Suspeitos de furtar apartamento de Carlinhos Maia já teriam roubado igreja

Suspeitos de furtar apartamento de Carlinhos Maia já teriam roubado igreja

Dois dos suspeitos de envolvimento no furto do apartamento de Carlinhos Maia, em Maceió (AL), são investigados por participar de um roubo de R$ 500 mil em uma igreja de Campina Grande, na Paraíba. Nesta segunda-feira (6), três homens foram presos.

A Polícia Civil informou que os suspeitos fazem parte de uma quadrilha especializada em furto de objetos valiosos. Até o momento, o mandante do crime não foi localizado.

Segundo o R7, os suspeitos teriam se hospedado em um hotel cinco estrelas vizinho ao condomínio onde o influenciador mora para poderem pular o muro e entrar no residencial.

Dois entraram no imóvel enquanto o terceiro ficou no veículo usado no crime. Para despistar a polícia, nas duas horas em que a dupla esteve no apartamento, o motorista ficou circulando com o carro.

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  • Suspeito de participar de mais de 30 mortes na Bahia é preso no Espírito Santo

    Um foragido da Bahia, Jackson Vicente Pereira, de 36 anos, foi preso na noite da segunda-feira (6) em Guarapari, na Grande Vitória (ES).

    Jackson tem várias passagens policiais e é apontado como envolvido em pelo menos 35 homicídios em Itabuna e nos arredores, segundo a polícia.

    Conhecido como Jack Bombom, ele também é apontado como membro de uma organização criminosa e atualmente era líder de uma facção rival que atua na Bahia.

    Entre os crimes, ele também é apontado como envolvido na morte de uma menina de 7 anos em Itabuna em maio do ano passado. Por esse crime, ele teve a prisão decretada pela Justiça.

    O acusado foi preso quando policiais militares faziam patrulhamento no bairro de Olaria e o viram. Ao ser abordado, ele não tinha nada de ilícito, mas apresentou um nome falso para tentar não ser preso.

    Dentro da casa, um revólver com munição foi apreendido. A Polícia Militar conseguiu descobrir a identidade de Jackson com a verificação pelo nome da mãe.

    Ele foi preso e encaminhado à Delegacia Regional de Guarapari. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma e encaminhado ao sistema prisional, segundo a Polícia Civil.

  • Casal morto na Avenida ACM é identificado pela polícia

    O casal que foi morto em um carro na Avenida ACM na noite dessa quinta-feira (2) já foi identificado pela polícia. Gesse Altair Soares de Jesus, de 24 anos, e Maria Clara Souza Assunção, de 21 anos, trafegavam pela avenida quando foram surpreendidos por dois homens em uma moto.

    A jovem havia saído do trabalho quando foi atingida pelos disparos. O casal seguia em direção a um supermercado, para fazer compras. As vítimas saíam da Avenida Santiago de Compostela, quando foram surpreendidas por dois homens que estavam em outro veículo. Os suspeitos dispararam contra o casal.

    Gessé, que dirigia o carro, tentou fugir dos disparos mesmo baleado, acabou perdendo o controle da direção e bateu em outro veículo. Depois disso, ele chegou a acelerar o carro novamente e seguiu em direção à Avenida ACM, onde parou.

    “Eu só ouvi a pancada. E nessa pancada, meu carro deu um 360 na pista, e os meliantes passaram do local, foram parar lá na pista principal. Foi tudo muito rápido. Eu ouvi os cinco disparos, depois mais cinco. Eu tentei jogar no posto aqui, mas só que só vi a pancada. Meu carro ‘rabiou’ na pista, e eles pararam lá na avenida principal", disse o motorista do carro atingido por Gessé.

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas as vítimas não resistiram aos ferimentos e a equipe já encontrou o casal sem vida. Agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram ao local e removeram os corpos por volta das 21h. Familiares das vítimas acompanharam a situação, consternados.

    O delegado Almir Góes, responsável por investigar o caso, disse que câmeras de segurança serão analisadas para identificar os suspeitos do crime.

    “Estamos em estágio preliminar, colhendo as primeiras informações. O que nós sabemos que ele estava vindo, tinha ido pegar a esposa dele no trabalho e, aqui no caminho, um veículo – que nós não conseguimos identificar, mas já estamos em busca das câmeras de monitoramento da área – efetuou os disparos contra ele”.

    Os corpos de Maria Clara e Gessé estão no Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há detalhes sobre os sepultamentos das vítimas.

    Segundo a Polícia Civil, Gesse tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio.

    Foram expedidas as guias de perícia e de remoção. A autoria e a motivação do crime são investigadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

  • Amiga de adolescente recebeu R$ 650 para sair com médico acusado de abuso sexual

    O médico de 38 anos que foi preso em flagrante por estupro de vulnerável de uma adolescente de 13 anos, na Avenida Lucaia, no Horto Florestal, mantinha um relacionamento há cerca de um ano com a amiga da vítima, uma jovem de 18 anos. Segundo a polícia, ele conheceu a moça no Vale das Pedrinhas, onde a mãe dele mora, e eles marcaram um encontro, na quarta-feira (18). O médico negou aos policias ter tido relações com a adolescente. A polícia não divulgou os nomes dos envolvidos.

    A prisão em flagrante aconteceu por acaso. O coordenador da Operação Visão, delegado Thiago Almeida, contou que uma equipe da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV) estava passando pela região do Lucaia quando ouviu o alarme de uma loja disparar. Ao se aproximar do local os policiais avistaram um carro Civic, com vidros escuros, motor ligado e faróis acesos.

