Quinta-feira, 25th Abril 2019
5:51:42am
Ministério da Saúde libera R$ 3,6 milhões para hospitais universitários baianos

Ministério da Saúde libera R$ 3,6 milhões para hospitais universitários baianos

O Ministério da Saúde liberou R$ 3,6 milhões para reestruturação dos Hospitais Universitários Federais da Bahia, dos quais R$ 2,8 milhões são destinados ao custeio e R$ 809,3 mil a investimentos.

De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (4), o Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (Hupes) foi beneficiado com investimento de R$ 515.923,56 e a Maternidade Climério de Oliveira recebeu R$ 293.386,36. No total, a pasta liberou aproximadamente R$ 22,9 milhões para investimento em 48 unidades de todo o país.

Também nesta quinta, o ministério publicou a liberação de recursos para custeio das unidades, no total de R$ 79,6 milhões. O Hupes foi beneficiado com R$ 1.789.869,24 e a Maternidade Climério de Oliveira recebeu R$ 1.017.831,45.

O recurso orçamentário e financeiro é correspondente ao Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) e será liberado mediante a comprovação da liquidação dos empenhos emitidos à conta dos créditos descentralizados, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do Fundo Nacional de Saúde.

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  • Ministério da Saúde abre hoje segunda fase da vacinação contra gripe

    A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa nesta segunda-feira, 22, em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira, 29, o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

    A partir desta segunda, também podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

    De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

    A doença

    A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

    No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

    Até o fim de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos. O Amazonas foi o estado com mais casos registrados: 118 casos e 33 mortes. Por isso, a campanha foi antecipada no estado.

    Fonte: Agência Brasil

  • Casos de dengue crescem 264% em 2019, diz Ministério da Saúde

    Os casos de dengue cresceram 264% em 2019, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (25). O balanço sobre os casos da doença no Brasil foi feito entre dezembro de 2018 e março de 2019.

    Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019 (até 16 de março). No mesmo período de 2018 foram registrados 62,9 mil caso de dengue.

    O Distrito Federal e os estados do Acre, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul foram os que registraram aumento do número de casos da doença. Todos registraram taxa de incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes, com destaque para o Tocantins, com incidência de 602,9 casos/100 mil habitantes.

    Também houve um aumento de 67% no número de mortes pela doença, passando de 37 para 62 mortes em comparação com 2018. O estado de São Paulo, com 31 óbitos, é o que registrou o maior número de mortes pela doença no país.

    Zika e chikungunya
    Também houve um aumento no número de casos de zika registrados no período. Foram 2.062 casos da doença. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis. Em 2019, não foram registradas mortes por zika.

    Já a chikungunya registrou uma queda de 44% no número de casos. Em 2019, foram registrados 12.942 casos no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 23.484 casos. Também não foram registradas mortes pela doença em 2019.

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