Terça-feira, 13 de Abril 2021
10:40:44pm
Casal é morto a tiros dentro de ambulância do Samu em Salvador

Casal é morto a tiros dentro de ambulância do Samu em Salvador

Um casal foi morto a tiros dentro de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite dessa segunda-feira (29). O crime aconteceu na rotatória do Hospital do Subúrbio, na BA-528.

Segundo informações da Polícia Militar, os socorristas contaram que estavam fazendo a regulação do homem para o Hospital do Subúrbio quando a ambulância foi interceptad apor um ônix branco. Quatro homens armados atiraram contra o casal e fugiram.

Os socorristas não ficaram feridos. Equipes da 31ª CIPM e do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foram até o local e isolaram a área. Ninguém foi preso até o momento.

O motorista da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), interceptada por homens armados que mataram um casal dentro do veículo de emergência, relatou a ação dos criminosos e disse que depois de atirar nas vítimas, os homens ainda pediram desculpas aos socorristas pelo ataque.

O motorista e uma técnica de enfermagem que estavam na ambulância não tiveram ferimentos.

"Na hora que terminaram de executar eles correram para entrar no carro e ainda pediram desculpa para gente: 'Samu, vá desculpando aí'", relata o motorista que prefere não se identificar.

O ataque ocorreu na noite de segunda-feira (29), em um trecho da Estrada do Derba, no bairro de Fazenda Coutos, perto do Hospital do Subúrbio. O homem alvo do ataque tinha saído da UPA de Santo Inácio e estava sendo transferido para o Hospital do Subúrbio, devido a um ferimento também por arma de fogo. Os criminosos mataram ele e a companheira dele, que o acompanhava no momento da transferência de unidade.

“Nossa equipe se encontrava na base e fomos solicitados para fazer a remoção de um baleado para o Hospital do Subúrbio. A gente colocou ele na unidade [ambulância] e começamos a fazer o processo. Fomos andando normal, mas quando chegou na Estrada do Derba, fui obstruído. Um carro me cortou pela lateral esquerda, com os vidros pretos, onde percebi a situação e informei a colega pra ela se tranquilizar, que era um carro suspeito”, relembra o motorista.

Segundo o motorista, logo depois de fazer a ultrapassagem na ambulância, os homens armados e encapuzados andaram mais alguns metros e, em seguida, interceptaram o veículo.

“Dei espaço para esse carro seguir em frente, só que eu senti que eles estavam ‘segurando’, freando o tempo todo. Quando chegou em frente no cruzamento do Subúrbio que fui fazer o retorno, fui obstruído. Desceram três homens armados, encapuzados fazendo pressão psicológica, pedindo para abrir a porta da unidade”, relata o motorista.

O motorista da ambulância disse também que um dos criminosos era agressivo em comparação com os outros dois e que pediu para os suspeitos que não fizessem nada com ele e com a colega.

“O que estava perto de mim era mais ríspido, os dois eram até mais maleáveis. Eu só gritava para ele segurar a onda: ‘'segura, segura, que somos Samu, não tem nada a ver com a gente, a gente não entra em nada. Só estamos transportando'. Os que estavam do lado direito eram os mais tranquilos, pediu a colega para sair. O que estava do outro lado era mais ríspido, tentei acalmar ele de todas as formas”, conta.
Ainda de acordo com o motorista, um dos criminosos tomou a chave da ambulância, mandou ele desligar o veículo e foi nesse momento que ele conseguiu se afastar da situação.

"Do lado de fora, só ouvimos os disparos”, relata.

Apesar de tentar manter a colega tranquila, o motorista revela que por causa do susto, ele passou mal e precisou de atendimento médico.

“Nesse momento, nos encontramos um pouco abalados pela situação, eu e a colega. Foi uma situação muito delicada, mas como sempre, saindo do trabalho, todos os dias agradecendo a Deus, pedindo proteção e graças a Deus, estamos aqui em vida para contar essa história”, disse o motorista.
Segundo o coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Salvador, médico Ivan Paiva, o Samu conta com apoio da Polícia Militar para atender situações que envolvam ferimentos a tiros ou por arma branca. Porém, de acordo com a PM, não houve acionamento prévio para atender a ocorrência e que a PM foi chamada após o caso.

