Terça-feira, 18th Fevereiro 2020
9:55:08pm
O Jornal da Cidade

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A treta de MC Mirella e a dançarina Kut Kut está indo longe demais! Depois de acreditar que a funkeira mandou algumas indiretas em publicações do Instagram, Kut Kut publicou uma foto íntima com o namorado da cantora. No clique, Dynho Alves aparece com as mãos nos seios da bailarina.


MC Mirella não gostou do “afronte”. Ela revelou que já sabia do envolvimento dos dois no passado e ainda chamou a dançarina de ingrata. “Já te ajudei quando você estava precisando. Fiz corrente de ajuda pra ajudar você. Quem te estendeu a mão, te depositou um dinheiro pra ajudar seu filho? Sobre Dynho ter me traído com você, meu amor, acorda desse sono profundo”, disparou a artista.

De acordo com Mirella, Dynho só ficou com a dançarina quando ainda era solteiro, mas agora sente vergonha de ter se envolvido com uma pessoa que está se aproveitando disso para ganhar mídia. “Não fico rendendo muito porque ela é digna de pena (...) Eu tenho minha carreira, levanto cedo e trabalho. Se você fosse tão boa assim, meu amor, você estaria no meu lugar”, completou Mirella.

Kut Kut, por sua vez, garantiu que ficou com Dynho duas vezes e uma delas foi quando Mirella já namorava o rapaz. Ela também afirmou que o dinheiro que recebeu da cantora foi em troca de uma informação. Na época, Mirella queria descobrir qual foi a última vez que seu namorado ficou com a cantora Tainá Costa.

Revoltada com a dançarina, a funkeira negou a versão dela. “Virou detetive para eu dar dinheiro para ela? A pessoa inventa cada coisa. Que informação ela ia me vender? Só se fosse informação falsa. O que ela sabe da vida do cara? Ela era um lanchinho dele e agora quer ficar se aparecendo. Não tenho paciência. Tem que rir de um negócio desse”, finalizou.

O show de Luan Santana, programado para este sábado (11), no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), pode ser embargado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) caso não consiga a tempo uma licença específica para o evento.


Em nota, a pasta vinculada à prefeitura de Salvador informou que veto pode ocorrer caso a apresentação não seja autorizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Este processo burocrático se dá porque Solar do Unhão, conjunto arquitetônico que abriga o museu, foi tombado como patrimônio nacional em 1940.
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), que administra o MAM-BA, só solicitou a autorização ao Iphan na tarde desta quarta-feira (8), um dia após ser receber uma notificação do próprio órgão federal informando que sem o processo a festa seria considerada irregular.

Em resposta ao Bahia Notícias, a assessoria de comunicação do Iphan informou que soube do show de Luan Santana pelas redes sociais e que o pedido de autorização feito nesta quarta ainda “será analisado pela equipe técnica da autarquia”. O órgão destacou ainda que, caso o pedido seja reprovado e o evento seja realizado sem seu aval, “o Iphan analisará a aplicação de eventuais penalidades administrativas cabíveis”.


Ao longo de 2019, o museu recebeu uma série de grandes apresentações sem o aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mas não recebeu qualquer punição. "O Ipac já havia sido notificado pela autarquia federal em dezembro após a realização de shows no Solar do Unhão sem a autorização do Iphan. O órgão estadual, no entanto, não respondeu ao pedido de informações". Segundo a assessoria do Iphan, ainda assim, “nenhuma sanção administrativa foi aplicada em função dos eventos anteriores promovidos no Solar do Unhão, pois vistorias realizadas não verificaram dano ao patrimônio cultural”.

Segundo o órgão, durante o processo de concessão de autorização, são analisados pontos como a data de montagem, a data de realização, o layout e o projeto das estruturas, bem como a expectativa de público. "No caso da estimativa de público, o Iphan examina se o bem tombado é capaz de comportar o número de pessoas e se existe risco de dano ao patrimônio cultural. Cada pedido é analisado de modo individual, conforme as informações apresentadas ao Instituto".

O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsiderou nesta quinta-feira (9) sua própria decisão e autorizou a resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que prevê a redução dos valores do seguro DPVAT em 2020.

Os valores reduzidos haviam sido divulgados no dia 27 de dezembro pelo conselho, vinculado ao Ministério da Economia. No dia 31, o ministro, responsável pelo plantão do Supremo durante o recesso, suspendeu a norma a pedido da seguradora Líder.

