Criança se recusa a tirar máscara na foto da escola e recebe prêmio de R$ 180 mil

Criança se recusa a tirar máscara na foto da escola e recebe prêmio de R$ 180 mil

Um menino de 6 anos, chamado Mason Peoples, viralizou nas redes sociais após se recusar a tirar a máscara na hora da foto no colégio, nos Estados Unidos.

O fotógrafo chegou a pedir para que o garoto retirasse o ítem de proteção, mas foi logo repreendido. "Minha mamãe falou para eu ficar o tempo todo de máscara e só tirar na hora de comer, quando não tiver ninguém por perto", disse ele, que não quis ficar de rosto pelado nem por dois segundinhos. "Sempre ouço minha mãe", disse o rapaz obediente.

A atitude do rapazinho deixou sua mãe muito feliz. "Estou tão orgulhosa por ele ter cumprido sua palavra, mas eu deveria ter sido mais clara sobre as regras desse dia [da foto]", brincou.

O post feito pela mãe narrando a situação viralizou as redes sociais. Diversos internautas se mostraram dispostos a realizar doações para custear a faculdade de Mason futuramente.

A mãe abriu uma vaquinha online, que até este domingo (3) já contou com doações de 1.600 pessoas, que angariaram mais de 33 mil dólares (o equivalente a cerca de 180 mil reais).

"Ele está tão feliz de ver que ficaram orgulhosos de sua atitude", relatou a mãe.

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  • Covid-19: CDC apoia vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos

    A diretora do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos (EUA), Rochelle Walensky, manifestou, nessa terça-feira (2), apoio ao amplo uso da vacina Pfizer-BioNTech contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade. Com isso, a instituição abre caminho para que as doses comecem a ser aplicadas imediatamente nessa faixa etária.

    O anúncio chega horas depois que os conselheiros do CDC apoiaram por unanimidade a aplicação da vacina em crianças, dizendo que os benefícios superam os riscos. Grande parte de discussão que travaram girou em torno de casos raros de inflamação cardíaca que foram ligados à vacina, particularmente em homens jovens.

    A agência reguladora norte-americana Food and Drugs Administration (FDA) já havia concedido autorização para uso emergencial do imnizante em crianças de 5 a 11 anos na sexta-feira (29).

    A FDA autorizou a aplicação de uma dose de 10 microgramas em crianças pequenas. A dose original, dada àqueles com 12 anos ou mais, é de 30 microgramas.

    "Sabemos que milhões de pais estão ansiosos para vacinar seus filhos e, com essa decisão, recomendamos agora que cerca de 28 milhões de crianças recebam uma vacina contra a covid-19", disse a diretora em comunicado.

    No início da reunião, Walensky informou que as hospitalizações pediátricas haviam aumentado durante a recente onda de infecções, impulsionada pela variante Delta do novo coronavírus.

    Acrescentou que o fechamento de escolas tem tido impactos prejudiciais à saúde social e mental das crianças. "A vacinação pediátrica tem o poder de nos ajudar a mudar tudo isso".

    Joe Biden
    O presidente dos EUA, Joe Biden, considerou a autorização uma virada na batalha contra a covid-19. "O programa de vacinação se intensificará nos próximos dias e estará em pleno funcionamento durante a semana de 8 de novembro. Os pais poderão levar seus filhos a milhares de farmácias, consultórios de pediatria, escolas e outros locais para serem vacinados", disse Biden em comunicado.

    Estudo
    Dados do CDC mostram que cada milhão de doses da vacina administrada pode evitar entre 80 e 226 internações de crianças de 5 a 11 anos.

    Os membros do painel do CDC defenderam a vacinação da faixa etária antes da votação. Muitos disseram que estavam ansiosos para que seus filhos ou netos nessa faixa etária recebessem a vacina.

    "Eu sinto que tenho a responsabilidade - todos nós temos - de disponibilizar essa vacina para as crianças e seus pais", disse Beth Bell, membro do painel do CDC e integrante da Escola de Saúde Pública da Universidade de Washington.

