Terça-feira, 22 de Junho 2021
8:51:24pm
Comércio cresce 1,8% de março para abril, diz IBGE

Comércio cresce 1,8% de março para abril, diz IBGE

O volume do comércio varejista brasileiro teve alta de 1,8% de março para abril deste ano. O crescimento veio depois de uma queda de 1,1% observada na passagem de fevereiro para março. Essa é a maior alta para o mês de abril desde 2000. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O varejo também cresceu 0,4% na média móvel trimestral, 23,8% na comparação com abril do ano passado, 4,5% no acumulado do ano e 3,6% no acumulado de 12 meses.

Sete das oito atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram alta na passagem de março para abril, com destaque para móveis e eletrodomésticos (24,8%), tecidos, vestuário e calçados (13,8%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,2%).

Também tiveram aumento no volume de vendas os segmentos de outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%), livros, jornais, revistas e papelaria (3,8%), combustíveis e lubrificantes (3,4%), e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%).

A única queda de março para abril foi observada na atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,7%).

A receita nominal do varejo teve altas de 1,4% na comparação com março deste ano, 36,1% em relação a abril do ano passado, 15,2% no acumulado do ano e 10,6% no acumulado de 12 meses.

O varejo ampliado, que analisa também os veículos e materiais de construção, teve alta de 3,8% de março para abril, puxada pelos crescimentos de 20,3% do setor de veículos, motos, partes e peças, e de 10,4% da atividade de materiais de construção.

Também houve altas, no volume do varejo ampliado, na média móvel trimestral (0,7%), comparação com abril de 2020 (41%), acumulado do ano (9,2%) e acumulado de 12 meses (3,5%).

A receita do varejo ampliado cresceu 3,8% em relação a março deste ano, 54,1% na comparação com abril do ano passado, 20,7% no acumulado do ano e 10,8% no acumulado de 12 meses.

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  • Bahia é líder em exportações da região Nordeste e o 10º no ranking nacional

    O estado da Bahia foi o maior exportador da região Nordeste em 2020, segundo estudo publicado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Ao todo, as exportações baianas totalizaram cerca de US$ 7,8 bilhões, o que representa cerca de R$ 41 bilhões. Em termos nacionais, a Bahia é o 10º maior estado exportador do Brasil.

    O estudo realizado pela Apex-Brasil apresenta um panorama geral da economia baiana, traçando um perfil de potencial exportador a partir de análise de investimentos estrangeiros nesta unidade da federação. A ideia é contribuir para o processo de formulação de políticas públicas para o comércio exterior, uma vez que foi identificado potencial para exportação no estado, que viu o número de empresas exportadoras passar de 423, em 2019, para 558, em 2020.

    No ano passado, a Bahia obteve participação de 48,5% nas exportações da Região Nordeste, seguida pelo Maranhão, que concentrou 20,9% das exportações. O principal município exportador é Luís Eduardo Magalhães, que em 2020 exportou cerca de US$ 1,3 bilhão, valor que representa 16,7% do total exportado pela Bahia. O segundo município é Camaçari, responsável por 15,5% das exportações, seguido de São Francisco do Conde. Juntos, foram responsáveis por quase a metade das exportações estaduais.

    O documento da Apex-Brasil aponta, ainda, os principais destinos das exportações baianas. A China aparece em primeiro lugar, com 30% do total de exportações, correspondendo a R$ 12,1 bilhões. Em seguida, vêm Singapura e Estados Unidos, demandando mais de 10% das exportações.

    Além de traçar o panorama da economia e das exportações baianas, o estudo identificou 387 oportunidades específicas para as exportações da Bahia, mapeadas com base na metodologia da Apex-Brasil e detalhadas por produto e por estratégia de mercado.

    Com base na identificação de setores com baixo desempenho exportador com grande potencial ainda não realizado, foram indicados os cinco que apresentaram as maiores chances de negócios para a Bahia no exterior.

  • Gasolina e conta de luz aumentaram o custo de vida dos baianos, diz IBGE

    A vida de quem mora em Salvador e na Região Metropolitana da capital (RMS) está mais cara. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de maio, divulgada ontem, ficou em 1,12% na RMS, a maior para o mês desde 1998 e a campeã em todo o Brasil. Os grandes vilões do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial da inflação, foram as altas nos preços da gasolina e da energia elétrica, principalmente.

    O combustível subiu 8,43% em comparação com o mês de abril. Já a energia elétrica teve aumento de 10,54%. Em maio também passou a vigorar na conta de luz a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, diferença significativa em relação à bandeira amarela que vigorou de janeiro a abril.