Ainda segundo o coordenador do Samu, uma investigação será aberta para saber o motivo da ambulância não estar com escolta policial. Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.

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  • Policial civil é morto após tentativa de assalto no bairro de Santa Mônica

    O policial civil Joel dos Santos de Jesus, 49 anos, foi assassinado na noite desta segunda (12), na Rua Camilo de Jesus Lima, no bairro de Santa Mônica, nas proximidades do Conjunto Bahia, em Salvador. Joel dos Santos era lotado no Departamento de Polícia Metropolitana (Depom). A morte foi confirmada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc).

    O policial estava acompanhado de duas mulheres e um homem, quando um carro preto, com vidros escuros, parou ao lado do grupo, que conversava no fundo de uma pick up. De acordo com a polícia, o local onde o grupo estava é um restaurante. Dois homens saíram do carro e anunciaram o assalto.

    De acordo com as imagens de câmeras de segurança do local, a dupla de assaltantes parece perceber que o policial estava armado. Um dos criminosos, que usa uma farda azul, tenta alcançar algo na calça de Joel, quando o outro criminoso dispara.

    Baleado, o policial caiu no fundo do carro onde conversava. O homem que estava com Joel e ficou de braços levantados durante a ação reagiu após a fuga dos bandidos e disparou contra o carro. Um dos bandidos se jogou em cima do veículo, já em movimento, para escapar.

    De acordo com Centro Integrado de Comunicação da Secretaria de Segurança Publica, o Samu foi acionado. No entanto, o Sindpoc informou que o policial morreu no local. O Cicom informou ainda que viaturas estão em ronda na área em busca dos autores do crime. Veja abaixo imagens de câmeras de segurança da rua.

    No final da noite, a Polícia Civil divulgou nota sobre a morte de Joel dos Santos. De acordo com o comunicado, o policial não estava de serviço e visitava familiares no bairro de Santa Mônica. A Delegacia de Homicídios vai investigar o crime.

    Nota da Polícia Civil sobre Santa Mônica

    Equipes de diversos Departamentos da Polícia Civil apuram a morte do investigador Joel dos Santos de Jesus, de 49 anos, atingido por disparo de arma de fogo, na noite desta segunda-feira (12), na Rua Camilo de Jesus Lima, no bairro de Santa Mônica. De acordo com informações iniciais, o policial civil, que não estava de serviço, visitava familiares, quando dois criminosos em um veículo Ford Fiesta, cor preta, anunciaram um assalto. Durante a ação criminosa, a dupla percebeu que a vítima estava armada e atirou contra o investigador, que morreu no local. A Delegacia de Homicídios Múltiplos (DHM) dará seguimento às investigações.

     

  • Babá diz que Monique pediu que ela mentisse à polícia sobre agressões a Henry

    A babá do menino Henry Borel, Thayná Oliveira Ferreira, voltou atrás e admitiu aos investigadores que mentiu em seu primeiro depoimento sobre as agressões à criança. Ela confirmou que sabia das situações violentas e que a mãe de Henry, Monique de Medeiros, pediu que ela mentisse para a polícia.

    A babá disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A polícia sabe que no dia 12 de fevereiro, quando Jairinho teria agredido o menino no final da tarde, as duas estavam dentro do apartamento. Neste dia, houve a troca de mensagens na qual Thayná relatou a Monique Henry estava sendo agredido por Dr. Jairinho.

    A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nessa segunda-feira (12).

    Prints
    Nas mensagens, Thayná descreve em tempo real a suposta tortura praticada pelo padrasto, o vereador Dr. Jairinho.

    As agressões teriam acontecido no quarto do apartamento onde Dr. Jairinho e Monique viviam no Rio de Janeiro. O episódio ocorreu no dia 12 de fevereiro, de acordo com os registros do WhatsApp.


    Os prints das mensagens foram descobertos na galeria do telefone de Monique. Segundo o G1, os investigadores classificaram as mensagens como "absolutamente contundentes".

    Apesar de ter sido apagado, a polícia conseguiu recuperar a íntegra da conversa graças a um software israelense chamado Cellebrite Premium.

    No relato da babá, Henry e Dr. Jairinho ficaram trancados por alguns minutos em um cômodo com o som da TV alto. Depois que saiu do quarto, a criança mostrou hematomas, contou que levou uma banda (uma rasteira) e chutes e reclamou de dores no joelho e na cabeça.

