Sábado, 25th Maio 2019
7:17:20am
Após 27 anos, mulher desperta do coma e chama pelo filho em hospital na Alemanha

Após 27 anos, mulher desperta do coma e chama pelo filho em hospital na Alemanha

Uma árabe chamada Munira Abdulla despertou de um estado de coma após 27 anos. Em 1991 ela se envolveu em um acidente de trânsito e entrou em coma. Desde então a mulher vivia em hospitais, presa a máquinas.

Ao acordar, Munira chamou pelo filho, que na época do acidente automobilístico tinha quatro anos de idade. Atualmente com 31 anos, Omar Webair, o filho de Munira, foi quem divulgou o caso. "Nunca desisti porque sempre tive a sensação de que um dia ela acordaria", disse Omar ao jornal "The National".

Segundo o jornal Extra, Munira e a família viviam na cidade Al Ain, em Abu Dhabi. Após o acidente, ela foi internada em uma unidade hospitalar local, chegou a ser transferida para um hospital de Londres, na Inglaterra, mas retornou para a cidade de Al Ain.

A família informou que Munira era alimentada através de uma sonda e durante os anos de internação sempre foi submetida a sessões de fisioterapia para que seus músculos não se deteriorassem completamente.

A família da paciente recebeu, em abril de 2017, um benefício da Corte Real, um órgão governamental de Abu Dhabi, que possibilitou a transferência de Munira para um hospital da Alemanha, sob entendimento de que lá ela teria mais infraestrutura para prosseguir em tratamento.

Conforme apurado pelo Extra, cerca de um ano depois da transferência e alguns dias após uma discussão que o filho dela teve com funcionários dentro do quarto, Munira despertou do coma e chamou pelo filho.

O estado de saúde da paciente tem evoluído consideravelmente. Ainda na Alemanha ela fez uma cirurgia para tratar os músculos enfraquecidos e os médicos deram grande atenção a realização de sessões de fisioterapia e tratamentos para controlar um quadro de epilepsia.

Munira retornou para a cidade de origem, onde segue fazendo tratamento. Segundo o filho, a mãe já consegue conversar com ele, e faz até as próprias orações.

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  • Doping!!! Anderson Silva é Flagrado

    Anderson testa positivo em antidoping realizado antes da luta contra Diaz.
    Brasileiro teria metabólitos de drostanolona e androsterona em seu exame de sangue realizado no dia 9 de janeiro. Lutador ainda pode pedir que seja feita contraprova.
    Uma bomba explodiu no mundo do MMA nesta terça-feira. Ex-campeão dos pesos-médios UFC, Anderson Silva foi flagrado no exame antidoping após metabólitos de drostanolona e androsterona serem encontrados em seu exame de sangue, realizado pela Comissão Atlética de Nevada (NSAC) no dia 9 de janeiro, portanto antes da luta contra Nick Diaz, no UFC 183, no último sábado, em Las Vegas. O resultado do teste foi revelado nesta terça-feira, e o UFC confirmou a informação através de um comunicado oficial. O lutador ainda pode solicitar a contraprova.
    Anderson foi submetido a três exames: de sangue, nos dias 9 e 19 de janeiro, e de urina, no dia 31. Os dois últimos deram limpos, ao contrário do primeiro.
    Nick Diaz também caiu no doping, no entanto, em exame feito após o confronto com Spider. O resultado do teste do americano aponta para metabólitos de maconha, segundo informações do "Yahoo!Sports". Esta é terceira vez que ele é pego nesta situação pela Comissão Atlética de Nevada. Em 2007, pelo Pride, e no UFC 143, em 2012, quando enfrentou Carlos Condit pelo cinturão interino dos meio-médios, Diaz testou positivo para THC, princípio ativo da maconha.
    Anderson pode ser punido, pois as substâncias encontradas em seu organismo, são passíveis de pena dentro ou fora do período de competição. Flagrado no exame pós-luta, Diaz, reincidente, também não deverá passar impune.