    Em junho, a previsão nesse setor não é nada boa. Diante do nível crítico nos reservatórios das usinas hidrelétricas, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar o patamar mais alto do sistema de bandeiras tarifárias. Com a bandeira vermelha patamar 2, a conta de luz dos consumidores ficará ainda mais cara com a cobrança adicional de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

    Quem depende da gasolina para trabalhar sofre mais

    O preço da gasolina é sentido, principalmente, nas pessoas que dependem de veículo próprio para trabalhar. Morador de Simões Filho, o motorista de aplicativo Antonio Monteiro, 45, não sabe mais o que fazer para lidar com a situação. “Estou pagando mais caro a gasolina para tentar manter as metas diárias. Cada aumento de combustível significa para mim mais horas que tenho que passar nas ruas trabalhando para sustentar a família”, lamenta.

    No início do ano, Monteiro trabalhava quatro dias na semana, das 5h às 20h. Agora, com o atual preço da gasolina, ele precisa trabalhar cinco dias da semana, das 5h às 23h. “Graças a Deus, eu tenho batido a minha meta, pois isso é algo necessário. Eu tenho que suprir as necessidades de casa, mas estou muito mais cansado”, diz. O motorista denuncia falta de apoio à categoria por parte das empresas que controlam o serviço de transporte por apps.

    “Eles só pensam neles. Sempre foi assim e não é agora que vai mudar. O motorista é deixado de lado mesmo. Nossos ganhos só vêm diminuindo com o tempo. A gente espera que alguém nos ajude a resolver isso”.

    Como pai de família, o motorista também percebeu o aumento do preço da energia em maio. “Está tudo ficando mais caro. Essa energia é um absurdo. Lá em casa eu, minha esposa e meu filho ficamos o dia todo fora. Só minha mãe fica em casa e pagamos R$ 300 de energia. Antes não passava de R$ 100 reais. Esse aumento chega a ser abusivo”.

    Outros produtos contribuíram para aumento da inflação

    Dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA, oito apresentaram alta em maio na RMS. Apenas o setor de vestuário teve leve deflação, de –0,02%. Os dois maiores aumentos vieram, respectivamente, dos custos com habitação (3,05%), influenciados pela energia, e transportes (2,71%), devido os combustíveis. O etanol, por exemplo, teve aumento de 16,31%.

    O estudante universitário Tiago Paiva, 23, sentiu no bolso. “Precisei ir para o trabalho e fui abastecer. Coloquei R$ 50 de etanol e tomei um susto quando liguei o carro e vi que a setinha que indica a quantidade de combustível mal tinha se movimentado. Achei até que o posto tinha me dado algum golpe. Só que depois, quando fui conferir o preço, vi que realmente não tinha como subir muito”, desabafa.

    Para poder lidar com isso, Tiago pensa em deixar o carro na garagem e passar a ir ao trabalho de transporte público ou por aplicativo. “É mais vantajoso. Se botar no papel os gastos que eu teria com o carro, sai mais barato deixá-lo na garagem. Só que, por conta da pandemia, estou evitando a opção mais econômica”.

    Em abril, também houve aumento na passagem de ônibus em Salvador, de R$ 4,20 para R$ 4,40. Isso ainda repercutiu no IPCA de maio em 4,02%. Os alimentos seguiram pressionando a inflação, sobretudo carnes (1,99%), aves e ovos (2,99%) e panificados (1,70%).

    Sem otimismo para os próximos meses, diz economista

    A expectativa para a inflação no restante do ano não é positiva, de acordo com o economista e integrante do Conselho Regional de Economia (Corecon-BA), Edval Landulfo. “A taxa Selic está aumentando, mas isso não será ainda o melhor remédio. A expectativa é que tenhamos essa inflação nos próximos meses enquanto não tivermos solução para a questão da moeda e dos empregos”, analisa.

    Landulfo acredita que é preciso estímulos do governo federal para que não haja aumentos de preço tão severos para o consumidor. “É preciso de um plano, estímulo do governo para que a economia reaja, mas isso não está sendo feito”, lamenta.

    A ‘vacinação a conta-gotas' devido à falta de imunizantes também tem contribuído, na avaliação do especialista, para que o Brasil permaneça em crise. “Nossa retomada econômica depende de vacina. É até difícil fazer projeções com um cenário tão incerto. Não tenho otimismo enquanto a população não estiver vacinada. Em economia, tudo é mais lento. As respostas da atividade econômica não aparecem de forma imediata. É possível até que a inflação fure o teto estipulado pelo governo em 2021”, diz.