    Veja a íntegra das mensagens

    Henry trancado no quarto com Jairinho
    16:30 – THAYNA: Aí logo depois Jairinho chamou ele para ver que comprou algo

    16:30 – MONIQUE: Chama

    16:30 – MONIQUE: Aí meu Deus

    16:30 – THAYNA: Aí ele foi para o quarto

    16:30 – MONIQUE: Estou apavorada

    16:30 – THAYNA: De início gritou tia

    16:30 – THAYNA: Depois tá quieto

    16:30 – THAYNA: Aí eu respondi oi

    16:30 – THAYNA: Aí ele nada

    16:30 – MONIQUE: Vai lá mesmo assim

    16:30 – THAYNA: Tá

    16:31 – MONIQUE: Fala assim: sua mãe me ligou falando para vc ir na brinquedoteca brincar com criança

    16:31 – MONIQUE: E fica lá um tempo

    16:31 – MONIQUE: Jairinho não falou que ia para caaa

    16:31 – MONIQUE: casa

    16:31 – THAYNA: Então eu chamo e nenhum dos dois falam nada

    TV alta com voz de desenho
    16:31 – MONIQUE: Bate na porta

    16:32 – THAYNA: Não respondem

    16:32 – MONIQUE: Thaina

    16:32 – THAYNA: Eu só escuto voz de desenho

    16:32 – THAYNA: Acho melhor você vir

    16:32 – MONIQUE: Entra no quarto mesmo assim

    16:32 – THAYNA: E daí se tiver acontecendo algo você vê

    16:32 – THAYNA: Fico com medo do Jairinho não gostar da invasão

    16:32 – THAYNA: Pera vou tentar abrir a porta

    16:32 – MONIQUE: Ele não tem que gostar de nada

    16:32 – THAYNA: Abriu a porta do quarto

    16:32 – MONIQUE: E aí?

    16:32 – MONIQUE: Aí meu pai amado

    (a babá então envia uma foto à mãe. Na imagem, Thainá aparentemente segura Henry no colo)

    Henry não quer ficar sozinho na sala
    16:35 – MONIQUE: Deu ruim?

    16:35 – MONIQUE: Sabia

    16:35 – MONIQUE: Pergunta tudo

    16:35 – MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:35 - THAYNA: Então agora não quer ficar na sala sozinho

    16:35 - THAYNA: Só quer ficar na cozinha

    16:36 - THAYNA: Jairinho falou thayna deixa a mãe dele fazer as coisas

    Babá com Henry na sala
    16:36 – MONIQUE: Pergunta se ele quer vir pro shopping?

    16:36 - THAYNA: Não liga não

    16:36 - THAYNA: Falei não to falando com ela não

    16:36 - THAYNA: To falando com minha mãe

    16:36 - THAYNA: Ai ele ah tá

    16:36 - THAYNA: imagem* (fotografia de Thayná com Hnery ao seu lado, aparentemente em um sofá)

    16:36 - THAYNA: To sentada com ele na sala

    16:36 - THAYNA: Vendo desenho

    16:36 – MONIQUE: Fala que vai na brinquedoteca

    16:36 – MONIQUE: Eu mando um uber

    16:37 - THAYNÁ: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Aí meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    Jairinho arrumando a mala
    16:37 - THAYNA: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Ai meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    16:37 – MONIQUE: Ver se ele quer sair de casa

    16:37 – THAYNA: Tô falando com ele

    16:37 – MONIQUE: Ou ficar aí

    16:37 - THAYNA: Ele quer que eu fique sentada ao lado dele só

    16:37 - MONIQUE: Coitado do meu filho

    16:37 - THAYNA: Jairinho tá arrumando a mala

    16:37 - MONIQUE: Se eu soubesse nem tinha saído

    16:38 - MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:38 - MONIQUE: Fala assim: tio Jairinho é tão legal, o que ele falou com vc?

