Brasil registra 44,5 mil novos casos e 310 óbitos por covid-19

Brasil registra 44,5 mil novos casos e 310 óbitos por covid-19

O Ministério da Saúde divulgou hoje (27) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou, em 24 horas, 44,5 mil novos casos da doença e 310 óbitos.

Desde o início da pandemia, o país acumula 33,7 milhões de casos confirmados e 677,8 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 32,1 milhões (95,5% dos casos).

Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 - Ministério da Saúde

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados, com 5,8 milhões de infectados e 172,7 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,8 milhões de casos e 62,8 mil óbitos); Paraná (2,6 milhões de casos e 44,4 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,6 milhões de casos e 40,4 mil óbitos).

Vacinação

Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 463,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 178 milhões da primeira dose; 159 milhões da segunda dose, além de 101,1 milhões da primeira dose de reforço e 15,7 milhões da segunda dose de reforço.

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  • Número de chaves Pix cadastradas é mais do que o dobro da população, mostra BC

    O total de chaves Pix ativas ultrapassou em julho deste ano os 478 milhões, segundo estatísticas do Banco Central. O número corresponde a mais que o dobro da população brasileira, que é estimada em cerca de 214 milhões de habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O Pix é um meio de pagamentos instantâneos, que possibilita transações financeiras gratuitas.

    O sistema foi desenvolvido pelo Banco Central e foi implementado em 2020. Em julho, o número de usuários cadastrados para utilizar o serviço era de mais de 131,8 milhões.

    Entre as 478 milhões de chaves Pix cadastradas, 95,6% são de pessoas físicas.

    O tipo mais usado é a chave aleatória, em que é fornecida uma combinação de números e letras (39,78%), seguida pela chave de CPF (22,75%), número de celular (20,98%) e endereço de e-mail (14,71%).

    O Pix teve mais de 2 bilhões de transações em julho, movimentando cerca de R$ 933 bilhões.

    As modalidades Pix Saque e Pix Troco, que começaram a funcionar no fim de 2021 e permitem que os usuários façam saques em estabelecimentos comerciais, não apenas em caixas eletrônicos, movimentaram mais de R$ 37 milhões, em 270 mil transações.

    A oferta das duas modalidades é opcional e depende dos estabelecimentos.

  • Somatropina: Anvisa alerta para lotes falsificados de 'hormônio do crescimento'

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou nesta segunda-feira, 15, que determinou a apreensão de dois lotes da solução injetável Somatropina 20mg. O órgão tem recebido denúncias de falsificação do produto, usado para estimular o crescimento de crianças com produção insuficiente do hormônio do crescimento (GH).

    Foram identificados no mercado medicações com rótulos não originais ou com a impressão de lotes não reconhecidos pelos fabricantes, como o lote AB000569 do produto de nome Saizen, fabricado pela Merck, e o lote Lk96m38 do Norditropin, da empresa Novo Nordisk.

    Diante das denúncias, a agência emitiu alertas rápidos e publicou medidas preventivas de apreensão, inutilização e proibição de comercialização, distribuição e uso dos produtos. A Anvisa informou que encaminhou um dossiê de investigação sanitária à Polícia Federal, para auxiliar nas investigações das suspeitas de falsificação.

    Como saber se o remédio que comprei é falsificado?

    Para os consumidores, a orientação da Anvisa é contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do fabricante e verificar se o lote do medicamento comprado é reconhecido pela empresa.

    Os dados para contato podem ser encontrados na embalagem ou na bula do produto, assim como o seu lote. Outra recomendação da agência é que a medicação seja adquirida em estabelecimentos regulares, as farmácias e drogarias.

    Caso a empresa suspeite de falsificação, também deve encaminhar as informações para a Anvisa.

  • Varíola dos Macacos: Feira volta atrás e retira obrigatoriedade das máscaras

    A prefeitura de Feira de Santana modificou, na manhã dessa sexta-feira (12), o decreto que estabelecia o uso obrigatório de máscara em locais fechados e transporte coletivo. Em vez de obrigar, o município passa a recomendar o uso do item de segurança. A medida foi tomada depois que o paciente, de 29 anos, infectado pela varíola dos macacos, informou, nesta quinta-feira, para a equipe de infectologia do município, que teria pegado a doença em outro estado.

    Ele disse, ainda, que só voltou para Feira de Santana depois dos primeiros sintomas. Pessoas que tiveram contato com o paciente não apresentaram sintomas da doença. O primeiro caso de varíola dos macacos foi registrado em Feira de Santana, na última quarta-feira, 10. Além desse caso, o município tem o registro de dois casos suspeitos, que aguardam conclusão dos exames.

    A Prefeitura de Feira confirmou o primeiro caso da varíola dos macacos na última quarta-feira (10). Agora, três pessoas com suspeita de contaminação aguardam o resultado do exame. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde de Feira, o paciente tem histórico de viagens no próprio Brasil e a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde já está fazendo o monitoramento dos contatos.

    O prefeito Colbert Martins explicou que Feira de Santana enfrenta duas epidemias, uma da covid-19 e outra da varíola dos macacos, e que o número de casos das duas doenças está aumentando, por isso é necessário que o governo municipal adote medidas preventivas. "Nós não podemos esperar para tomar medidas posteriores. Ainda não temos medicamentos e nem vacina contra a varíola e o cruzamento dos dois vírus, que é possível que ocorra, pode levar a sintomas fatais em quem possa se contaminar com as duas doenças", destacou.

    "Nós devemos procurar formas de evitar a transmissão. Eu entendo que utilizar máscara em ambientes fechados e no transporte público, onde a transmissão é muito mais alta, é uma precaução natural, normal e indispensável", pontuou Colbert Martins. Entre os principais sintomas da varíola dos macacos estão a febre, forte e intensa, náuseas, exaustão, cansaço e o aparecimento de gânglios, que podem acontecer tanto na região do pescoço, na região axilar, como na região perigenital, além de feridas ou lesões no corpo. A transmissão da doença acontece através do contato direto pele a pele, ou compartilhando objetos pessoais de pacientes que possam estar infectados.

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