTE - R$ 70,00 e R$ 140,00

CADEIRA SUPERIOR (A LENDA) - 2º LOTE - R$ 80,00 e R$ 160,00

CADEIRA SUPERIOR (A LENDA) - 3º LOTE - R$ 90,00 e R$ 180,00

Serviço
Sandy e Junior: "Nossa história"

Data: ​13 de julho de 2019 (Sábado)

Horário do show: 20h30

Local: Arena Fonte Nova

Endereço: Ladeira da Fonte das Pedras, s/n - Nazaré, Salvador - BA

Ingressos: a partir de R$70,00 (ver tabela completa)

Classificação etária: 15 anos. Menores de 06 a 14 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*

Capacidade: 15.868 pessoas

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  • Hóspede é baleado em saguão de flat durante assalto em Salvador

    Um homem de 42 anos foi baleado no saguão de um flat do bairro Caminho das Árvores, em Salvador, durante um assalto. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), o caso ocorreu na noite de quarta-feira (15).

    Segundo a polícia, a vítima é natural de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, a cerca de 606 km de Salvador.

    Conforme informou a SSP-BA, dois criminosos viram o momento em que a vítima chegava com a família - mulher e uma criança - no Iguatemi Business & Flat. Os criminosos então entraram no empreendimento antes das vítimas, se passaram por clientes, e quando a família chegou no saguão do flat, a dupla anunciou o assalto e atirou no homem.

    Ele foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde segue internado nesta quinta-feira (16). Não há informações sobre o estado de saúde dele.

    O administrador do empreendimento informou que em 15 anos, este foi o primeiro assalto no local. Disse ainda que entregou as imagens das câmeras para a polícia e que está dando suporte à família da vítima.

    Ainda segundo a SSP-BA, o carro utilizado no crime, um táxi, foi encontrado e apreendido no bairro do Nordeste, onde o proprietário reside. Em depoimento, ele informou que o veículo estava alugado a outra pessoa, que está sendo procurada.

    A polícia ainda informou que está analisando as imagens e que testemunhas já foram ouvidas. Equipes da Rondesp/Atlântico, da 40ª Companhia Independente da Polícia Militar, da 16ª Delegacia Territorial e do Departamento de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio fazem buscas para localizar os criminosos.

    Fonte: G1/Bahia

  • Ex-prefeito de Guanambi e outras seis pessoas são investigados por desvio de R$ 400 mil; bens são bloqueados

    O ex-prefeito de Guanambi, no sudoeste da Bahia, e outras seis pessoas tiveram os bens bloqueados, pois são investigados por desvios de R$493.370,44 de verbas da área da educação. As informações são do Ministério Público Federal (MPF), responsável pela ação.

    De acordo com o MPF, a empresa Cardoso Fernandes Santana Construções Ltda (CFSC), que tem como sócios parentes de Charles Fernandes Silveira Santana, ex-prefeito de Guanambi, foi contratada de maneira irregular para reforma de oito escolas. Professores do município denunciaram pagamento de etapas da obra não concluídas.

    Segundo informações da Justiça Federal divulgadas na noite de quarta-feira (15), a decisão é de 29 de abril e confirmou decisão anterior, de 21 de março, determinando a indisponibilidade de bens dos réus até o valor máximo individual de R$ 16.370,30.

    Entre as irregularidades apuradas estão a realização da licitação sem projeto básico, descrição dos serviços a serem executados e pesquisa de mercado, que são requisitos definido pela Lei das Licitações para garantir a contratação por valores razoáveis para a execução dos serviços.

    Além de Charles Fernandes, tiveram os bens bloqueados José Paulo Fernandes e Márcio Luiz Marques Fernandes, servidores públicos à época; Célio Fernandes Santana e Marilu Cardoso de Araújo, sócios na CFSC, além de Gilberto Álvaro Portella Bacelar, representante da CFSC.

    Segundo o MPF, em fevereiro de 2011 o então prefeito autorizou a solicitação de despesa da Secretaria de Educação, no valor de R$493.370,44, sendo este valor utilizado como base para a contratação dos serviços, em abril de 2011, sem qualquer detalhamento ou cotação das atividades a serem executadas.

