Instagram libera visualização de ordem cronológica e traz novas opções de Feed; confira novidades

Instagram libera visualização de ordem cronológica e traz novas opções de Feed; confira novidades

O Instagram liberou nesta quarta (23) novas opções de visualizações no Feed, incluindo ordem cronológica - como era lá no começo da rede social, em 2010. Segundo o Instagram, a ideia é dar mais opções de controle sobre os conteúdos que querem ver em seus Feeds no Instagram.

Agora, a comunidade usária do app poderá alternar entre três visualizações diferentes na tela inicial: Feed inicial, Favoritos e Seguindo. Explicamos o que significa cada uma delas logo abaixo.

De acordo com o Instagram, a ideia é dar aos usuários "um controle significativo sobre sua experiência no Instagram".

"Cada um usa o Instagram de maneira diferente e esperamos que essas opções possam ajudar as pessoas a decidirem o que funciona melhor para elas. Além disso, realizamos pesquisas que apontaram que a nossa comunidade está mais satisfeita com um Feed classificado por algoritmo, por isso não estamos padronizando a experiência de todos em um Feed cronológico", disse em nota.

Em média, as pessoas veem mais de 90% dos posts de seus amigos em um Feed classificado com algoritmos. Esse número foi inferior à metade com um Feed cronológico. E como as pessoas são mais engajadas em um Feed rankeado, uma publicação é vista por 50% mais seguidores do que com o Feed cronológico.

As funções:
- “Feed inicial”: o formato atual do Feed, no Instagram. Esta opção continuará trazendo uma mistura de conteúdos de pessoas e contas que você segue classificados por algoritmos, outros conteúdos recomendados que você pode gostar e muito mais. A “Página Inicial” será a visualização padrão, portanto, sempre que você acessar seu Feed, você continuará o vendo dessa forma.

- “Favoritos”: mostrará as publicações das contas que você selecionar, em ordem cronológica. Ou seja, você poderá escolher as contas favoritas que você não quer perder nenhum conteúdo.

- “Seguindo”: mostrará as postagens apenas das pessoas que você segue, também em ordem cronológica

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    Imagine uma empresa de aluguel de carros que precisa alcançar mais pessoas de um lado e, do outro, startups que têm as ferramentas para criar um sistema de aluguel online e um mecanismo de controle de multas. Com os dois elementos inseridos em uma plataforma, o objetivo da concessionária pode ser alcançado. Essa é a missão do Habitat Cimatec Startups (HCS), ser um espaço para conectar desafios e soluções tecnológicas.

    O local, criado pelo Senai Cimatec, foi inaugurado na quinta-feira (8), durante o Cimatec Startups Conecta Summit, evento de abertura com a participação de empresas, estudantes do Senai e de outras instituições universitárias, startups de tecnologia, pesquisadores e investidores.

    “A gente está tentando fazer o que a literatura já está falando há muito tempo. Promover diversidade, colaboração e consistência para que todos se encontrem e aconteça, de fato, a criatividade”, ressaltou Flávio Marinho, Gerente Executivo de MPME e Empreendedorismo do Senai Cimatec.

    Para mostrar como a tecnologia é usada na transformação das corporações e consequentemente da sociedade, cinco empresas foram convidadas para compor o painel “Oportunidades de conexão com o futuro”, para falar sobre o que a inovação tem promovido em seus negócios e da importância de um espaço como o HCS para solucionar os desafios que ainda restam e, assim, continuar avançando.

    O gerente de Relacionamento com Desenvolvedores da Nvidia, Jomar Silva, abriu as apresentações. A empresa de tecnologia desenvolve software e hardware destinados à inteligência artificial. O investimento já resulta na revolução de equipamentos usados na medicina, no setor automobilístico e no treinamento de robôs, do design à performance. No entanto, o atual projeto de construir uma ferramenta capaz de digitalizar a Terra e mapear os impactos das mudanças climáticas sobre ela, apresenta questões que ainda precisam ser solucionadas. “Estamos falando de algo que é possível, porque essas coisas não são mais ficção científica”, destacou Jomar.

    No setor bancário, aparece o Nubank. A empresa, que tem um hub de tecnologia em Salvador, a NuLab, foi apresentada no evento por seu CTO Global, Matt Swann, ao lado do Diretor Sênior de Engenharia, Renan Capaverde. Em nove anos de existência, tem como um dos principais frutos da tecnologia, a ferramenta de sharding, capaz de evitar que, caso ocorra um problema na plataforma, ele seja generalizado.

    “Basicamente, eu tenho uma cópia do Nubank para cada conjunto de clientes. É o que a gente chama de sharding, e é super interessante, porque a gente cria uma ferramenta de disponibilidade, ou seja, se der um problema de emissão de fatura no sharding um, só os clientes dele vão ter problemas”, explicou Renan.

    Além das três empresas, ainda falaram Paula Puzzi, gerente de Inovação e Sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose; Gleverson Lemos, head de indústria 4.0 da Embraer; Gustavo Schiavotelo, Engenheiro-Chefe de Software e Eletrônica Veicular, da Ford; e Paulo Rogério, cofundador da Vale do Dendê e Afar Ventures.

    A Vale do Dendê foi um dos destaques da cerimônia, por ser a corporação soteropolitana entre as empresas que veem na tecnologia, a principal ferramenta de inovação e aceleração de negócios.

    “Eu estava nos Estados Unidos, em uma passagem pelo MIT, e comecei a ver essa inovação e falei ‘olha, a nossa Bahia precisa fazer, eu preciso levar isso para a minha cidade’. O nosso nome é inspirado no Vale do Silício. É uma provocação para mostrar que pode haver inovação em qualquer lugar, não apenas na Califórnia. A Bahia também pode inovar”, contou o cofundador da Vale.