    16:38 - THAYNA: Jairinho tá aqui perto

    16:38 - THAYNA: Depois pergunto

    16:38 - MONIQUE: Ok

    Jairinho andando pela casa
    16:38 - THAYNA: Jairinho tá andando pela casa

    16:38 - THAYNA: Acho que prestando atenção no que eu tô fazendo

    16:38 - THAYNA: (emoji)

    16:38 – MONIQUE: Ok

    16:38 – MONIQUE: Daqui a pouco vc me fala

    16:39 – THAYNA: Aí disfarço

    16:39 – THAYNA: Abro outra conversa

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:39 – THAYNA: Tá bem

    16:39 – THAYNA: Tá comigo na sala

    16:39 – THAYNA: Qualquer coisa te falo

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:46 – MONIQUE: Da um banho nele

    16:46 – MONIQUE: Pra ver se ele relaxa

    16:46 – THAYNA: Ele não quer entrar ali no corredor

    Henry reclama de dor de joelho
    16:47 – MONIQUE: Pqp

    16:47 – MONIQUE: Que merda do caralho

    16:47 – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    16:47 – MONIQUE: Coitado

    16:47 – THAYNA: Quer ficar assim no meu colo

    16:47 – MONIQUE: (emoji)

    16:47 – THAYNA: Tá reclamando que o joelho está doendo

    16:47 – THAYNA: (emoji)

    16:47 – MONIQUE: O que será que aconteceu?

    16:47 – THAYNA: Rose até perguntou se ele tinha machucado o pé

    Monique pensa em colocar microcâmera
    16:50 – MONIQUE: O que

    16:50 – THAYNA: Você um dia falar que vai demorar na rua

    16:50 – THAYNA: E ficar aqui em algum lugar escondida

    16:50 – THAYNA: Ou lá em baixo

    16:50 – THAYNA: E chegar do nada

    16:50 – MONIQUE: Ele foi pro nosso quarto ou o do Henry?

    16:50 – THAYNA: Para o seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Eu vou colocar microcâmera

    16:51 – THAYNA: E sempre no seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Me ajuda a achar um lugar

    16:51 – MONIQUE: Depois eu tiro

    16:51 – THAYNA: Meu padrinho instala câmeras

    16:51 – THAYNA: Tem até empresa de câmera

    16:51 – MONIQUE: Mas tem que ser imperceptível

    Babá preocupada com Henry
    16:51 – THAYNA: Porque não tá normal

    16:51 – MONIQUE: Vdd

    16:52 – MONIQUE: Vai me avisando se ele falar alguma coisa

    16:52 – THAYNA: E eu tenho medo pq cuido dele com muito amor e tenho medo até dele cair comigo. Aí não sei o que Jairinho faz quando chega, depois ele tá machucado sei lá

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    16:52 – MONIQUE: Tô aqui de olho no telefone

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    (Horário cortado) – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    Monique diz que já está chegando
    17:02 – MONIQUE: Alguma coisa estranha mesmo

    17:02 – MONIQUE: Jairinho me ligou

    17:02 – MONIQUE: Dizendo que chegou agora em casa

    17:02 – THAYNA: Po

    17:02 – THAYNA: Já chegou um tempão

    17:03 – MONIQUE: Estranho demais

    17:03 – THAYNA: Tá comigo comendo bolo

    17:03 – MONIQUE: Ele vai no barrashopping

    17:03 – THAYNA: Muito

    17:03 – MONIQUE: Fala pro Henry que o tio vai sair pra trabalhar de novo

    17:03 – MONIQUE: Que eu já já chego

    17:03 – THAYNA: Tá

    17:16 – THAYNA: Saiu agora

    17:16 – THAYNA: Tá eu e Henry em casa só

    17:19 – MONIQUE: Veja se ele fala alguma coisa

    Henry conta à babá as agressões
    17:22 – THAYNA: Estou tirando dele

    17:22 – MONIQUE: Ok

    17:22 – THAYNA: Pera aí

    17:25 – THAYNA: Então me contou que deu uma banda e chutou ele que toda vez faz isso

    17:25 – THAYNA: Que fala que não pode contar

    17:25 – THAYNA: Que ele perturba a mãe dele

    17:26 – THAYNA: Que tem que obedecer ele

    17:26 – THAYNA: Se não vai pegar ele

    17:28 – THAYNA: Combinei com ele agora

    17:29 – THAYNA: Toda vez que Jairinho chegar e você não tiver eu vou chamar ele pra brinquedoteca e ele vai aceitar ir