    A inflação mensal nas 16 regiões pesquisadas*:
    Salvador (BA) - 1,12%
    São Luís (MA) - 1,10%
    Fortaleza (CE) - 1,10%
    Porto Alegre (RS) - 1,04%
    Campo Grande (MS) - 0,97%
    Rio Branco (AC) - 0,93%
    Curitiba (PR) - 0,93%
    Rio de Janeiro (RJ) - 0,87%
    Goiânia (GO) - 0,79%
    Belo Horizonte (MG) - 0,79%
    Recife (PE) - 0,76%
    Vitória (ES) - 0,74%
    Aracaju (SE) - 0,62%
    Belém (PA) - 0,48%
    Brasília (DF) - 0,27%

    *Fonte: IBGE

  • Confira o que abre e o que fecha em Salvador no feriado de Corpus Christi

    Essa quinta-feira (3) marca o dia de Corpus Christi e aí já fica a pergunta: o que abre? O que fecha? Repartições públicas, transporte e centros comerciais alteram seu funcionamento.

    Nunca é tarde para lembrar que o governo do estado prorrogou o toque de recolher entre 21h às 5h, em toda a Bahia, até 8 de junho. Nos municípios localizados nas regiões da Chapada Diamantina, Oeste, Irecê, Jacobina, Sudoeste e Extremo-Sul, o toque de recolher vale das 20h às 5h.

    Os estabelecimentos comerciais que funcionem como restaurantes, bares e congêneres, localizados nessas seis regiões, deverão encerrar o atendimento presencial às 19h, sendo permitidos os serviços de delivery de alimentação até as 0h.

    Nos municípios integrantes das regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI seja igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos, a restrição na locomoção noturna será válida das 22h às 5h.

    Segue proibida, em todo estado, a venda de bebida alcoólica em qualquer estabelecimento, inclusive por delivery, no período das 18h de 4 de junho até 5h de 7 de junho.

    A comercialização de bebida alcoólica no fim de semana será liberada somente em municípios integrantes de regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos.

    Região Metropolitana de Salvador
    Em Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz, a restrição de locomoção noturna ocorrerá das 20h às 5h, entre os dias 3 e 7 de junho. No dias 1º e 2, o toque de recolher será das 22h às 5h.

    Ainda nesses municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS), a venda de bebida alcoólica fica proibida em qualquer estabelecimento, inclusive por delivery, das 20h de 4 de junho até as 5h de 7 de junho.

    A circulação do ferry-boat será suspensa das 22h30 às 5h, no período de 1º de junho a 8 de junho, ficando vedado o funcionamento nos dias 5 e 6 de junho. As lanchinhas não devem circular das 22h30 às 5h, até 8 de junho, limitada a ocupação ao máximo de 50% da capacidade da embarcação nos dias 5 e 6 de junho.

    De 4 de junho a 6 de junho, a circulação dos meios de transporte metropolitanos será suspensa das 20h30 às 5h. Também de 4 de junho a 6 de junho, os ferry boats e as lanchinhas não funcionarão das 20h30 às 5h.

    No dia do feriado, haverá travessia normal até as 21h30, no ferry-boat. A interrupção encerra na segunda (3), com viagens de 5 às 21h30.

    Em Salvador, o toque de recolher será antecipado para as 20h e as praias da capital baiana estarão fechadas. Além disso, também haverá proibição da venda de bebidas nos estabelecimentos comerciais. O expediente nas repartições públicas estará suspenso na quinta (3), retornando à normalidade na sexta-feira (4).

    Serviços em Salvador:

    Saúde
    Durante o feriado, as unidades de pronto-atendimento de saúde do município estarão disponíveis para os cidadãos que precisarem de atendimento em urgência e emergência. São elas: San Martin, Brotas, Valéria, Periperi, Paripe, Pirajá/Santo Inácio, Itapuã, Cidade Baixa, Vale dos Barris e Parque São Cristóvão.

    Defesa Civil
    A Defesa Civil de Salvador (Codesal) estará em alerta para atender possíveis ocorrências em função do período chuvoso, dentro da Operação Chuva 2021. Além disso, o efetivo funcionará em regime de plantão, com engenheiros, assistentes sociais, motoristas e telefonistas disponíveis para atendimento de solicitações.

    Em caso de risco de queda de árvore, deslizamento de terra, alagamento de imóvel e desabamentos, dentre outros incidentes comuns ao período chuvoso, a população deve entrar em contato com a Codesal, de forma gratuita, pelo telefone 199.

    Manutenção
    Também dentro da Operação Chuva, a Secretaria de Manutenção da Cidade (Seman) tem equipes de plantão 24h, todos os dias, para ações como limpeza de bueiros e tapa-buracos.