    “A Operação Visão da Polícia Civil tem por objetivo coibir os crimes contra o patrimônio, notadamente os roubos de veículos. Pela análise da mancha criminal a região do Horto Florestal e Federação apresentavam um elevando índice desse tipo de crime, por isso as equipes estavam nessa região. Teve uma loja que acionou o alarme e ao passar pelo local percebemos o carro preto e vultos dentro do veículo”, contou o delegado.

    Ele disse que o médico percebeu a viatura e tentou fugir. “Quando a equipe se aproximou o carro tentou engatar a ré e sair, mas os policias abordaram e deram ordem de descida. Desceu o motorista do veículo, que era o médico. Aí, do banco do passageiro, desceu a mulher de 18 anos. Instantes depois, desceu a menor de 13 anos”, afirmou.

    Segundo o delegado, eles desceram do carro se vestindo. O médico procurou saber o motivo da abordagem e disse que estava sendo constrangido. O clínico geral contou para os investigadores que tinha um encontro marcado com a jovem de 18 anos e que ao chegar ao local foi apresentado a adolescente. Ele disse também que matinha um relacionamento com a mulher de 18 anos há cerca de um ano e que a conheceu quando foi visitar a mãe dele. As duas moram no mesmo bairro.

    O médico alegou que não sabia que a jovem tinha 13 anos e negou em depoimento que tenha ocorrido alguma relação sexual entre eles. A mulher de 18 anos confirmou que tinha um encontro com o médico, que os dois se relacionam há cerca de um ano e que recebia dinheiro para sair com ele. O pagamento combinado desta vez era de R$ 650. Ela disse na delegacia que era irmã da jovem, o que é mentira. Ela também negou que a adolescente estivesse sendo aliciada. A jovem ainda não foi ouvida pela polícia.

    Os investigadores apreenderam o celular do médico, solicitaram coleta de material genético no carro e vão ouvir mais pessoas antes de concluir o inquérito. O delegado explicou que o médico está respondendo por estupro de vulnerável e exploração sexual, e a mulher de 18 anos por exploração sexual e corrupção de menor.

    “Levar uma pessoa menor para presenciar um ato sexual ou libidinoso diverso expõe a isso [esses crimes]. Diante da informação de que a menor participaria ou havia a possibilidade de estar ali participando é que ela [mulher de 18 anos] foi flagranteada também”, afirmou.

    A defesa do médico informou que ele está à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários. "Desde já informamos que a versão inicialmente veiculada não corresponde com a realidade dos fatos. Entretanto, em razão do sigilo inerente ao caso, ele não dará, por ora, qualquer declaração ou entrevista à imprensa e irá se restringir a provar sua inocência durante o curso da investigação", afirmou o advogado por meio de nota.

    Cajazeiras
    Ainda nesta quinta-feira (19), a polícia apresentou o resultado de outra ação para coibir o abuso sexual de crianças e adolescentes. Um treinador de futebol, que não teve o nome divulgado, foi preso em Cajazeiras acusado de abusar de jovens que eram atendidos no projeto social que ele comandava. A investigação começou há dois meses e o homem atuava há dez anos como treinador, sem licença. A polícia identificou 11 vítimas, mas acredita que existem mais.

    A titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Crianças e o Adolescente (Dercca), Simone Moutinho, contou que foram cumpridos mandados de busca e apreensão na sede da instituição e na casa do treinador. Os investigadores encontraram vídeos com teor pornográfico de crianças e adolescentes em computadores, alguns deles eram jovens atendidos pelo projeto, e apreenderam computadores, celulares e documentos. No alojamento dos jogadores foram localizados mais documentos, preservativos e lubrificantes sexuais.

    “Conseguimos tomar o depoimento de 11 vítimas, mas esse é um projeto que já dura dez anos e tem muitas crianças envolvidas. A partir das oitivas e de tudo que apreendemos temos a dimensão de que existem mais vítimas. Ele ameaçava os jovens, e os pais e responsáveis não tinham conhecimento, estavam investindo no sonho dos filhos”, afirmou.

    As vítimas mais jovens tinham 12 anos. A polícia identificou crimes como estupro e corrupção de menores. O treinador também vai responder por armazenar e transmitir cenas de nudez e de natureza pornográfica envolvendo crianças e adolescentes. “Além das imagens dos alunos, ele contou que recebia pacotes com imagens de teor pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, o que também é crime”, contou.

    Inicialmente, ele tinha um mandado de prisão temporária, mas como foi preso em flagrante com as imagens a polícia solicitou a prisão preventiva. Caso seja acatada, o homem ficará preso por tempo indeterminado. Segundo a delegada, ele negou o crime no primeiro momento, mas confessou em depoimento que fazia as imagens. Ele disse que não transmitia o conteúdo. Os jovens foram encaminhados para atendimento psicológico.

    A Operação Flor Lótus, como foi batizada, surgiu de uma denúncia crime do Ministério Público da Bahia, foi deflagrada pela Dercca e a prisão e as apreensões foram realizadas pela Coordenação de Operações Policiais (COP), do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM).

    Cenário
    Os crimes contra crianças e adolescentes têm crescido na Bahia. Na quarta-feira (18), Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o CORREIO mostrou que o estado ocupa a 4º posição entre aqueles com maior número de casos de abusos sexuais praticados contra esse público no Brasil.

    Entre 1º de janeiro e 13 de maio de 2022, a Bahia registrou 2.925 denúncias, ou seja, 407 casos a mais do que os 2.518 relatados entre janeiro a junho do ano passado. Os dados são do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e apontam crescimento de 16% no número de ocorrências.

    Todo 18 de maio é celebrado o Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é para lembrar os direitos humanos e fortalecer a rede de proteção desse público. Em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES), uma menina de 8 anos foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta. O Caso Araceli chocou o país e passou a ser o símbolo da luta contra esse tipo de crime. A temática é debatida durante todo o mês pela campanha Maio Laranja.

     

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