    17:29 – THAYNA: Porque estou aqui pra proteger ele

    17:29 – THAYNA: Aí eu disse se você confia na tia me da um abração aí ele me deu

    Henry fica quieto com a babá
    17:30 – THAYNA: imagem* (fotografia de mãos dadas entrelaçadas, aparentemente de THAYNA e HENRY)

    17:30 – THAYNA: Tá assim comigo

    17:33 – MONIQUE: Como assim? (se referindo ao trecho “Se não vai pegar ele”)

    17:33 – THAYNA: Ele não falou mais

    Henry está mancando
    17:49 – THAYNA: imagem* (vídeo focando nas pernas de HENRY, que está vestindo cueca e calçando chinelo)

    17:49 – THAYNA: Tá mancando

    17:50 – THAYNA: Mas tô cuidando dele

    17:50 – THAYNA: Termina tudo em paz

    17:50 – THAYNA: Quando você chegar a gente se fala

    17:50 – THAYNA: Vou dar banho nele

    17:50 – THAYNA: Beijos

    17:51 – MONIQUE: A porta do quarto estava aberta ou fechada qdo Henry entrou no quarto?

    Jairinho fechou a porta do quarto
    17:57 – THAYNA: Quando Henry entrou estava aberta

    17:57 – THAYNA: Depois ele fechou

    17:57 – THAYNA: E daí ficou até aquela hora com a porta fechada

    17:58 – THAYNA: Henry tá reclamando da cabeça

    17:58 – THAYNA: Pediu tia não lava não

    17:58 – THAYNA: Tá doendo

    17:58 – MONIQUE: Meu Deus

    17:58 – MONIQUE: Como assim?

    17:58 – MONIQUE: Pergunta tudo Thayná

    17:58 – MONIQUE: Será que ele bateu a cabeça?

    Henry com a cabeça machucada
    18:03 – THAYNA: imagem* (fotografia do joelho esquerdo de HENRY, aparentemente com uma equimose)

    18:03 – THAYNA: Ele disse que foi quando caiu que a cabeça ficou doendo

  • Dois são mortos e três ficam feridos em ataque a tiros na Boca do Rio

    Dois homens foram mortos e outras três pessoas ficaram feridas em um ataque a tiros na Boca do Rio na noite do domingo (11). O crime aconteceu na Rua João Carlos Sacramento. Vivaldo José dos Santos Neto, 23 anos, morreu no local. Já Marcelo Nascimento, 45 anos, chegou a ser socorrido com vida, mas morreu na manhã desta segunda.

    Segundo relatos de testemunhas, o grupo de amigos e vizinhos estava na porta da casa de um deles, bebendo e conversando. Como vivem todos na mesma rua, eles tinham o costume de colocar uma mesa com cadeiras na calçada para bater papo todo domingo. Por volta das 20h30, uma moto e um carro Sandero, de cor escura, se aproximaram do local. Os bandidos desceram e assaltaram os moradores. Sete celulares foram levados.

    Depois do roubo, eles começaram a fazer disparos aleatórios, voltaram para os veículos e fugiram. Cinco pessoas foram baleadas. Além de Vivaldo e Marcelo, foram feridos Maurício Jesus Dias dos Santos, 18 anos, Cleilane dos Reis Sousa, 23 anos e Edilson Vitorio, 22 anos. Cleilane, que levou um tiro pé, já recebeu alta. O grupo foi socorrido primeiro para emergência do Marback e depois para o Hospital Geral do Estado (HGE), com exceção de Edilson, que está no Hospital da Bahia.

    Vizinhos contam que o grupo era trabalhador e aproveitava o domingo para relaxar. Vivaldo era casado e deixa filhas de 5 e 2 anos. Marcelo era casado com uma tia de Vivaldo e deixa também um filho de 2 anos.

    Moradores da região fizeram um protesto na manhã desta segunda, usando objetos queimados para fechar a rua. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conteve as chamas. Com apoio da Polícia Militar, o tráfego foi novamente liberado.

    Uma equipe da 39ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foi acionada ontem à noite, segundo a PM, com a informação do crime. A equipe foi até a unidade do Marback para averiguar a situação e depois fez buscas na região para tentar localizar os suspeitos, sem sucesso.

    O caso será investigado pelo 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Guias foram emitidas para perícia no local do crime, segundo a Polícia Civil. Autoria e motivação são apuradas.

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