Sábado, 5 de Dezembro 2020
2:46:18pm
Usuários poderão fazer live de até quatro horas de duração no Instagram

Usuários poderão fazer live de até quatro horas de duração no Instagram

O Instagram vai permitir lives de até quatro horas contínuas. A novidade foi anunciada pela rede social na semana passada. O novo limite de transmissão ao vivo estará disponível para todos os usuários de Android e iPhone (iOS).

Para ter acesso ao novo limite, o perfil não pode ter histórico de violação das políticas da comunidade.

Outra novidade é que o Instagram terá uma espécie de "arquivo de lives", que armazenará as transmissões encerradas pelo prazo de 30 dias.

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  • Nova função do WhatsApp permite envio de mensagens temporárias que somem em 7 dias

    Imagine enviar uma mensagem com data de validade? Nesta quinta-feira (5), o WhatsApp anunciou que em breve irá lançar o recurso de "mensagem temporária", a nova ferramenta irá possibilitar o envio de textos já pré-determinados para sumirem após sete dias. De acordo com a plataforma, o objetivo da atualização é otimizar espaço no smartphone do usuário. O recurso deve ficar disponível no Brasil ainda neste mês de novembro, através de atualização.

    “Como queremos que as conversas no WhatsApp sejam similares às conversas que temos pessoalmente, desenvolvemos uma maneira prática para apagar automaticamente as mensagens que não precisam ser guardadas para sempre”, explica comunicado.

    Para utilizar a nova função, basta ativá-la nas configurações do aplicativo. A partir desta ativação, todas as mensagens envidas terão caráter temporário e desaparecerão após sete dias. Mensagens recebidas ou enviadas antes disso não serão afetadas. A nova função poderá ser utilizada em conversas individuais ou em grupos, no entanto, neste último, a ferramenta deverá ser acionada somente pelos administradores.

    Em relação a fotos, vídeos e outros tipos de mídia, eles também poderão ser excluídos da conversa após sete dias, mas devem continuar armazenados no dispositivo do usuário caso o download automático esteja ativado.

    Veja alguns pontos importantes sobre a atualização no FAQ do WhatsApp:
    Mensagens temporárias desaparecerão mesmo que um usuário não abra o WhatsApp durante sete dias. Contudo, pode ser que a pré-visualização da mensagem seja exibida nas notificações até que o WhatsApp seja aberto.

    Ao responder diretamente a uma mensagem, ela será exibida acima da sua resposta. Se você responder a uma mensagem temporária, o texto dessa mensagem poderá ser exibido mesmo depois de sete dias.

    Se uma mensagem temporária é encaminhada para uma conversa onde as mensagens temporárias estão desativadas, essa mensagem não desaparecerá da conversa para onde foi encaminhada.

    Se um usuário fizer backup antes de uma mensagem desaparecer, essa mensagem temporária será incluída ao backup. Contudo, a mensagem temporária será apagada quando o usuário restaurar o backup.

     

  • 'Pendrive de iPhone' aumenta espaço de armazenamento em até 64 GB na CES

    Aumentar o espaço de armazenamento do iPhone é impossível via cartão microSD, mas existem soluções de armazenamento externo que podem te ajudar a resolver o problema. O pendrive iBridge, da Leef, é uma ótima opção, uma vez que estende a capacidade dos dispositivos Apple da forma mais discreta possível. O dispositivo estava CES 2015, em Las Vegas, e fomos conferir a novidade.
    O modelo mais barato é o de 16 GB, que custa US$ 59,99. O de 32 GB sai a US$ 79,99, enquanto o de 64 GB tem preço de US$ 119,99. Nos Estados Unidos, a versão de 16 GB do iPhone 6 custa US$ 649 e a de 64 GB, US$ 749.

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    Comparando os valores, percebe-se que o pendrive não é uma opção exatamente econômica. Na verdade, ele é mais uma solução para quem já comprou o gadget da Apple e percebeu que a memória foi insuficiente em algum momento, seja para guardar músicas, imagens ou outros arquivos.
    Apesar disso, ele apresenta algumas vantagens: ele conta com versões de até 256 GB (US$ 399,99), o que não é oferecido originalmente pela maçã. Além disso, seu aplicativo é capaz de suportar mais formatos de conteúdo multimídia do que o iOS faz de forma nativa. O gadget ainda está em pré-venda.

  • Uso intenso de smartphones provoca alteração no cérebro

    Usuários de smartphones têm cérebros "esculpidos" pelo uso repetido de toques nas telas

    A Utilização intensa de certos tipos de telefones celulares está provocando uma alteração no cérebro de usuários pela adaptação à nova atividade motora. A conclusão faz parte de um estudo feito pelo Instituto de Neuroinformática da Universidade de Zurique, que analisou as reações de um grupo de 37 voluntários.

    Segundo os pesquisadores, os cérebros dos usuários dos chamados smartphones estão sendo alterados pela operação repetida das telas de toque. Para medir a atividade cerebral do grupo, os cientistas utilizaram a técnica conhecida como eletroencefalografia ou EEG na sigla em inglês. Eles perceberam diferenças marcantes entre os usuários de smartphones e aqueles que utilizavam celulares "convencionais".

    Analisando os resultados do EEG, os cientistas concluíram que os usuários de smartphones demonstravam maior destreza no uso dos dedos. Dos 37 voluntários, 26 eram usuários de smartphones com telas de toque e 11 se mantinham fieis aos modelos mais antiquados de celulares.

    O teste de EEG monitorou os impulsos elétricos trocados entre o cérebro e as mãos dos indivíduos através dos nervos. A atividade foi monitorada por diversos eletrodos colocados no couro cabeludo de cada voluntário, capazes de captar esta troca de mensagens na forma sensorial.

    A partir dessas informações, os pesquisadores puderam criar um "mapa" que indica a porção do tecido cerebral dedicada à operação de uma determinada parte do corpo.

    Os resultados revelaram diferenças distintas entre os usuários de smartphones com telas de toque e os que usam telefones celulares convencionais. Os usuários de smartphones apresentaram maior atividade cerebral em resposta aos toques dados na tela dos aparelhos pelos dedos médio, polegar e indicador. E, aparentemente, isto está ligado à frequência com que se usa o smartphone - quanto mais frequente é o uso, maior é a resposta registrada pelo EEG.

    Segundo os cientistas, o resultado - publicado na revista científica Current Biology - faz sentido, uma vez que o cérebro é maleável e, portanto, pode ser moldado pela utilização prática repetidamente.

    Eles citam como exemplo os violinistas, que têm a área do cérebro dedicada ao controle dos dedos usados para tocar o instrumento maior do que a mesma área do cérebro de alguém que não toca violino.

    Os pesquisadores acreditam que o mesmo está acontecendo com os usuários de smartphone - eles estariam tendo seus cérebros "esculpidos" pelo uso repetido pelos toques nas telas dos aparelhos.

    Arko Ghosh, que liderou o grupo de pesquisadores da Universidade de Zurique, disse que ficou surpreso pela "escala das mudanças introduzidas (no cérebro) pelo uso de smartphones".

    Ele acrescentou que o estudo reforça a ideia de que a onipresença dos smartphones está tendo um grande efeito na nossa vida cotidiana.

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