Quinta-feira, 4 de Março 2021
9:21:42pm
Casal é parado em blitz e mulher descobre que namorado usa nome falso há 12 anos

Casal é parado em blitz e mulher descobre que namorado usa nome falso há 12 anos

Ao ser abordada por uma blitz da Polícia Rodoviária Federal,em Igarapé (MG), uma jovem acreditou que seria apenas mais uma abordagem de rotina, mas ela acabou descobrindo que o homem com quem vivia há três anos não era quem ela achava. O rapaz foi preso, na tarde de quarta-feira (10), e uma farsa de 12 anos foi desfeita.

Segundo o boletim de ocorrência, divulgado pelo G1, o homem, de 38 anos, viajava com a mulher de Janaúba, no Norte de Minas Gerais, para Itanhaém, no litoral de São Paulo.

Durante a abordagem, o motorista apresentou um documento falso. Foi quando os policiais e a mulher descobriram que ele usava os dados do sobrinho para se esconder da polícia desde 2009.

De acordo com a polícia, o homem fugiu do presídio de Janaúba, onde cumpria pena por latrocínio. Nestes 12 anos, ele se passou pelo sobrinho, que tem idade parecida. Na fuga, mudou-se para o estado de São Paulo e conheceu a companheira, com quem vive há três anos.

Os policiais contaram ao G1 que a mulher ficou em estado de choque ao saber que o homem tinha um nome diferente e estava foragido.


O casal estava em Janaúba, visitando os parentes dele. A mulher disse que nunca desconfiou, já que os parentes sempre o chamavam por apelido.

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  • PM acusado de matar namorada e filho envenenados em Salvador é achado morto em hotel

    Imagens de câmeras de segurança, testemunhas e a tentativa de venda de um carro da vítima. Essas e outras provas apontaram o soldado da Polícia Militar Adelson Silva Rosário como o principal suspeito de um crime que ganhou repercussão em fevereiro deste ano: mãe e filho foram mortos por envenenamento dentro de casa, no bairro de Jardim das Margaridas. Com base nas provas, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou a prisão do PM. No entanto, o caso teve um outro desfecho. O policial foi achado morto nesta terça-feira (2) dentro de um hotel em Sergipe.

    Adelson namorava, havia cerca de um mês, a técnica em enfermagem Valdice Maria Cabral da Silva, 47 anos, e por isso tinha acesso livre ao apartamento dela, onde morava com o filho, Gabriel Cabral da Silva, 5. Os corpos da mãe e da criança foram encontrados dentro do imóvel no dia 11 de fevereiro. Em nota enviada ao CORREIO nesta quarta-feira (4), a Polícia Civil informou que Adelson era o principal suspeito dos assassinatos de Valdice e do filho dela.

    “O casal havia se conhecido por um aplicativo de relacionamento, e ele foi a última pessoa que esteve com a vítima. O policial foi encontrado morto, em Aracaju, na terça-feira (2). As investigações indicam que ele cometeu suicídio”, diz nota da PC.

    Com base nas provas colhidas pela PC e encaminhadas à Justiça, o juiz de Direito Paulo Sérgio Barbosa de Oliveira, do 2º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri, decretou a prisão temporária por 30 dias de Adelson por homicídio qualificado no dia 18 de fevereiro. “Havendo indícios de autoria, segundo se infere dos depoimentos carreados ao acervo documental que integra o pedido, como também face as fotografias de fls. 43, 46, relativas as imagens geradas pelas câmaras de segurança do Condomínio Canto Belo do Aeroporto, local do fato e residência das vítimas”, diz um dos trechos da decisão do juiz, ao qual o CORREIO teve acesso.

    Os corpos de mãe e filho foram encontrados em apartamento e há indícios que foram envenenados (Foto: Reprodução/ TV Bahia)

    O corpo do policial foi encontrado por funcionários na manhã desta terça-feira (2). O corpo foi trazido para Salvador e foi enterrado nesta quinta-feira (4), no cemitério Campo Santo, na Federação. O policial é primo de major Denice Santiago, criadora do Ronda Maria da Penha.

    Em seu perfil de conta no Instagram, ela escreveu: “Entendo a sua escolha. Preciso entender, talvez tenha sido teu jeito de pedir perdão, de dizer que se arrependeu mas preferiu acreditar que já tinha acabado a estrada ou o combustível para voltar”. O CORREIO não conseguiu entrar em contato com a major Denice.