    Também não foi estabelecida a exigência de capital mínimo ou de patrimônio líquido mínimo à empresa contratada, permitindo a contratação da CFSC Ltda., com capital social de R$40 mil à época, para realizar serviços no valor de R$ 395.698,51.

    A empresa tinha como sócios Célio Fernandes Santana, primo do prefeito, e Marilu Cardoso de Araújo, a esposa dele, e Gilberto Álvaro Portella Bacelar como representante. Ele é cunhado do prefeito e foi contratado como responsável técnico para realização de obras de construção civil, 15 dias antes da publicação do edital de licitação.

    Denúncias e investigações
    Ao longo da prestação dos serviços, houve inúmeras denúncias formuladas por diretores e professores das escolas em que as reformas eram realizadas. Eles informaram que as planilhas de medições das obras não correspondiam com os serviços efetivamente prestados.

    Segundo as investigações do MPF, na prática, não foram realizadas vistorias por servidores da prefeitura de Guanambi para atestar a prestação dos serviços pela contratada, e a empresa nunca apresentou registros fotográficos das etapas da obra, apesar da previsão em edital.

    Para o MPF, os boletins de medições foram criados apenas para dar aparência de legalidade aos pagamentos efetuados à contratada. As reformas foram iniciadas em 13 de abril de 2011, e apenas 12 dias depois, em 25 de abril, o então chefe de gabinete da Secretaria de Infraestrutura, José Paulo Fernandes, atestou a execução de cerca de 37,03% da obra contratada para 12 meses.

    Tanto ele quanto Márcio Luiz Fernandes, então arquiteto da Secretaria de Infraestrutura, atestaram nas notas fiscais apresentadas pela CFSC Ltda., ao longo do contrato, que os serviços a que se referiam foram integralmente prestados, o que foi contestado por todos os gestores das escolas submetidas às reformas, informou a Justiça Federal.

    A CFSC Ltda. recebeu, à época, o montante R$ 229.184,22 – mais de 57% do valor previsto no contrato – que atualmente corresponde a R$ 401.928,04 – em parte, oriundos do Fundeb.

    Segundo as investigações, a CFSC foi constituída por meio de “laranjas” para prestar serviços à Prefeitura de Guanambi e se beneficiar com contratações ilícitas, só tendo participado de licitações para esta prefeitura e não tendo feito nenhuma obra particular.

    Ao longo dos anos, a empresa venceu todas as licitações das quais participou no município, e recebeu cerca de R$2,5 milhões de Guanambi, sendo sediada em imóvel residencial e tendo reunido apenas um veículo popular financiado.

    O MPF requer a condenação de todos os acionados às penas previstas pela Lei de Improbidade para atos que causem prejuízo ao erário: ressarcimento integral do dano, perda da função pública (se houver), suspensão dos direitos políticos por até oito anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelos agentes públicos e proibição de contratar com o Poder Público ou dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios por cinco anos.

    Requer, ainda, a condenação de todos ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, por entender que o desvio dos recursos destinados à reforma atrapalhou o funcionamento das escolas, limitando os alunos dos seus expedientes de ensino e comprometendo o regular desenvolvimento do calendário escolar.

    Fonte: G1/Bahia

  • Professores e estudantes de Salvador protestam contra bloqueio de recursos da educação anunciado pelo MEC

    Professores e estudantes de Salvador iniciaram uma passeata, por volta das 9h50 desta quarta-feira (15), no Centro da cidade, em protesto contra o bloqueio de recursos da educação anunciado pelo MEC e contra a reforma da previdência. A manifestação faz parte de um ato nacional.

    Segundo a organização, 50 mil pessoas participaram da manifestação, enquanto a Polícia Militar (PM) informou que não divulga estimativa de público.

    O grupo ocupou todas as faixas da Avenida Sete de Setembro, o que deixou o trânsito bastante congestionado no local. De acordo com a Transalvador, os carros ficaram atrás do protesto e avançavam conforme o grupo andava.

    A caminhada, que foi feita em boa parte debaixo de chuva, teve como destino a Praça Castro Alves, um trajeto de cerca de 2,5 quilômetros. Eles chegaram ao local por volta das 12h, e uma hora depois, a manifestação começou a dispersar.

