Sábado, 25th Maio 2019
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Dormir pouco pode causar testículos menores e problemas de memória, diz estudo britânico

Dormir pouco pode causar testículos menores e problemas de memória, diz estudo britânico

Uma série de pesquisas de um cientista britânico fazem relações entre a privação do sono e inúmeros problemas de saúde, incluindo tumores, mal de Alzheimer e ataques do coração.

A partir do estudo o pesquisador britânico e professor de neurociência Matthew Walker defendeu a possibilidade reivindicar o direito de dormir sem sentir vergonha ou ser chamado de preguiçoso. “É uma epidemia silenciosa que está se tornando rapidamente um dos maiores problemas de saúde pública do século 21.”

Durante uma palestra em uma conferência mundial de medicina, em Vancouver, o cientista afirmou que homens que dormem apenas cinco horas por noite têm testículos significantemente menores do que aqueles que dormem sete horas ou mais. "E aqueles que dormem com frequência apenas quatro ou cinco horas têm um nível de testosterona de alguém dez anos mais velho”, disse Walker.

O britânico também é fundador do Centro de Ciência do Sono Humano em Berkeley. Segundo a Folha de S. Paulo, ele afirmou que problemas também são vistos no sistema reprodutivo feminino. O alerta de Walker continuou, ele disse que aquelas pessoas que dormem seis horas ou menos por noite podem afetar o cérebro e suas funções de memória e aprendizado e até redução em 70% células do sistema imunológico.

“Nos últimos dez anos, aprendemos que você precisa dormir depois de aprender para apertar aquele botão de salvar e não esquecer suas memórias”, afirmou Walker. “E recentemente aprendemos que você também precisa dormir antes de aprender para preparar seu cérebro. Ele é como uma esponja seca prestes a ficar molhada de conhecimento. Sem dormir, o circuito da memória no seu cérebro fica molhado o tempo todo e não consegue absorver nada novo”, completou o pesquisador.

Fonte: Bahia Notícias

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    A partir disso foram observadas as frequências cardíacas e as pressões sanguíneas e examinados os corações dos atletas com ecocardiogramas, a fim de estudar tanto a estrutura quanto o funcionamento do órgão.

    Por fim, foi descoberto que os atletas, tanto corredores quanto nadadores, possuíam excelente saúde cardíaca, como já era esperado. Os batimentos cardíacos oscilavam em torno de 50 batimentos por minuto, com as taxas dos corredores ligeiramente abaixo das dos nadadores.

    Em comparação com pessoas sedentárias os batimentos cardíacos dos atletas eram muito mais baixos, o que demonstra que os corações eram robustos. Os atletas também tinham ventrículos esquerdos relativamente grandes e eficientes, mostraram os ecocardiogramas.

    Fonte: Bahia Notícias

  • Casos de dengue crescem 264% em 2019, diz Ministério da Saúde

    Os casos de dengue cresceram 264% em 2019, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (25). O balanço sobre os casos da doença no Brasil foi feito entre dezembro de 2018 e março de 2019.

    Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019 (até 16 de março). No mesmo período de 2018 foram registrados 62,9 mil caso de dengue.

    O Distrito Federal e os estados do Acre, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul foram os que registraram aumento do número de casos da doença. Todos registraram taxa de incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes, com destaque para o Tocantins, com incidência de 602,9 casos/100 mil habitantes.

    Também houve um aumento de 67% no número de mortes pela doença, passando de 37 para 62 mortes em comparação com 2018. O estado de São Paulo, com 31 óbitos, é o que registrou o maior número de mortes pela doença no país.

    Zika e chikungunya
    Também houve um aumento no número de casos de zika registrados no período. Foram 2.062 casos da doença. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis. Em 2019, não foram registradas mortes por zika.

    Já a chikungunya registrou uma queda de 44% no número de casos. Em 2019, foram registrados 12.942 casos no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 23.484 casos. Também não foram registradas mortes pela doença em 2019.

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