    Vídeo
    O corpo de Adelson estava um dos quartos do Hotel Malibu, situado na Rua Antônio Andrade, bairro de Coroa do Meio, em Aracaju. Segundo a Polícia Militar, ele era lotado na 37ª Companhia Independente (Liberdade) e estava de férias.

    Logo após a notícia de sua morte do PM se tornar pública, um vídeo de Adelson começou a circular em grupos de aplicativo de policiais. Ele aparece sem camisa e, ao fundo, uma parede branca. A gravação teria sido recente, pois tem um tom de despedida e desculpas. No depoimento, de pouco mais de um minuto, ele faz um pedido para que tomem conta de seus filhos e em terceira pessoa, fala dele mesmo dizendo “Adelson descobriu há pouco tempo que há uma pecinha quebrada dentro dele ... não tem reparo”.

    Carro
    De acordo com o processo que apura as mortes de mãe e filho, depois do crime, Adelson tentou vender o carro da técnica de enfermagem Valdice Maria.

    Os corpos da técnica em enfermagem e de Gabriel foram encontrados no dia 11 de fevereiro em estado avançado de decomposição no interior do apartamento 504, do Edifício Patativa, situado no Condomínio Canto Belo Aeroporto, bairro Jardins das Margaridas. Mãe e filho foram vistos pela última vez com vida no dia 8 do mesmo mês pelos vizinhos, antes que eles sentissem o cheiro de decomposição vindo do apartamento.

    Moradores afirmaram que, a princípio, estranharam a ausência de Valdice e Gabriel, que sempre passavam juntos nas áreas comuns do prédio, e ficaram ainda mais preocupados com eles depois de notar o odor vindo do local.

    No dia, apesar de um cenário ainda incerto, a polícia revelou investigar a possibilidade de que eles tivessem sido mortos por alguém com permissão para estar no apartamento.

  • 'Feliz, cheia de sonhos. Não merecia isso', diz companheiro de jovem morta em Valéria

    Uma jovem de apenas 23 anos e cheia de sonhos, que foram interrompidos por um tiro na barriga. A operadora de caixa que morreu após um assalto no Mercado JN, no bairro de Valéria, tinha nome, sobrenome, família e uma filha de apenas 8 anos.

    "Não tem como não falar dela sem lembrar como ela era feliz, uma menina cheia de sonhos, de planos e de uma alegria que me conquistou e conquistou a todos que conheceram ela enquanto esteve viva. Ela era do bem, nunca fez mal a ninguém, não merecia isso", disse o companheiro dela, Daniel MSilva, 35 anos.

    Alicia Gonçalves dos Santos era casada com ele há seis meses. Ela estava em mais um dia normal de trabalho, quando ocorreu um assalto no mercadinho onde ela operava o caixa. O crime aconteceu na noite de quarta (3), por volta das 19h, na Rua da Matriz. Já era fim do expediente quando quatro assaltantes apareceram, invadiram o estabelecimento e anunciaram o roubo, que acabou em tiroteio após um dos clientes, que também estava armado, reagir à abordagem e disparar várias vezes contra os criminosos, que revidaram.

    Na confusão, Alicia foi atingida de raspão, na barriga, por uma bala perdida. Ela chegou a ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento, onde passou por reanimação, mas não resistiu.

    A morte de Alícia deixou a família da operadora desnorteada. "Eu estava em casa, pronto para buscar ela porque o bairro estava deserto. Tinha falado minutos antes com Alícia, que me disse que faltava pouco pra sair. Nesse meio tempo, ainda em casa, ouvi os tiros. Achei que fosse em outro lugar, outra rua, mas foi lá", disse Daniel, segurando o choro. Ele só soube que ela foi atingida quando um carro com colegas de trabalho da esposa foi até a sua casa avisar.

    Para o marido, ainda era difícil assimilar a morte de sua companheira. "Foi muito doloroso, era a minha esposa. Ela mudou a minha vida, me ajudou e me fez uma pessoa melhor, fez tudo ficar melhor. Não sei nem descrever o que eu senti quando eu fiquei sabendo na UPA que não tinham conseguido reanimar ela. Fiquei sem chão, sem saber o que estava acontecendo", relatou.

    Daniel relatou ainda que não sabe como ele e a enteada lidarão com a saudade de Alícia. "Deixou um buraco, vai fazer uma falta muito grande pra todo mundo que amava ela porque nos fazia muito bem. Eu estava com ela há seis meses, mas parecia quinze anos do tanto que ela é importante para mim", completou.

    Segundo informações da Polícia Civil, a 3ª Delegacia Habitacional está investigando o ocorrido e já solicitou imagens de câmeras de segurança do estabelecimento para ajudar na identificação dos autores dos disparos.