    Entre os manifestantes, estavam estudantes do curso de pedagogia de uma faculdade particular de Salvador. "Nossa manifestação é uma luta. Uma luta que as conquistas não serão só nossas, mas das futuras gerações também", disse Michele Brito.

    "Educação não é para alguns, é para todos", acrescentou a também estudante e colega de Michele, Agnes Brito.

    A estudante indígena, Thays Pataxó, de 19 anos, contou que integrar o protesto não é apenas uma luta pela educação, mas também uma forma de resistir para permanecer na Universidade Federal da Bahia. Ela está no terceiro semestre da licenciatura de Ciências Naturais, em Salvador.

    "A preocupação do estudante como todo é sobre a manutenção da universidade. Ela não pode acabar. Já a preocupação como pessoa indígena é de não ter mais acesso à educação. Também estamos ameaçados de perder a bolsa permanência, e precisamos dela para viver aqui [em Salvador]", disse a jovem que pertence a uma tribo Pataxó de Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, a cerca de 580 km da capital baiana.

    Também participaram do protesto entidades de classe, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Bahia (APLB), Sinpro (Sindicatos dos professores das escolas particulares, União Nacional dos Estudantes (UNE), Associação dos Professores Universitários da Bahia (Apub) e Sindicato dos Trabalhadores Técnico e Administrativos da Universidade Federal (Assufba).

    Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

    De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias — aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo — incluindo despesas obrigatórias.

    Em 2019, as verbas discricionárias representam 13,83% do orçamento total das universidades. Os 86,17% restantes são as chamadas verbas obrigatórias, que não serão afetadas. Elas correspondem, por exemplo, aos pagamentos de salários de professores, funcionários e das aposentadorias e pensões.

    Segundo o governo federal, a queda na arrecadação obrigou a contenção de recursos. O bloqueio poderá ser reavaliado posteriormente caso a arrecadação volte a subir. O contingenciamento, apenas com despesas não obrigatórias, é um mecanismo para retardar ou deixar de executar parte da peça orçamentária devido à insuficiência de receitas e já ocorreu em outros governos.

    manifestacao salvador

    Protestos no interior
    Manifestações contra o bloqueio de verbas para a educação também são realizadas em cidades do interior da Bahia.

    Em Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador, os manifestantes iniciaram a concentração por volta das 8h30, na Praça Tiradentes, centro da cidade. Por volta das 10h20, o grupo iniciou uma caminhada pelas ruas. No município, as escolas da rede pública e a maioria das particulares estão fechadas nesta quarta.

    Na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, uma passeata começou por volta das 10h, na Praça Nove de Novembro. As escolas públicas da cidade não abriram as portas.

    Em Ilhéus, no sul da Bahia, os manifestantes se concentraram em frente ao Estádio Mário Pessoa, e por volta das 9h iniciaram caminhada pelas ruas do centro da cidade. As escolas municipais e estaduais estão sem aulas nesta quarta.

    Em Juazeiro, no norte do estado, um grupo de manifestantes começou a chegar, por volta das 8:30, na Avenida Adolfo Viana, centro da cidade. Até as 10h45, eles permaneciam no local. As escolas da cidade também estão sem aulas nesta quarta-feira.

    Escolas fechadas

    C Antonio Vieira

    Escolas públicas e particulares de Salvador amanheceram sem aula nesta quarta-feira (15). A suspensão das atividades, que ocorre somente nesta quarta, faz parte de uma ação contra o bloqueio de verbas da educação e contra a reforma da previdência.

    A reportagem circulou pelas ruas da capital baiana, nesta manhã, e até as 7h30 confirmou que ao menos os colégios Antônio Vieira, Salesiano Dom Bosco, Bom Pastor e Portinari, entre as instituições particulares, aderiram à paralisação. Com relação às escolas públicas, a reportagem confirmou que o Colégio Central, Colégio Estadual Almirante Barroso, Escola Cidade de Jequié e Colégio Estadual Luiz Vianna não abriram as portas nesta quarta.

    De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), as medidas que estão sendo tomadas pelo Governo Federal, como o bloqueio de verbas para as universidades e instituições federais nos estados, atacam a educação no Brasil.

    Fonte: G1/Bahia

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