     

  • Brasil perde direito de votar em Tribunal da ONU por falta de pagamento

    Segundo reportagem do jornal “Estado de S.Paulo” desta sexta-feira, o Brasil perdeu seus direitos no Tribunal Penal Internacional (TPI), após acumular e não pagar mais de US$ 6 milhões em dívidas com a entidade sediada em Haia. A situação coloca a diplomacia brasileira em uma “saia-justa”, já que o Brasil possui a segunda maior dívida de um país nas Nações Unidas. O Brasil é um dos membros fundadores do Tribunal Penal Internacional, entidade que representou o maior avanço no direito internacional desde o fim da Guerra Fria. Na prática, a suspensão impede o Brasil a votar, por exemplo, na escolha de novos juízes, “um constrangimento político que afeta o País que, em diversas ocasiões, usa o discurso do multilateralismo para insistir que apenas dentro do quadro da lei e da ONU é que conflitos podem ser superados”, diz o “Estadão”.
    De acordo com o jornal, a dívida com o TPI é apenas uma de muitas que o governo brasileiro vem acumulando com a ONU. Conforme revelado com exclusividade pelo “Estadão”, a dívida do Planalto com o orçamento regular da ONU superava em 2014 pela primeira vez a marca de US$ 100 milhões e apenas os EUA mantinham um buraco superior. Documentos da ONU indicam que, até 3 de dezembro, o Brasil devia US$ 170 milhões à entidade. Isso sem contar com outra dívida de US$ 14 milhões (R$ 36,7 milhões) para a Unesco, que deu o título ao Brasil de segundo maior devedor da entidade cultural da ONU, além de outros US$ 87,3 milhões para as operações de paz dos capacetes azuis.
    Leia mais no site do “Estadão”.

  • Promotor foi usado e morto. diz Cristina Kirchner mudando o discurso anterior.

    Em uma carta publicada em seu site na manhã desta quinta-feira, a presidente argentina, Cristina Kirchner, rebateu as acusações do promotor Alberto Nisman no suposto encobrimento de agentes iranianos no caso Amia. Ela afirma que, após ler a denúncia na íntegra, soube que o promotor seguiu pistas erradas. Ela acusa o ex-diretor de contrainteligência da Secretaria de Inteligência, Antonio Stiusso, de fornecer pistas erradas a Nisman, e surpreendemente muda o discurso e põe em dúvida a tese do suicídio do promotor, admitindo que ele teria sido forjado.

    Com base em um relato da Interpol, Cristina nega que a organização tenha levantado seu alerta vermelho aos suspeitos iranianos do atentado mais letal da Argentina, que matou 85 pessoas na associação israelita em 1994. Ele diz que todas as acusações "são falsas" e "constituem um verdadeiro escândalo político e jurídico".
    Cristina afirma que, no geral, Nisman foi vítima de um projeto que buscava atingir o governo e o inundou de pistas falsas. O principal acusado por ela de fornecer contrainformações seria Stiusso, que teria dito que supostos agentes no caso de encobrimento faziam parte da Secretaria de Inteligência.
    "O promotor Nisman não sabia que os agentes de inteligência que ele denunciava na verdade não o eram. Muito menos que um deles fora denunciado pelo próprio Stiusso por tráfico de influência anteriormente", diz.

    Diante de uma série de alegações, ela afirma que a suposta conspiração que teria utilizado Nisman foi responsável por matá-lo, já que ele se tornaria testemunha um "complô" que buscaria atingir o governo. Entre os pontos que a fazem declarar-se convencida de que ele teria sido morto, está o fato de que morreu com um tiro de uma arma com calibre bem menor do que a que ele possuía.

    "O teor da denúncia acabou sepultado pela morte do promotor. Sob a forma de um aparente suicídio. Recurso que foi utilizado em muitos casos tristemente célebres. Por que ele iria se suicidar se não sabia que era falsa a informação que foi entregue a ele? Essas repostas seguramente só poderão dar aqueles que o convenceram de que ele tinha em suas mãos ‘a denúncia do século’ com dados falsos", escreve. "Quando um jornal afirma que ‘queriam usá-lo vivo e agora usá-lo morto’, estavam equivocados. Usaram-no vivo e precisavam dele morto."

    Nesta quarta-feira, o secretário-geral da presidência, Aníbal Fernández, já havia afirmado que Stiusso "vendeu uma relação que nunca existiu", alegando que os supostos agentes Allan Bogado e Héctor Yrimia nunca haviam feito parte da Secretaria de Inteligência. Oscar Parrilli, atual titular do órgão, também apontara que os dois nunca fizeram parte — a acusação era uma das questões levantadas por Nisman.

    O juiz Ariel Lijo, a quem Nisman reportaria a denúncia, ordenou a proteção de Bogado e Yrimia.

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