  • Casais são espancados por hóspede em resort de luxo na Praia de Guarajaba

    Na Rua da Alegria está o luxuoso Hotel Vila Galé Mares, na Praia de Guarajuba, onde uma diária pode chegar até R$ 2 mil. E foi lá que dois casais depositaram suas expectativas para o final de semana dos sonhos. Uma psicóloga e um corretor de imóveis de Santa Catarina estavam em sua primeira viagem de namoro, enquanto um médico e um bancário recém-casados de São Paulo aproveitavam a lua de mel. Todos esperaram desfrutar de bons momentos, usufruindo de toda a infraestrutura de um resort all inclusive (tudo incluído). Mas na verdade viveram momentos de terror, após serem esmurrados por um outro hóspede, neste sábado (27).

    A psicóloga Valentina Baldino, 30 anos, usou seu perfil na rede social Instagram nesta segunda-feira (01) para tornar pública as agressões que sofreu dentro Hotel Vila Galé. “Acreditámos que viveríamos bons momentos, numa estrutura muito boa, que teríamos experiências gostosas e não foi nada disso. Além do espancamento, sofremos com a assistência péssima do hotel. Não havia seguranças, nem equipe médica e fomos atendidos num posto de saúde. Para se ter uma ideia, depois que registramos o boletim de ocorrência na delegacia, o hotel queria que voltássemos no mesmo táxi com o agressor. Foram sonhos depositados que viraram frustação, um filme de terror”, desabafou a psicóloga por telefone ao CORREIO.

    Valentina levou socos no olho esquerdo. “Não consigo enxergar ainda. Não sei quantos socos recebia, mas os outros hóspedes disseram que foram muitos. Sinto também muitas dores pelo corpo”, disse ela, que sofreu uma hemorragia ocular e um corte profundo abaixo do olho. Ela deixou o hotel nesta segunda-feira, junto com o namorado, o corretor de imóveis Augusto Amorim, 29, que também foi agredido, mas não sofreu lesões aparentes. Eles chegaram à Bahia na sexta para passar quatro dias.

    A reportagem também conversou por telefone com o segundo casal, que ainda está hospedado no Vila Galé. O bancário Bruno Braga Figlioli, 31, teve lesão abaixo do olho. Já o marido dele, o médico Renato Hideki Inoue Akiyama, 32, sofreu um corte profundo na mesma região do corpo. “No primeiro momento muita indignação, uma sensação de impotência, angústia. Foi terrível. Sempre tive vontade de conhecer Salvador e a primeira vez que vim foi para fazer exame de corpo delito no IML (Instituto Médico Legal)”, declarou Bruno, fazendo referência quando saiu do hotel para fazer exame de lesões corporais no IML, no Vale dos Barris.

    Os quatro acusam como o principal agressor, o empresário Leonardo Bruno de Oliveira Freitas de Aguiar, 29, natural da cidade Coromandel, em Minas Gerais, mas que atualmente vive no Distrito Federal, onde possui uma clínica veterinária. Em nota, a Polícia Civil informou que a 33ª Delegacia (/Monte Gordo) apura um desentendimento ocorrido num hotel em Guarajuba, envolvendo seis hóspedes, no sábado (27). “Quatro pessoas acusam um homem e uma mulher de agressões físicas e verbais. A confusão teria começado depois que o filho do casal jogou água no grupo, que reclamou do incômodo. A ocorrência foi registrada como lesão corporal”, diz nota da PC enviada ao CORREIO.

    Ao CORREIO, o Vila Galé Marés informou, em nota, que repudia atos de violência, e garante que todas as medidas cabíveis foram tomadas pelo hotel. Veja a nota completa:

    "A Vila Galé repudia e não compactua com qualquer ato de violência. Em mais de 30 anos de operação, nunca registramos algo desta natureza em nossas unidades.

    Em relação a este incidente envolvendo um grupo de hóspedes no sábado (27/2), no Vila Galé Marés (BA), informamos que nossas chefias e seguranças foram até o local para intervir, a polícia foi chamada, e foi disponibilizado transporte para que os envolvidos fossem levados à Unidade de Ponto Atendimento mais próxima, rapidamente. Todas as medidas cabíveis foram tomadas. Adicionalmente, ambos grupos receberam a opção de transferência de hospedagem para outro hotel, em Salvador, incluindo a devolução dos valores de suas reservas, porém os dois grupos optaram por permanecer no resort até o término de suas hospedagens. O hotel está colaborando com a investigação em curso, a qual foi classificada como agressão mútua entre as partes. Informamos ainda que já foram adotadas medidas adicionais de segurança no hotel. A Vila Galé lamenta este incidente e segue à disposição para mais esclarecimentos.