No pedido de reconsideração, a União argumentou que a seguradora omitiu “a informação de que há disponível no fundo administrado pelo consórcio, atualmente, o valor total de R$ 8,9 bilhões, razão pela qual, mesmo que o excedente fosse extinto de imediato, ainda haveria recursos suficientes para cobrir as obrigações do seguro DPVAT”.

Ao reconsiderar a própria decisão, Toffoli justificou que, mesmo com a redução dos valores, a União apresentou provas de que o consórcio arcará com suas despesas e com os seguros.

O seguro DPVAT , instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares causadas por lesões de menor gravidade em acidentes de trânsito em todo o país.

O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos.

Medida provisória tentou extinguir o DPVAT
No dia 19 de dezembro, o plenário virtual do Supremo decidiu suspender uma medida provisória que previa a extinção da cobrança, por seis votos a três. Segundo os ministros, o tema não poderia ser tratado por medida provisória, somente por meio de lei aprovada no Congresso.

O ministro Luiz Fux considerou ainda que o seguro não poderia ser extinto porque pode ferir a proteção individual do pedestre e do motorista. O tema ainda terá de ser discutido definitivamente no plenário presencial, mas não há data prevista.

Presidente dos EUA, Donald Trump reforçou em pronunciamento nesta quarta-feira (8) que nenhuma vida americana ou iraquiana foi perdida durante o ataque do Irã às duas bases no Iraque nesta madrugada. A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade pelos lançamentos dos mísseis após os EUA matarem general Soleimani.

Trump criticou o acordo nuclear assinado em 2015 entre o ex-presidente do EUA, Barack Obama, e o governo iraniano. Segundo o atual presidente, o acerto que tinha como objetivo frear a produção de armas nucleares no país árabe ajudou o Irã, com dinheiro americano, a produzir armas que foram usadas nos ataques à base.

O presidente também falou que o Irã nunca terá uma arma nuclear enquanto ele estiver no cargo. Em 2020, Trump tentará a reeleição e tem adotado um tom diferente do conciliador com o país árabe construído por Obama.

Assim como o governador Rui Costa (PT), o senador Jaques Wagner (PT) ainda avalia se vai à Lavagem do Bonfim, no próximo dia 16. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (8) pela assessoria de imprensa do petista.

Wagner foi submetido a um procedimento oftalmológico na última segunda-feira (6). De acordo com a equipe de comunicação do senador, ele tem o intuito de comparecer ao cortejo, mas depende da autorização médica.

O governador também passou por uma cirurgia, só que no último domingo (5). Ele também está na mesma situação de Wagner de ter a presença no Bonfim confirmada após avaliação dos médicos.

Depois de passar por uma cirurgia no último domingo (5), a participação do governador Rui Costa (PT) virou dúvida na Lavagem do Bonfim, que acontece na próxima quinta-feira (16).

Segundo apurou o Bahia Notícias, o chefe do Palácio de Ondina quer participar do evento, mas ainda avalia o quadro de saúde para decidir sobre a presença na festa religiosa. O governador teve alta nesta terça-feira (7).

No último 2 de Julho, Rui Costa não participou do evento. Na época, os liderados do petista avaliaram que a ausência dele desmobilizou a tropa governista.

O humorista Carlinhos Maia resolveu fazer um balanço da carreira em entrevista ao colunista Leo Dias. Em 2019, ele se assumiu homossexual, casou-se com seu companheiro há 10 anos, o modelo Lucas Guimarães, encerrou a parceria profissional com o escritório que o representava; brigou com amigos famosos, como Whindersson Nunes, Géssica Kayane; esteve envolvido a exemplo de dizer que era um "gay homem" e recebeu o apelido de Carlinhos 'Chernobyl' Maia, por conta do teator "radioativo e tóxico" que manifesta em suas declarações.

"Achei que era unanimidade no Brasil e quebrei a cara. Achei 100% que o Brasil me amava. Achei: 'Tá tudo OK, não vejo uma crítica, não vejo nada', até eu me assumir. Foi a questão de eu me assumir e como eu me assumi. As pancadas, vieram depois disso aí", explicou. Para ele, o despertar para o lado negativo da fama apareceu após perceber que muitos dos seus comentários ofendiam outras pessoas.