    Prevenção à violência
    A Guarda Civil Municipal (GCM) vai trabalhar com 80 agentes que irão fiscalizar as praias de Salvador, que serão divididos estrategicamente ao longo dos mais de 60km de faixa litorânea. Um efetivo também dará apoio às ações realizadas por órgãos municipais, a exemplo das fiscalizações realizadas pelas secretarias de Ordem Pública (Semop) e Desenvolvimento Urbano (Sedur).

    Fiscalização
    O atendimento presencial na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) será suspenso na quinta-feira (3), retornando na sexta (4) por meio de agendamento. Já os agentes de fiscalização estão nas ruas diariamente realizando operações para garantir o cumprimento dos decretos de combate à Covid-19. As denúncias relativas ao coronavírus devem ser feitas através do Disk Coronavírus 160.

    Mercados
    Todos os mercados municipais também terão horário de funcionamento diferenciado em virtude do feriado desta quinta-feira (3). Ou seja, funcionarão das 6h às 13h.

    Trânsito e mobilidade
    Os agentes da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) atuarão em rondas nas ruas atentos para agir imediatamente em casos de obstruções e outras demandas no trânsito, além de ordenar os fluxos. As equipes do órgão estarão monitorando os locais de grande movimentação de entrada e saída da cidade, como a Rodoviária, o Ferry Boat, a Feira de São Joaquim e a avenida Luís Viana (Paralela). Já os agentes de fiscalização de transporte também vão atuar em regime de plantão para o ordenamento do transporte .

    O Núcleo de Operação Assistida (NOA) também estará monitorando o tráfego 24h durante todo o período, através das câmeras de videomonitoramento, auxiliando as equipes que estarão em rondas. As blitze de Lei Seca também serão realizadas normalmente durante o período.

    O setor de liberação de veículos apreendidos do órgão não funcionará na quinta-feira (3). O atendimento será normal na sexta-feira (4), das 8h às 16h30, e no sábado (5), das 8h às 12h e das 14h às 16h. O cidadão pode entrar em contato com a autarquia pelo Fala Salvador, no número 156, ou pelo aplicativo NOA Cidadão.

    Shoppings

    - Shopping Center Lapa
    Quinta (3): 10h às 19h. Abertura das lojas facultativa das 10h às 11h e das 17h às 19h

    - Shopping da Bahia
    Quinta, sexta e sábado
    Lojas/quiosques: 10h às 19h
    Praça de Alimentação: 10h às 19h

    Domingo: 13h às 19h
    Praça de alimentação: 12h às 19h

    Clivale:
    Quinta - fechado
    Sexta - 9h às 20h
    Sábado - 7h às 13h
    Domingo - fechada

    Bodytech
    Quinta - 9h Às 13h, acesso pelo estacionamento D5
    Sexta e sábado - 8h às 15h, acesso pelo D5
    Domingo - 9h às 13h,, acesso pelo D5

    - Shopping Bela Vista
    Quinta (3), Sexta e sábado: lojas e quiosques das 10h às 19h; praça de alimentação das 11h às 19h; Gbarbosa: 9 às 19h

    Domingo: 13h às 19h; praça de alimentação a partir das 12h
    Gbarbosa: 11h às 19h

    - Shopping Paralela
    Quinta (3), sexta e sábado: 10h às 19h
    Domingo
    Praça de alimentação: 12h às 19h
    Lojas: 13h às 19h

    Delivery: 13 às 19h

    - Shopping Piedade
    Quinta (03) de junho: das 10h às 19h, sendo que das 10h às 11h e das 17h às 19h o funcionamento das operações será facultativo.
    Sexta-feira e no sábado (04 e 05/06): das 10h às 19h.

    DOMINGO
    Fechado

    Salvador Norte:
    Dia 03/06 | Quinta-feira: 10h às 19h;
    Dia 04 e 05/06 | Sexta e sábado: 10h às 19h;
    Dia 06/06 | Domingo: 12h às 19h (todas as lojas);
    Cinépolis e Cinépolis Vip: quinta a domingo: 13h às 19h;

    Salvador Shopping:
    Dia 03/06 | Quinta-feira: 10h às 19h;
    Dia 04 e 05/06 | Sexta e sábado: 10h às 19h;
    Dia 06/06 | Domingo: âncoras e alimentação: 12h às 19h; lojas satélites e quiosques: 13h às 19h;
    Cinemark: quinta a domingo: 13h às 19h;
    Espaço Gourmet: quinta a sábado: 11h às 19h; domingo: 12h às 19h;

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