    Conexão
    É olhando para a iniciativa de Paulo, que Samuel São Miguel, de 25 anos, e Jéssica Morais, 24, integrantes do time de inovação de uma empresa de engenharia, começam a acreditar que não é mais tão necessário sair da Bahia para trabalhar com tecnologia. “Para a gente, dá aquele despertar. Nos faz perceber que não tem justificativa ficar pensando tanto em ir para fora, se aqui na Bahia também é possível”, disse Samuel.

    Assim como eles, que representam as empresas no ecossistema que o HCS pretende conectar, os estudantes do Senai Cimatec, Juliana Lisboa, 18, Uirá Macedo, 21, e Leon Santana, 21, integrantes de uma equipe de desenvolvimento de veículos, fazem parte do grupo de pessoas com boas ideias para a inovação. “A gente pensa maneiras de garantir a fabricação de carros resistentes e seguros com tecnologia”, conta Uirá.

    Habitat Cimatec Startups
    O HCS é o local que vai conectar todos as que se debruçam sobre a tecnologia para solucionar problemas, desde empresas, passando por startups, até aqueles com boas ideias, mas sem um time.

    Para fazer parte da comunidade, de acordo com Vilson Alves, líder técnico da aceleradora do Senai, basta se cadastrar por meio da plataforma simatestartup.com.br. “Pensamos o programa como uma aceleradora e incubadora para incluir todos os atores possíveis dentro do ecossistema de inovação”, destacou Vilson.

    Glossário
    Startup: empresa de base tecnológica
    Sharding: banco de dados dividido em partes menores
    Head: profissional que gerencia pessoas e metas dentro das empresas

  • Facebook planeja mudar de nome na próxima semana, diz portal

    O Facebook está preparando uma grande mudança que inclui uma mudança de nome, informou reportagem do portal The Verge, especializado em tecnologia. A expectativa é que na semana que vem o CEO Mark Zuckerberg anuncie o novo nome da companhia, durante o evento Connect.

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    Não se sabe que outras alterações a estrutura da empresa pode ter. O Facebook não comentou o assunto.

    A estratégia de mudança de nome não é nova. Em 2015, o Google passou por uma reorganização em que a Alphabet passou a ser o nome do conglomerado, que hoje inclui também Android, Youtube, Calico, Waymo, Google X, Deep Mind e outras empresas.

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    Fundada em 2017, a primeira se denomina como a mais inovadora plataforma de gestão de consumo e pagamento para casas noturnas, bares, restaurantes e eventos. Já a segunda é especializada no mercado de cotas de consórcio.

    Os outros investimentos são de R$ 4,5 milhões na escola de tecnologia baiana Cubos Academy, empresa que oferece educação na área da tecnologia; R$ 1,9 milhões na erural, especializado no comércio eletrônico da área da pecuária; R$ 1,5 milhões na QRPoint, desenvolvedora de soluções para RH; e R$ 1,2 milhões para a Infleet, que criou um hub integrador de gestão de frotas do Brasil.

    Para Donjorge Almeida, diretor de Comunidades da Associação Baiana de Startups (Abastartups), esses números mostram o crescimento do setor. “Ao longo do ano, aconteceram outros investimentos em outras empresas. É fato que as startups baianas estão se consolidando cada vez mais no mercado nacional e até internacional”, diz.

    Salvador é lider em startups no Norte-Nordeste
    Atualmente, Salvador está na oitava colocação na lista das cidades com mais startups, sendo a primeira de todo Norte-Nordeste. “Nós conseguimos ter maturidade nas startups baianas e isso é muito importante. Elas estão faturando, tendo investimento e Salvador continua na frente, como referência”, argumenta Donjorge.

    Esse cenário pode ser mais fortalecido graças a Prefeitura de Salvador, que pretende mapear e desenvolver o ecossistema de inovação e empreendedorismo na cidade. O primeiro passo já foi dado na manhã desta segunda-feira (27), quando o prefeito Bruno Reis (DEM) assinou um convênio de cooperação técnica com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    A iniciativa terá investimento de R$ 300 mil, sendo metade da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (Semit) e o resto do Sebrae. Segundo a prefeitura, ambas instituições coordenarão o mapeamento, a ser executado pela Fundação Certi em, aproximadamente, sete meses. “Iremos mapear e apoiar as startups com projeção local e nacional. Nosso desejo é produzir soluções. Queremos uma cidade inteligente e inovadora e não há outro caminho que não seja o investimento nesse setor, que pode gerar milhares de empregos”, diz Bruno Reis.

    No levantamento, a prefeitura não vai apenas contar quantas startups têm na cidade, mas criar uma base para tomar medidas mais assertivas para criação de novas políticas públicas e para impulsionar as empresas de tecnologia. A iniciativa também permitirá conhecer quais matrizes econômicas do ecossistema soteropolitano de startups estão mais fortes, assim como aquelas que necessitem de mais apoio para crescimento.

    “Eles vão usar toda uma metodologia para fazer uma radiografia clara do ecossistema de inovação e a gente precisa disso. Hoje, Salvador tem muitas startups de educação, mas será que esse é realmente o nosso forte? Alguns dizem que é a economia criativa, a indústria do entretenimento, mas a gente não sabe. Só com essa metodologia específica que vamos poder responder qual é a nossa força”, explica Donjorge.

    Ele também apontou como pode ser prejudicial para o setor a ausência dos dados. “No Brasil, em geral, a pandemia favoreceu o surgimento de muitas startups voltadas para saúde, educação e financeiro. A gente não sabe como foi isso em Salvador. Não temos números disso”, reclama.

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