"Quando me assumi, usei a frase "sou um gay homem". Na minha cabeça, de um cara saindo do interior, que não terminou nem o Ensino Médio, era o certo. Eu cresci na Internet na malícia da vida, aprendendo a fazer vídeo. Ninguém estuda para ser digital influencer. Eu não imagino que a minha opinião vale tanto, é tão importante assim. Eu sou um cara que acho que as pessoas não seguem porque gostam do meu jeito de ser e acabou. Só que quando você percebe que cresceu demais é que tudo o que você fala atinge outras pessoas positivamente ou negativamente", compreendeu.

Apontado frequentemente como eleitor de Bolsonaro, ele negou a atitude. Claro que não! Óbvio que não. O que me irritava muito são as fake News. Igual, no dia do meu casamento, que saiu uma notícia, que eu dei entrevista dizendo que eu não ia beijar na boca [no meu casamento] em respeito aos convidados. Eu nunca disse isso. Eu não beijei na boca, porque [estavam lá] meu pai, [que é] um homem muito evangélico, minha mãe, [que é] mais 'de boa'... Tinha ainda o pai do Lucas, que têm depressão, e a mãe e uma tia de Lucas. Eu disse: 'Peraí! Eu já consegui trazer esse pessoal todo para cá, [essa turma] de outra [época], então, eu vou com calma'. Eu quero que eles entendam que a gente é igual a eles, que a gente pode fazer família igual a eles. Porque, para o pessoal da minha terra, gay é [motivo de] chacota. Eu queria mostrar para eles que não. A gente tá aqui 'de boa'. Tá vendo que é tranquilo, igual a vocês. Porque os meus pais, se deram quatro beijos na boca na minha frente, foi muito. A minha criação foi essa criação de interior, de Nordeste", fixou.

Quanto ao momento em que se sentiu "abandonado" por muitos dos que diziam ser seus amigos, desabafou. "eu sofri por uma semana. Sozinho. Não procurei ajuda nem de psicóloga. Nada. Eu tenho Deus. Quem tem fé, não tem medo. Eu sei quem eu sou. Eu sou um cara do bem e f***-se quem achar o contrário. Então, tudo o que dizem não é o que eu sou, porque, se eu fosse tudo isso de ruim, eu não teria tanta gente me amando. E olha que eu fui atacado por diversas pessoas gigantes, e estou aqui, firme e forte. Não caí. Se eu fosse realmente uma pessoa ruim, tenho certeza que todas as pessoas que me seguem já teriam me abandonado", defendeu-se.

Por fim, disse ter se arrependido da pintura que fez em cima de uma tela do hotel (relembre aqui). "Foi um erro. Eu não sabia - e muita gente também não - que, depois que você compra uma obra, você não pode fazer pintura nenhuma [nela]. Mas olha que interessante: virou informação, porque saiu em tudo que é jornal e, daqui para frente, tenho certeza que muita gente, após esse erro meu, nunca mais vai pintar obra nenhuma, mesmo sendo dono dela, porque não recebeu autorização [do autor] para pintar. Inclusive, peço milhões e milhões de desculpas a todos os artistas que se sentiram ofendidos. Realmente, eu não sabia", reafirmou.

 

Senador pela Bahia e médico, Otto Alencar (PSD) já prestou atendimento emergencial ao senador Cid Gomes (PDT-CE), hoje licenciado, e ao senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO). Otto é um dos quatro médicos com mandato no Senado atualmente.

O senador que prestou socorro a Cid Gomes, que fazia um discurso quando repentinamente ficou pálido, de voz falha e caiu no chão. Dois meses se passam e, no mesmo local, Otto ajudou o colega Kajuru que foi ao chão.

Ortopedista formado pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), Otto é especialista em cirurgia de quadril, mas trabalhou em atendimento de urgência em pronto-socorro em seu estado por quase 20 anos.

"Quem trabalha em pronto-socorro, quando acontece um problema, é quase automático: você vai para salvar", afirmou o senador ao jornal Folha de S.Paulo. Ele diz que chegou a operar até quando era governador da Bahia, em 2002, quando uma antiga paciente o procurou.

Otto já ajudou até adversários. Em atos políticos, lembra que a experiência médica foi útil, como quando, graças a dois comprimidos de um vasodilatador que carregava na carteira, salvou um adversário que enfartava em sua frente.