    Em relação à enfermaria, sim, o hotel tem, mas devido às circunstâncias, era importante ter uma assistência médica, até para assegurar que não haviam ferimentos graves.

    Sobre o retorno ao hotel, também é mentira, pois seria humanamente impossível colocar dois grupos, cada um com 4 pessoas, ou seja, oito pessoas, no mesmo carro".

    Agressão
    O hotel Vila Galé Marés é um resort na praia de Guarajuba, a 60 quilómetros de Salvador e próxima à Praia do Forte. O hotel conta com 432 quartos e 96 chalés, cinco restaurantes, seis bares, spa, piscina interior, sauna, piscina de hidromassagem, banho turco e inúmeras salas para massagens e tratamentos estéticos, além de academia, campos de tênis e polidesportivos e desportos náuticos para a prática de surf, bodyboard, windsurf ou mergulho.

    Por volta das 16h de sábado, a psicóloga Valetina e o namorado, o corretor de imóveis Augusto, estavam na piscina junto com o outro casal, o bancário Bruno e o médico Renato, com quem fizeram amizade de imediato. Eles estavam numa parte da água perto do bar, mas distante do empresário Leonardo Bruno que também estava na piscina junto com a família – quatro mulheres, entre elas mãe e mulher do acusado, além do filho dele de quatro anos e outras crianças. Apesar das regras do hotel quanto à proibição de música alta e protocolos contra a covid-19, o agressor e os familiares faziam “algazarra” sem qualquer intervenção da administração. “Os adultos estavam nitidamente muito bêbados. Nós estávamos em outro clima. Era a nossa primeira viagem, Bruno e Renato viviam a lua de mel deles. Já os outros estavam de bebedeira. Jogavam Iphones na piscina, derramavam cervejas e caipirinhas na água, gritavam, expunham as intimidades deles. Então resolvemos ficar um pouco mais afastados”, contou Valentina.

    Cerca de 20 minutos depois, o filho do empresário se aproximou dos dois casais e começou a brincar na água, molhando-os no rosto acidentalmente. Então, Bruno foi até a avó e disse que a situação estava incomodando. No entanto, ao invés de recriminar, a avó teria estimulando a criança a continuar com a brincadeira. Ainda segundo Valentina, empresário partiu para a violência depois de usar o filho para provocar o grupo. O menino brincava com uma boia e, vez ou outra, esbarrava nela e o namorado. Ainda na piscina, a avó da criança não gostou da queixa e começou a insultar a psicóloga.

    “Só lembro de alguém falando ‘bate neles, eles não gostam de criança’. Vieram três para cima de mim, recebi tapa no rosto, na cabeça. Segundo relatos, levei um soco empresário e da mulher dele. Depois ele me deu mais dois socos e o meu rosto abriu e o meu sangue estava na água. Saí da piscina, meu namorado veio atrás e ele foi atrás do meu namorado e bateu nele também”, contou a psicóloga. Na hora, Bruno e Renato saíram da piscina e começaram a pedir socorro, chamaram pelos seguranças, que não apareceram. “Nós fomos atacados porque não aceitamos um homem de 1,90 de altura, com uns quase 120 kq atacando uma mulher de 1,60 e 50kg”, contou Bruno.

    A confusão durou cerca de meia hora. Os casais relataram que procuraram a administração do hotel. “Ninguém nos encaminhou ara enfermaria, acredito que o hotel não tem. Nos colocaram numa UPA e ninguém do hotel nos acompanhou. Depois, o hotel disse que teria que escutar os dois lados, que pela lei não poderia expulsar as agressões e que seria vontade dos agressores saírem do hotel”, disse a psicóloga Valentina. Ela e o namorado ajá constiotuíram um advogado e disseram que vão adotar todas as medidas cabíveis contra o agressor e o hotel. O segundo casal disse que também pretende acionar a justiça.

    Outra Versão
    O CORREIO teve acesso à versão que o empresário Leonardo Bruno prestou na delegacia. A ocorrência foi realizada no Plantão Metropolitano do prédio-sede da Polícia Civil, na Piedade. Segundo ele, o filho teria jogado água em Valentina, que passou a xingar e dizer que não gostava de criança. Disse que, durante discussão, Valentina começou a discutir com a mãe do menino e posteriormente deu um soco na boca dele e em seguida aproximaram três a quatro homens e começou a briga.

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