    "Temos excelentes evidências de eficácia e segurança. Temos uma análise favorável de risco/benefício. E temos muitos pais por aí que realmente clamam e querem que seus filhos sejam vacinados."

    A Pfizer e a BioNTech disseram que sua vacina mostrou 90,7% de eficácia contra o novo coronavírus em um ensaio clínico com crianças de 5 a 11 anos de idade.

    Apenas alguns países, incluindo a China, Cuba e os Emirados Árabes, liberaram até agora vacinas contra a covid-19 para crianças nessa faixa etária e mais jovens.

    No fim de outubro, a Pfizer informou que pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para aplicação da vacina em crianças de 5 a 11 anos no Brasil.

    *Com informações da Reuters

  • Alec Baldwin lamenta morte de diretora após ele disparar arma: 'Choque e tristeza'

    O ator Alec Baldwin lamentou a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por um disparo de arma cenográfica feito pelo ator, no set do filme Rust, na quinta-feira (21). Nesta sexta, Alec usou as redes sociais para comentar o caso, que ainda deixou um ferido.

    "Não há palavras para expressar meu choque e tristeza em relação ao trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins, esposa, mãe e nossa colega profundamente admirada. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia ocorreu", escreveu o ator.

    Ele continuou: "Estou em contato com o marido dela, oferecendo meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por seu marido, seu filho e por todos que conheciam e amavam Halyna.".

    O comunicado confirma ainda que Alec foi o responsável pelo disparo que atingiu Halyna e o diretor do filme, Joel Souza, 48.

    Halyna chegou a ser socorrida de helicóptero para o hospital da Universidade do Novo México, mas acabou morrendo. Souza, atingido no ombro, foi levado de ambulância para o centro médico Christus St. Vincent. A atriz Frances Fischer confirmou que ele já recebeu alta.

    Baldwin chora
    Um porta-voz do ator afirmou que tudo foi um acidente. O site Deadline diz que Baldwin já foi ouvido e liberado. Uma foto do jornal Santa Fe New Mexican mostra o ator chorando ao falar no telefone do lado de fora da delegacia.

    O tiro foi durante uma cena, mas ainda não se sabe se era uma gravação ou apenas um ensaio. A polícia investiga o caso.

    A produção do filme foi paralisada sem previsão de retorno. O longa é um velho oeste estrelado e produzido por Baldwin. Também estão no elenco Jensen Ackles (Supernatural) e Travis Fimmel (Vikinks).

    Na história, Baldwin vive o personagem do título, que está em fuga com o neto após uma acusação por morte acidental. A trama se passa no Kansas, em 1880.

  • Programa da OMS vai comprar antivirais para combater covid-19

    Programa liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) vai permitir que os países mais pobres tenham acesso justo a vacinas, testes e tratamentos contra a covid-19. O objetivo é garantir medicamentos antivirais para pacientes com sintomas leves por US$ 10.

    Segundo a Reuters, que teve acesso a um rascunho do documento, é provável que o comprimido experimental Molnupiravir, da Merck &Co, seja um dos medicamentos usados. Outros medicamentos, no entanto, estão sendo desenvolvidos para tratar doentes com sintomas leves.

    O documento, que traça as metas do Acelerador de Ferramentas de Acesso à Covid-19 (ACT-A) até setembro de 2022, revela que o programa quer entregar cerca de 1 bilhão de testes de covid-19 às nações mais pobres e adquirir medicamentos para tratar até 120 milhões de pessoas em todo o mundo, de cerca de 200 milhões de novos casos estimados nos próximos 12 meses.

    Os planos revelam a forma como a OMS quer reforçar o financiamento de medicamentos e testes a um preço relativamente baixo, depois de perder a corrida das vacinas para os países mais ricos, que ficaram com grande parte dos suprimentos mundiais, deixando os países mais pobres com um número muito reduzido de vacinas.