O senador Angelo Coronel (PSD) subiu o tom, nesta sexta-feira (27), e reclamou que os pré-candidatos da base do governador Rui Costa (PT) estão sendo "menosprezados" em favor do presidente do Bahia, Guilherme Bellintani (sem partido).

Nesta quinta-feira (26), o governador Rui Costa (PT) anunciou que Bellintani decide até o final deste ano sobre a candidatura a prefeito de Salvador.

"O movimento político está de ponta-cabeça. É um player fora do processo, fora do projeto... Enquanto isso, os aliados estão sendo menosprezados, comendo poeira. São meros coadjuvantes. Pela leitura, nenhum serve para assumir uma campanha. Estão buscando gente de outro campo político para coroá-lo. Será que os partidos da base não têm nome viável para disputar a eleição? Do que jeito que vai é melhor o prefeito [ACM Neto] e o governador cruzarem e terem uma chapa. Será que vão classificar para alguma Libertadores? Algum campeonato político?", declarou, em entrevista ao Bahia Notícias.

Apontando como possível candidato a prefeito de Salvador, Coronel afirmou que vai "juntar os blocos dos relegados, dos sem valor". "Já que estão buscando uma pessoa fora do ninho para ungir", ironizou.

O senador demonstrou preocupação com a eleição do próximo ano. "Fico preocupado para não reeditarmos a eleição de Alice Portugal e ACM Neto. Deixaram Alice ao limbo", afirmou. O democrata venceu a deputada do PCdoB com 74% dos votos.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Fonte: Bahia Notícias

A Polícia Civil da Bahia apresentou, nesta sexta-feira (27), um dos envolvidos nas mortes dos quatro motoristas de aplicativo em Salvador, no último dia 13 de dezembro. A motivação inicial da ação criminosa era roubar os motoristas, mas, segundo a Polícia, após a reação e a fuga de uma das vítimas, o crime se desdobrou nos homicídios.

A hipótese inicial de que o crime teria sido motivado por retaliação após motoristas terem recusado corridas pra buscar a mãe de um traficante que estava doente foi descartada pela polícia.

O preso apresentado nesta manhã pela chacina é Benjamin Franco da Silva, de 25 anos, que confessou crime e narrou o cenário. Ele foi interceptado no Alto do Tanque, em Periperi, na noite de quinta-feira (26). Os outros quatro envolvidos na chacina estão mortos. Dois deles, Antônio Carlos Santos Carvalho e Marcos Moura de Jesus, morreram em confronto com equipes da 81ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Itinga, na noite do crime. Os outros dois, um adolescente de 17 e Jéferson Palmeira Soares Santos, mais conhecido como Jel, foram encontrados mortos dias após a chacina. A suspeita é que comparsas teriam matado Jel e o adolescente por medo de retaliação.

O objetivo dos criminosos inicialmente era de roubar dinheiro, aparelhos celulares e os veículos das vítimas. O líder do tráfico da região, identificado como Jeferson Palmeira Soares Santos, teria ordenado a morte das vítimas após a fuga de um dos motoristas envolvidos no caso.

De acordo com o suspeito preso, o grupo pretendia roubar ainda mais motoristas antes da fuga e da ordem de execução. Essa é a sexta passagem de Benjamin pela polícia. Ele já foi preso por cinco vezes por interceptação de veículo, tráfico de drogas em Simões Filho, porte de arma e tráfico em Mata Escura.

Em entrevista à imprensa, Benjamin declarou que a participação dele no caso foi apenas no momento de roubar os carros. Ele negou que estava presente no momento dos assassinatos e afirmou que conhecia apenas dois dos envolvidos nas mortes.

O CASO
No crime, os corpos foram encontrados em sacos plásticos, que estavam dentro de um carro na localidade chamada Paz e Vida, na entrada do bairro.

Já identificadas pelo Instituto Médico Legal (IML), as vítimas são Alison Silva Damascena dos Santos, de 27 anos, Sávio da Silva Dias, 23, Daniel Santos da Silva, 31 e Genivaldo da Silva Félix, 48. As informações iniciais indicam que os motoristas foram acionados, por meio de aplicativos de corrida, por dois travestis. Em seguida, ao chegarem na comunidade, eles eram rendidos por três pessoas não identificadas.

O grupo chegou ainda a acionar um quinto motorista, mas ele conseguiu fugir e pediu socorro aos policiais no Batalhão de Guardas do Presídio da Mata Escura.

Foto: Divulgação / SSP-BA