    Um porta-voz da ACT-A afirmou que o documento, datado de 13 de outubro, ainda é um rascunho sob consulta e recusou comentar o seu conteúdo antes de estar finalizado.

    O documento também será enviado aos líderes mundiais antes de ser debatido numa reunião do G20, no final deste mês. A ACT-A pede ao G20 financiamento adicional de US$ 522,8 bilhões,e a outros doadores financiamento adicional de US$ 22,8 bilhões até setembro de 2022, que será necessário para comprar e distribuir vacinas, medicamentos e testes para os países mais pobres, de forma a reduzir a diferença em relação aos países mais ricos.

    Os doadores já prometeram US$ 15,5 bilhões para o programa.

    Os pedidos de financiamento são baseados em estimativas detalhadas sobre o preço dos documentos, tratamentos e exames, que vão contabilizar as maiores despesas do programa juntamente com o custo da distribuição das vacinas.Molnupiravir com resultados positivos. Apesar de não citar diretamente o Molnupiravir, o documento da ACT-A espera pagar US 10 para “novos antivirais orais destinados a pacientes com sintomas leves e moderados”.

    Outros comprimidos para tratar pacientes com sintomas leves estão sendo desenvolvidos, mas o Molnupiravir é o único que mostrou resultados positivos nas fases finais de testes. A ACT-A está em negociações com a Merck & Co e produtores de genéricos para comprar o medicamento.

    No entanto, um estudo da Universidade de Harvard estimou que o Molnupiravir poderá custar cerca de US$ 20 se for produzido por farmacêuticos genéricos, com o preço caindo para US$ 7,7 em produção otimizada.

    A Merck & Co tem acordos de licenciamento com oito fabricantes indianos de medicamentos genéricos.

    A meta ACT-A é chegar a um acordo, até o final de novembro, para garantir o fornecimento de “um medicamento oral em ambulatório”, que estejadisponível a partir do próximo trimestre de 2022.

    A verba arrecadada seria inicialmente usada para “apoiar a aquisição de 28 milhões de comprimidos para tratamento de pacientes com sintomas ligeiros e moderados nos próximos 12 meses, dependendo da disponibilidade do produto e orientação clínica”.

    A ACT-A pretende também abordar as necessidades médicas de oxigênio essencial para 6 milhões a 8 milhões de doentes graves e críticos até setembro de 2022.Investimento maciço em testes. O programa prevê também forte investimento em testes de diagnóstico da covid-19, para duplicar o número realizado em países mais pobres.

    Dos US$ 22,8 bilhões que a ACT-A espera arrecadar nos próximos 12 meses, cerca de um terço, a maior parcela,será gasta em diagnóstico.

    Atualmente, os países mais pobres realizam, em média, cerca de 50 testes por 100 mil pessoas diariamente, contra 750 nos países mais ricos.

    A ACT-A quer distribuir um mínimo de 100 testes por 100 mil habitantes nas nações mais pobres.

    O reforço da testagem também poderá ajudar a detectar possíveis novas variantes, que tendem a se propagar quando as infeções alastram e, portanto, são mais prováveis em países com baixas taxas de vacinação. Isso significa entregar, nos próximos 12 meses, cerca de 101 vezes mais do que a ACT-A comprou até agora.

    A maior parte seriam testes rápidos de antígeno a um preço de cerca de US$ 3, e apenas 15% seriam gastos em testes moleculares, que são mais precisos, mas demoram mais tempo a entregar os resultados e custam cerca de US$ 17.

    O objetivo dos testes é reduzir a diferença entre ricos e pobres, já que apenas 0,4% dos cerca de 3 bilhões de testes realizados em todo o mundo foram feitos em países pobres.

    O documento destaca que “o acesso à vacina é altamente inequitativo, com a cobertura variando de 1% a mais de 70%, dependendo do grau de riqueza do país”.

    O programa visa a vacinar pelo menos 70% da população elegível em todos os países até meados do próximo ano, em linha com as metas da OMS.

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